domingo, 3 de março de 2013

A AIDS E OS GAYS 2

  Eu como o "dono" deste Blog , tenho tremendo respeito pelos gays .  


Trato aqui apenas de informar o que os Politicamente corretos 

tem medo de fazer  

 http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,aids-entre-jovens-gays-cresce-10,804076,0.htm

Aids entre jovens gays cresce 10%

Aumento no número de casos na faixa dos 15 a 24 anos preocupa Ministério da Saúde

28 de novembro de 2011 | 16h 28
 Apesar da estabilidade na prevalência da aids na sociedade brasileira (em torno de 0,6% da população) e ligeira diminuição da incidência de casos notificados em dois anos - de 18,8 casos por cem mil habitantes (em 2009) para 17,9 casos por cem mil habitantes (2010) - o Ministério Saúde alerta para o aumento de 10,1% no número de casos entre gays de 15 a 24 anos. No ano passado, para cada 10 heterossexuais vivendo com o HIV/Aids havia 16 homossexuais.

Segundo os dados do Boletim Epidemiológico Aids/DST, a taxa de incidência do HIV/Aids entre rapazes daquela faixa etária subiu de 9,5 (2000) para 11,1 (2010) - acréscimo de 16,8%; enquanto entre as mulheres jovens assistiu-se à redução de 23,5% na taxa de incidência - de 10,2 (2000) para 7,8 (2010). Para atingir o público jovem, o Ministério da Saúde promete reforçar as campanhas educativas em redes sociais e locais de grande concentração.


No conjunto da população, no entanto, preocupa a evolução do vírus entre as mulheres. Em 1989, a razão era de seis homens com HIV/Aids para cada mulher; em 2010 a relação caiu para 1,7. Os homens são maioria entre as pessoas que identificaram o vírus. Em 31 anos (até junho deste ano), o boletim registra 397.662 casos masculinos (65,4%) e 210.538 casos femininos (34,6%).


Ainda que identificadas essas tendências, o Ministério da Saúde assinala que não existe população mais ou menos vulnerável e que o problema é de comportamento. “Sexo sem proteção é o fator de maior predisposição para a infecção”, assinalou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.


“A aids não escolhe pacientes, não escolhe cara”, acrescentou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que salientou que o estigma em torno da aids atrapalha o conhecimento sobre a infecção e o tratamento. “Preconceito afasta as pessoas do diagnóstico”, ponderou o ministro.


O ministro destacou que a leitura dos dados epidemiológicos da aids deve ser feita com cuidado. “Toda vez que falamos de casos, nós podemos falar de uma foto ou de um filme de oito ou dez anos”, pondera para lembrar que a identificação do vírus pode demorar e, portanto, os casos registrados hoje têm causas em comportamento do passado.


Além de cruzamentos da incidência do HIV/Aids com a faixa etária e o sexo, o Ministério da Saúde também observou os registros entre as grandes regiões do país. Apesar do Sudeste concentrar 56,4% dos casos de aids entre 1980 e junho de 2011 (17,6 casos a cada 100 mil habitantes), a situação da Região Sul é de maior taxa de incidência, 28,8 casos a cada 100 mil habitantes (acúmulo de 123.069 casos em 31 anos).


De acordo com o boletim epidemiológico, os três estados da Região Sul estão entre os cinco primeiros no ranking da taxa de incidência entre 1998 e 2010. O Rio Grande do Sul é o primeiro com taxa de 27,7 casos por 100 mil habitantes; Santa Catarina é terceiro com 23,5 casos; e o Paraná ocupa a quinta posição com 15,7 casos.




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http://blogdofavre.ig.com.br/2011/11/em-10-anos-numero-de-jovens-gays-do-sexo-masculino-com-aids-cresce-60/

Em 10 anos, número de jovens gays do sexo masculino com aids cresce 60% no Brasil


Risco de um jovem homossexual brasileiro estar infectado pelo vírus HIV é 13 vezes maior do que o restante da população da faixa etária, divulgou o Ministério da Saúde

