quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Quer reduzir a pobreza de maneira definitiva? De início, eis as 12 políticas que têm de ser abolidas

Quer reduzir a pobreza de maneira definitiva? De início, eis as 12 políticas que têm de ser abolidas 

Como um verdadeiro livre mercado ajudaria os mais pobres
No Brasil, empreender e empregar legalmente são atividades extremamente onerosas.
Para abrir uma empresa são necessários 107 dias, em média.
Pagar impostos requer 2.600 horas apenas para preencher formulários (mais do que o dobro do segundo colocado, a Bolívia).
Empregar alguém traz um custo extra de 103% do salário só com impostos e outros encargos trabalhistas. Isso significa que, além do salário, você tem de pagar o equivalente a outro salário só com impostos, encargos sociais e trabalhistas. (Coisas como imposto sindical ou contribuição para a reforma agrária são comuns).
E existem nada menos que 93 impostos diferentes.
Não sendo viável nem empreender legalmente e nem ser contratado legalmente, só resta às pessoas irem buscar outros meios de sobrevivência, como a informalidade, na qual não contam com nenhuma segurança jurídica.
Mas tudo isso ainda é o de menos. Há várias outras medidas e intervenções do governo que não apenas impedem que os pobres deixem de ser pobres, como ainda agravam ainda mais a pobreza.
Caso a intenção realmente seja criar riqueza e reduzir ao máximo a pobreza, todas essas medidas e intervenções deveriam ser abolidas.
A seguir, uma lista de algumas delas.
Salário mínimo e encargos sociais e trabalhistas
A imposição de um salário mínimo é uma política na qual o governo proíbe que os empregadores paguem um salário menor que um piso estipulado por políticos. Na prática, trata-se de um controle de preços.
Considere um jovem pobre, sem instrução e sem habilidades, cuja produtividade seja de R$ 600 por mês no mercado. O que acontecerá se o governo aprovar uma lei exigindo que a ele sejam pagos $ 937 por mês? O empregador que o contratar perderá $ 337 por mês.
Os deficientes, os adolescentes, as minorias, os destreinados, os pouco qualificados, e os pouco produtivos — todos estes estarão na mesma situação. Estão proibidos, pelo governo, de serem empregados legalmente.
Só que, além do salário, o empregador também tem de arcar com vários outros tributos e taxas que incidem sobre a folha de pagamento. São os encargos sociais e trabalhistas.
Como já dito, no Brasil, empregar alguém traz um custo extra de 103% do salário só com impostos e outros encargos sociais e trabalhistas. Coisas como INSS, FGTS, PIS/PASEP, salário-educação, Sistema S, 13º salário, adicional de remuneração, adicional de férias, ausência remunerada, férias, licenças, repouso remunerado, rescisão contratual, vale-transporte, indenização por tempo de serviço e outros benefícios fazem com que, além do salário, o empregador tenha de pagar o equivalente a outro salário só com estes custos.
Encargos sociais e trabalhistas representam um custo de produção. Logo, estipular artificialmente um salário mínimo e agravá-lo com encargos sociais e trabalhistas significa elevar o custo de produção sem que a produtividade do empregado tenha aumentado.
Na prática, salário mínimo e encargos trabalhistas proíbem os mais pobres e menos produtivos de serem legalmente empregados.
Leis contra o trabalho infantil
Há muitos trabalhos que requerem pouco treinamento — cortar gramas e lavar carros, por exemplo — e que são perfeitos para jovens pobres que querem ganhar algum dinheiro.
Além dos ganhos, trabalhar também ensina a esses jovens o que é ter um emprego e como administrar o próprio dinheiro.
Mas, no Brasil, o governo proíbe quem tem menos de 16 anos de idade de exercer qualquer tipo de trabalho (um adolescente de 15 anos não pode nem mesmo ter um carrinho de limonada na esquina). E proíbe também quem tem menos de 18 anos de idade de exercer vários tipos de trabalho. (Fonte)
Ou seja, na prática, o governo discrimina os adolescentes e os impede de participar do sistema de livre iniciativa. E quem eventualmente quiser dar emprego a esses jovens irá para a cadeia.
Políticas monetárias expansionistas e subsídios
A moeda, que está sob o total controle do governo, perde poder de compra continuamente devido às políticas inflacionistas do governo.
Para piorar, o governo estimula o setor bancário, principalmente os bancos estatais, a expandir o crédito e conceder empréstimos baratos para grandes empresas com ligações políticas. Isso faz com que a inflação de preços se mantenha continuamente alta.
Os mais ricos conseguem se proteger desta perda do poder de compra por meio de aplicações bancárias e financeiras. Já os pobres, que não têm acesso a esses mecanismos, sofrem integralmente com a carestia gerada.
Políticas monetárias expansionistas e empréstimos subsidiados a grandes empresas intensificam a redução do poder de compra dos mais pobres.
Políticas fiscais expansionistas
Quando o governo gasta mais do que arrecada, ele incorre em um déficit orçamentário. Para cobrir este déficit, ele tem de tomar dinheiro emprestado (se endividar). Bancos e investidores emprestam esse dinheiro para o governo.
Dinheiro que poderia estar indo para investimentos e empreendimentos — que não só dariam emprego e renda para os mais pobres, como também produziriam mais bens e serviços para eles — acaba sendo desviado para financiar a burocracia do governo.
E, no final, esse endividamento será pago com o dinheiro de impostos, que asfixiam o empreendedorismo e a renda dos mais pobres.
Tarifas protecionistas
O governo impõe tarifas protecionistas para encarecer artificialmente a importação de produtos estrangeiros e, com isso, proteger a reserva de mercado do grande baronato industrial.
Essas tarifas impedem que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior, forçando-os a comprar apenas os produtos nacionais mais caros. Isso afeta toda a sua renda disponível.
Tendo de pagar mais caro por produtos nacionais, sobra aos pobres menos dinheiro para gastar em outras áreas. Isso é um ataque direto ao seu padrão de vida e bem-estar.
Crédito imobiliário subsidiado
Os ricos, por causa de sua menor propensão ao calote, têm acesso fácil a financiamento imobiliário barato e subsidiado pelo estado, via bancos estatais. (Os empréstimos dos bancos estatais são baratos porque o Tesouro repassa dinheiro de impostos a esses bancos, o que permite que eles cobrem juros menores)
Isso eleva a demanda por imóveis e faz os preços subirem.
Com os imóveis, caros, os pobres são empurrados para o "Minha Casa Minha Vida", um programa estatal criado exatamente para tentar remediar os efeitos inflacionários nos imóveis causados pela expansão do crédito estatal. Trata-se de um programa para tentar facilitar a aquisição de imóveis pelos mais pobres por meio do endividamento destes perante os bancos.
Na prática, o governo criou um programa (Minha Casa Minha Vida) para remediar os efeitos causados por outro programa (crédito barato de bancos estatais para a compra de imóveis, utilizado pelos mais ricos).
Ao incentivar a demanda por imóveis do MCMV, os preços destes também sobem.
No final, tudo ficou mais caro.
E a consequência é que os pobres ficam ou sem capacidade de adquirir uma casa (indo para as favelas) ou endividados para o resto da vida.
Proibição de títulos de propriedade em favelas
O governo impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, auferir renda, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo.
Em seu livro "O Mistério do Capital", de 2001, o economista peruano Hernando de Soto mostra como os pobres são impedidos de gerar riqueza porque o governo não reconhece seus direitos de propriedade. Segundo de Soto, os pobres da América Latina, só nas terras que possuem de fato mas não de direito, estavam sentados em cima de quase 10 bilhões de dólares. Sem título de propriedade, não podiam capitalizar em cima desse valor.
De Soto estimou que 80% da propriedade nos países em desenvolvimento está totalmente na informalidade.  Isso significa que há dezenas de milhões de famílias no continente que simplesmente não podem utilizar sua propriedade como garantia para nada. Se a casa ou o terreno de uma família pobre não são formalmente seus (como no caso das favelas brasileiras), não há nenhuma medida econômica que possa compensar tudo isso.
Impostos indiretos
Esse é o mais evidente de todos.
O governo tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia. Assim, ele confisca grande parte da renda dos mais pobres.
Agências reguladoras
Agências reguladoras cartelizam o mercado internoprotegendo grandes empresários contra a concorrência externa em vários setores da economia.
Com isso, garantem preços artificialmente altos para as empresas protegidas e serviços de baixa qualidade, prejudicando principalmente os mais pobres.
INSS e FGTS
O governo confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba de volta essa fatia que lhe foi roubada (e totalmente desvalorizada pela inflação).
Muito melhor seria se esse trabalhador simplesmente pudesse ficar em posse da totalidade do seu salário.
Leis anti-ambulantes
Leis contra vendedores ambulantes impedem pessoas de vender comidas e produtos para pessoas que querem comprá-los.
Em grandes cidades, os mais vociferantes apoiadores das leis anti-ambulantes são os grandes restaurantes e as lojas de departamento.
Burocracia e regulação
Com tudo isso, começar um pequeno negócio acaba sendo a única maneira que sobra para os pobres conseguirem sobreviver honestamente.
Só que empreender legalmente significa ter de lidar com um emaranhado de papeis, taxas, cobranças, cartórios, filas, carimbos, licenças e encargos, além de todas as propinas exigidas por fiscais — os quais, se não receberem o arrego, não liberam a documentação.
Os governos, de todas as esferas, são muito eficientes em esmagar micro-empreendimentos.
Daí essas pessoas são empurradas para o mercado informal, que é onde elas encontram algum oxigênio.
E então todo o ciclo se reinicia.
Conclusão
Após fazer de tudo para manter os pobres na pobreza, o governo cria programas para aliviar a pobreza (como Bolsa-Família).
Não seria mais lógico, em vez de tentar remediar o problema criando novas intervenções, simplesmente abolir as causas da perpetuação da pobreza?
E várias pessoas ainda dizem que, se não fosse o governo, a pobreza seria muito maior.