29 de novembro de 2011

Lígia Formenti, O ESTADO SP

BRASÍLIA
O número de jovens homossexuais masculinos com aids aumentou 60% em uma década, informa o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.
Em 2010 foram confirmadas 514 infecções entre gays de 15 a 24 anos, equivalente a 26,9% dos casos nessa faixa etária. Em 2000, haviam sido notificados 321 pacientes com o vírus. Entre jovens heterossexuais, a tendência é inversa: em 2000, eles respondiam por 29,8% dos casos confirmados da doença enquanto em 2010 representam 21,5%.
Os índices levaram a pasta a constatar que o risco de um jovem gay brasileiro ter o HIV é 13 vezes maior que o do restante da população da faixa etária. Ao lado de meninas de 13 e 19 anos e travestis, essa população é a que desperta maior preocupação.
“É preciso colocar em prática estratégias que dialoguem com esses grupos para incentivar a prevenção e reduzir as vulnerabilidades”, disse o ministro Alexandre Padilha. Uma das medidas será posta em prática nesta semana: a campanha para lembrar o dia mundial de luta contra a doença, será dirigida aos jovens homossexuais.
Na contramão. O aumento de casos entre jovens gays destoa do que se verifica entre os números gerais. Em 2010, foram registrados no País 34.212 casos novos – pouco menos que os 35.979 de 2009. As mortes também caíram. Em 2010, foram 11.965, ante 12.097 informados em 2009. “A epidemia está estabilizada”, diz o diretor do Departamento de DST-Aids e Hepatites Virais do ministério, Dirceu Greco.
Para explicar a maior vulnerabilidade de jovens gays masculinos, Padilha cita uma tese há tempos usada: essa população teria crescido num período em que a aids já não é mais vista como sentença de morte. Sem ter vivenciado os problemas do início da epidemia, o grupo teria “relaxado”. Pesquisa de 2010 do ministério já mostrava que jovens gays usavam menos camisinha que a população em geral.
Mas há outros fatores que, na avaliação de integrantes de movimentos sociais, também são preponderantes, como a dificuldade do acesso a ações de prevenção e à testagem do HIV, principalmente por causa da homofobia. “Há centros que não estão abertos para esse público. Daí a necessidade de estratégias específicas”, diz o presidente do Grupo Pela Vidda, Mário Scheffer.
Uma das ações vistas com otimismo pelo ministério é a oferta de testes rápidos para HIV. Um acerto, na avaliação de Scheffer, desde que feita em áreas onde há maior frequência de jovens homossexuais. Para ele, porém, é importante que tal estratégia seja feita por setores de saúde, não por ações de ONGs. “A testagem pressupõe uma assistência: de esclarecimento antes do teste, de encaminhamento, depois do resultado. Isso tem de ser feito por um profissional”, defende.
De acordo com o boletim, a Região Sul concentra a maior taxa de incidência de aids no País, com 28,8 casos por 100 mil habitantes. Em seguida vem a Região Norte e Sudeste, com 20,6 e 17,6. No Centro- Oeste, a taxa foi de 15,7 e no Nordeste, de 12,6.

Aumento de casos entre gays não 

surpreende

Falta de campanhas para esse público, em especial os mais jovens, e ideia de que a aids se tornou uma doença crônica são algumas das causas
29 de novembro de 2011

FERNANDA BASSETTE, KARINA TOLEDO – O Estado de 

S.Paulo

O aumento no número de casos de jovens homossexuais com HIV/aids não surpreendeu entidades que trabalham com essa população. Para representantes de ONGs, o fato de a doença ser vista como um problema crônico e a falta de campanhas específicas para esse público são fatores que refletem diretamente no aumento de casos.
Para Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGT), há três fatores que explicam o maior crescimento entre os jovens gays: diminuição do financiamento governamental para campanhas de prevenção, o fato de a aids assustar menos os jovens hoje do que há dez anos e o preconceito. “O preconceito faz o jovem gay ter uma baixa autoestima e isso aumenta sua vulnerabilidade. Quem não se ama, não se cuida.”
Fernando Quaresma, presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT, diz que, com a chegada do coquetel de remédios antiaids, a juventude de forma geral deu uma “relaxada” na prevenção. Homens que fazem sexo com homens, no entanto, têm um risco maior de se contaminar, por ser a relação anal mais perigosa. “Jovens em geral não têm a visão dos efeitos colaterais que os remédios antiaids podem causar e dos problemas que os portadores enfrentam.”
Preconceito. A mesma opinião é compartilhada por Rodrigo Pinheiro, presidente do Fórum ONG/Aids do Estado de São Paulo – entidade que representa cerca de 120 ONGs que trabalham com portadores do HIV.
“Houve um relaxamento, sem dúvida. As pessoas tendem a achar que tratar a aids é apenas tomar a medicação e pronto. Mas viver com aids não é fácil. Os efeitos colaterais da medicação existem, como a lipodistrofia, e o preconceito ainda é bastante forte”, avalia.
Para Kleber Mendes, de 27 anos, portador do HIV e coordenador da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens que vivem com HIV/aids, Regional Sul, os casos de HIV entre jovens estão crescendo porque muitos não viram o começo da epidemia e não têm a noção da gravidade da doença. “É a velha história do prazer momentâneo. É achar que não vai acontecer com ele, assim como eu achei”, diz (mais informações nesta página).
A rede representa cerca de 2 mil jovens de todo o Brasil e está tentando uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para tratar do assunto. “É preciso ter uma política nacional voltada exclusivamente para essas pessoas”, diz.
Já Pinheiro ressalta que apesar de as drogas para o tratamento da aids estarem disponíveis na rede pública, o acesso a elas ainda é demorado. Após o diagnóstico, diz, os portadores do vírus demoram cerca de cinco meses para serem encaminhados ao serviço especializado.