Íncubus e Súcubus por Acauan Guajajara

http://religiaoeveneno.com.br/discussion/543/incubus-e-sucubus#latest

Íncubus e Súcubus

AcauanAcauan Administrator, Moderator
editado August 27 em Religião é veneno Sinalizar
por Acauan Guajajara
Publicado originalmente em 21/5/2004 17:09:26

Os roteiristas responsáveis pelos exorcismos televisionados da Organização Universal deveriam ler um pouco mais de mitologia da Idade Média para enriquecer os diálogos entre pastores e demônios.
Demônio da Universal só sai dos quintos para atrapalhar vida financeira do crente que atrasou o dízimo ou para botar uma amante gostosona no caminho do marido da fiel inadimplente com a Fogueira Santa.

Não sei como Astaroth, Leviatã ou Asmodeu ainda não moveram um processo contra a Rede Record por calúnia, injúria e danos morais, reclamando que eles não têm absolutamente nada a ver com aqueles imbecis de cara eletronicamente escondida, que usam aquela voz do Pato Donald para repetir sempre as mesmas besteiras.

Mas não é destas primadonas infernais que eu quero falar, mas de dois interessantes grupos de coadjuvantes das hostes caídas: os Íncubus e Súcubus.

Íncubus e Súcubus são demônios especializados na sedução sexual, visitando o leito das vítimas durante a noite e transando com elas.
Os Íncubus são as entidades masculinas e os Súcubus as femininas.
Só digo que se os Súcubus são mesmo aquelas gostosonas nuas que aparecem nas representações artísticas, quem é atacado por eles de vítima não tem nada.

Mas são personagens legais, um resumo de como a mitologia de uma sociedade pode absorver e traduzir os efeitos da repressão sexual.

Íncubus e Súcubus tinham uma predileção por quem não deveria ter predileção por eles, como monges, freiras e mulheres solteiras e solitárias, que segundo os relatos eram vítimas tão freqüentes destas criaturas que já haviam desistido de trancar as janelas.

As incursões de Íncubus e Súcubus eram denunciadas pelas poluções noturnas nos homens e pelos sonhos eróticos nas mulheres. No caso destas, por vezes o incubus se empolgava e deixava a coitada em estado interessante, com uma barriga para explicar.
Nestes casos as mulheres tinham uma escolha nada confortável. Confessar que foi o namorado e ser renegada por todos como vadia, inclusive pelo namorado ou contar que foi estuprada por um Incubus e torcer para o idiota do pai acreditar e o desgraçado do padre não acusa-la de ser uma bruxa.

O mago Merlim, mentor do rei Artur, segundo a lenda, era fruto de uma destas uniões de uma mulher humana com um Incubus.

Com o homem, sem neuras. De certa forma o Súcubus era a mulher ideal. Bonita, gostosa, aceitava uma noite de amor sem compromisso e não ficava esperando você ligar no dia seguinte. Mesmo porque o telefone ainda não tinha sido inventado.
Além disto, o Súcubus não engravidava, não tinha TPM e não te levava para conhecer a família dele.

Imaginem um pobre camponês medieval chegando em casa depois da farra, de madrugada, bêbado, cheirando a perfume barato (que devia ser forte pra caramba, já que a turma da época não tomava banho) e dando de cara com a mulher, já pronta para meter o cinto de castidade nas partes baixas dele. O pobre camponês faz uma cara de assustado e diz: - Mulher, você não sabe o que aconteceu, fui atacado por um Súcubus.
Deve ter funcionado pelo menos uma vez, pois alguém acreditou e passou esta história para frente.