‘Peguei o HIV na minha primeira relação 

sexual, aos 16 anos’

Depoimento de Kleber Mendes, coordenador regional da rede de jovens com HIV
29 de novembro de 2011
O Estado de S.Paulo
Peguei o HIV na minha primeira relação sexual, aos 16 anos de idade, há 11 anos. A relação foi com uma pessoa que morava perto da minha casa. Era um homem bem mais velho do que eu – na época, ele tinha uns 35 anos.
Como meu pai havia falecido, minha mãe não se importava de eu frequentar a casa dessa pessoa. Ela não sabia que eu era homossexual e achava que eu precisava de uma referência masculina.
Eu estava muito envolvido emocionalmente, estava apaixonado, bem coisa de adolescente. Fizemos sexo desprotegido. Eu não sabia que ele tinha HIV e ele também não comentou. Nunca pensei que pudesse acontecer comigo.
Logo depois que tivemos a relação, a irmã dele foi em casa e contou para minha mãe que o irmão era soropositivo. Minha mãe me pressionou, acabei confessando, e ela me obrigou a fazer o exame.
Quando vi o resultado, achei que ia morrer. Chorei muito, entrei em depressão, abandonei os estudos por três anos. Em casa, surgiram as dúvidas comuns: será que era preciso separar talheres? Desde então minha mãe me deu muita força – coisa de mãe, sabe?
Quando ele soube que eu fiz o exame de HIV, sumiu do bairro. Nunca mais o vi. Como descobri o problema muito rápido, fiquei dez anos só fazendo acompanhamento, sem precisar usar a medicação. Comecei a tomar o coquetel no final do ano passado. / F.B.

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 http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1013473-cresce-numero-de-jovens-homossexuais-portadores-de-hiv.shtml


 28/11/2011 - 19h44 

Cresce número de jovens homossexuais 

portadores de HIV

DE SÃO PAULO
Dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde mostram que houve um aumento, ainda que pequeno, no número de homens homossexuais com idades entre 15 e 24 anos no período 2000-2010. 
Em contrapartida, a incidência do vírus HIV entre mulheres héteros da mesma faixa etária caiu substancialmente na última década. No ano 2000, eram 1.583. Dez anos depois, 756. 
Aids mata diariamente 9 pessoas no Estado de São Paulo
Incidência de Aids é maior em municípios do Sul 
Neste ano, o governo vai adotar uma nova campanha contra o HIV que terá como principal alvo os homens do grupo HSH (homens que fazem sexo com homens) com idades entre 15 e 24 anos e as mulheres entre 13 e 29 anos. 
Ao invés das formas clássicas de divulgação, serão utilizadas redes sociais, shows e programas populares de TV para divulgar formas de se evitar a doença. 
A campanha terá início em 1º de dezembro e será encerrada no fim do Carnaval. 
HOMENS PORTADORES DO HIV 
Homossexuais com idade entre 15 e 24 anos 
2010 - 514
2009 - 448
2008 - 473
2007 - 403
2006 - 321
2005 - 351
2004 - 335
2003 - 396
2002 - 378
2001 - 349
2000 - 321 
Bissexuais com idade entre 15 e 24 anos 
2010 - 154
2009 - 161
2008 - 160
2007 - 167
2006 - 149
2005 - 194
2004 - 171
2003 - 205
2002 - 190
2001 - 193
2000 - 208 
Héteros com idade entre 15 e 24 anos 
2010 - 411
2009 - 448
2008 - 420
2007 - 412
2006 - 409
2005 - 481
2004 - 491
2003 - 585
2002 - 539
2001 - 502
2000 - 483 
MULHERES PORTADORAS DO HIV 
2010 - 756
2009 - 897
2008 - 948
2007 - 1.020
2006 - 1.004
2005 - 1.160
2004 - 1.422
2003 - 1.594
2002 - 1.563
2001 - 1.573
2000 - 1.583

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http://oglobo.globo.com/pais/aids-aumenta-numero-de-jovens-homossexuais-infectados-3344225



Aids: aumenta o número de jovens 

homossexuais infectados

  • Perda do temor da morte eleva incidência, avalia especialista
Flávio Freire (Email)
Publicado: 
Atualizado: 
SÃO PAULO - O distanciamento de uma realidade em que soropositivos morriam quase sem assistência, até meados dos anos 1990, e o desconhecimento sobre os cruéis efeitos colaterais do tratamento hoje disponível podem explicar o aumento do número de pessoas infectadas com Aids, especialmente entre jovens homossexuais. O diretor do Instituto Emílio Ribas, o infectologista David Uip, acredita que a nova geração banaliza a doença porque acredita que ela não mata.