Íncubus e Súcubus aparentemente estão mais ligados às antigas mitologias druídicas celtas do que ao cristianismo, tendo sido promovidos a condição de demônios por um destes sincretismos que a igreja não reconhece, mas também não nega.
A distância dos Íncubus e Súcubus dos papéis usuais atribuídos aos demônios na mitologia cristã fica clara no fato de o objetivo destes seres não ser levar os homens e mulheres à perdição através do pecado da luxúria, mas drenar deles suas energias vitais através do ato sexual. Algo mais próximo do vampirismo do que da religiosidade clássica.

Como criaturas sobrenaturais detestam céticos e nunca se manifestam para eles, é muito improvável que um Súcubus com a cara da Gisele Bundchen e o corpo da Juliana Paes apareça na minha cama à noite, nua, ávida por sexo selvagem e sem compromisso.

Vou me converter. 

Saiba quem são os terroristas que serão homenageados pelo governo paulistano

Saiba quem são os terroristas que serão homenageados pelo governo paulistano 
 Durante o período do regime civil-militar, instaurado no Brasil em 1964, surgiram inúmeros grupos oposicionistas. Muitos deles faziam o uso de táticas terroristas, como homicídios, sequestros de embaixadores e assaltos à bancos. Uma grande parte desses grupos esquerdistas eram financiados e munidos pela União Soviética, que visava enfraquecer a influência norte-americana durante a Guerra Fria e fazer jus ao caráter internacionalista da ideologia comunista.


 Hoje, 32 anos depois do fim do regime, a prefeitura de São Paulo decidiu homenagear dezenas de homens que foram executados pelo governo brasileiro no período, erguendo três placas em três grandes cemitérios da cidade. Tudo planejado pelas secretarias de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), do Verde e Meio Ambiente (SVMA) e o Serviço Funerário do Município de São Paulo (SFMSP). O projeto foi viabilizado com dinheiro público, oriundo do bolso dos paulistanos pagadores de impostos.

 Dentre os mortos que serão homenageados, constam vários terroristas. Dentre eles:

 Carlos Marighella (1911 – 1969)Marighella – filiado ao Partido Comunista Brasileiro – foi o fundador do grupo armado Aliança Nacional Libertadora. Em 1964, disparou contra policiais enquanto bradava a favor do comunismo. Isso lhe acarretou em uma prisão temporária. Alguns anos depois, já liberto, juntou-se aos terroristas do MR-8 e arquitetou uma onda de assaltos. Em um deles, conseguiu roubar 10 mil dólares de uma instituição bancária da época. Também é muito lembrado por ter participado do sequestro armado do embaixador norte-americano Charles Elbrick.


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Yoshitane Fujimori (1944 – 1970)

Fujimori, que utilizava o codinome ”Japonês”, cometeu inúmeras atrocidades antes de ser morto pelos oficiais brasileiros. Em novembro de 1968, matou um inocente com três tiros para roubar o seu carro em uma ação armada do grupo de extrema-esquerda conhecido como Vanguarda Popular Revolucionária. No mesmo ano, comandou um grande assalto contra o Banco do Estado de São Paulo, na Rua Iguatemi. Dois anos depois, em 1970, teve participação no assassinato do tenente paulistano Alberto Mendes Júnior, planejado por Carlos Lamarca. Alberto foi golpeado na cabeça até a morte com coronhadas de fuzil e teve seu crânio esfacelado.


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Carlos Roberto Zanirato (1949 – 1969)

Aos 18 anos, Carlos Roberto Zanirato entrou para o Exército Brasileiro. Contudo, traiu as Forças Armadas ao juntar-se a Carlos Lamarca e participar da fundação do já mencionado grupo terrorista de extrema-esquerda Vanguarda Popular Revolucionária.

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Devanir José de Carvalho (1943 – 1971)O metalúrgico e sindicalista teve participação importante na organização de grandes greves no ABC paulista. Participou de diversas operações violentas, chegando até mesmo a fazer treinamentos de guerrilha na China. Em 1969, fundou o Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), com o qual realizou os atos armados contra a ditadura militar. O MRT é um dos grupos que articulou o sequestro do inocente cônsul-geral do Japão, Nobuo Okuchi. Foi executado em 1971, pelo DOPS paulista, e deixou dois filhos: Carlos e Ernesto Guevara.

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A primeira cerimônia de inauguração aconteceu no dia 4 de setembro, no Cemitério Dom Bosco. No dia 18 de setembro, o Cemitério de Campo Grande receberá a placa, e por último, dia 26 de setembro, o Cemitério de Vila Formosa. Como parte da homenagem, haverá também o plantio de ipês nestes cemitérios.
FONTE : http://loly.systems/2017/09/saiba-quem-sao-os-terroristas-que-serao-homenageados-pelo-governo-paulistano/