- A geração atual não viu o que aconteceu até o meio dos anos 1990, então banalizou a doença. Tem gente que acha que existe prevenção pós infecção. Mesmo os que adquirem acreditam que não vão morrer. Claro que há um tratamento, e as pessoas vivem com qualidade, mas os efeitos são adversos - diz Uip, que há cerca de 30 anos trata de pacientes com a doença.

Para ele, a incidência aumentou entre gays ou heterossexuais pelo mesmo motivo: as pessoas acreditam que viverão normalmente com a doença, o que é um mito.
Embora soropositivos hoje vivam mais, o médico lista problemas decorrentes da infecção e do tratamento. Segundo ele, os pacientes sofrem síndromes metabólicas, de atrofia e hipertrofia, perdendo massa muscular e gordura nas extremidades e ganhando na barriga e pescoço. São ainda vítimas de aumento do colesterol e triglicerídeos e criam resistência à insulina. Para piorar o quadro de quem vive à base do coquetel, Uip lembra que os pacientes são mais vulneráveis a doenças cerebrovasculares e coronarianas e podem ter infarto ou derrame cerebral com idade inferior à média.
- O tratamento também provoca atrofia nas articulações, o que tem aumentado a colocação de prótese coxofemoral entre os pacientes - diz ele, lembrando que no Instituto Emília Ribas o registro é de um diagnóstico positivo a cada três dias.
Lembrando já ter perdido amigos, pacientes e familiares, o médico lamenta a comemoração da redução do número de mortes.
- Foram mais de 7 mil infecções em 2010 e mais de 34 milhões de jovens entre 15 e 24 anos morreram em todo o mundo. Não temos o que comemorar.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/aids-aumenta-numero-de-jovens-homossexuais-infectados-3344225#ixzz2Lp4MDqUU 




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22/06/2011 - 12h43

OMS faz guia para enfrentar avanço da Aids entre gaysPUBLICIDADEMARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
A OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou na terça-feira (21), pela primeira vez, diretrizes e recomendações para ampliar o tratamento e a prevenção da Aids entre homens homossexuais e transexuais.Sexo anal traz dano aumentado para grupo
Homossexuais têm 20 vezes mais chance de contrair HIV, diz OMSUm dos motivos que levou à elaboração do relatório é a preocupação com o recrudescimento das taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais, principalmente em países industrializados.Com as diretrizes, a OMS pretende diminuir as barreiras impostas pelo estigma de ser homossexual, de forma que esse grupo tenha mais acesso aos serviços de saúde.Segundo um estudo publicado em 2009 no periódico "Annals of Epidemiology", no qual a OMS se baseou, as taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais em oito países, como EUA e Reino Unido, aumentaram 3,3% ao ano entre 2000 e 2005.Entre 1996 e 2000, essa taxa havia caído 5,2% ao ano.Dados da OMS também mostram epidemias do vírus recém-identificadas entre homossexuais e transexuais em países como Bolívia, Jamaica, México, Tailândia, Trinidad e Tobago e Zâmbia.Na América Latina, estima-se que metade das infecções do vírus tenham origem em relações sexuais desprotegidas entre homens.A organização afirma ainda que homens homossexuais têm 20 vezes mais chance de contrair HIV do que os homens heterossexuais.BANALIZAÇÃOPara o infectologista Jean Gorinchteyn, o documento da OMS deve dar início a uma nova mudança da prática sexual entre esse grupo, da mesma forma registrada no início da epidemia da Aids, na década de 1980."Hoje há uma ideia distorcida de que a existência dos antirretrovirais dá direito ao sexo desprotegido, sem riscos, e houve uma banalização do uso do preservativo."Segundo Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, mesmo com a estabilização geral da epidemia há grupos mais vulneráveis que continuam com taxas altas, como os homossexuais, usuários de drogas e prostitutas.PRECONCEITOPara a OMS, o estigma e a criminalização das relações homossexuais em muitos países são barreiras para o tratamento. Mais de 70 países criminalizam os homossexuais e transexuais, privando-os do atendimento médico.As 21 recomendações do relatório são dirigidas a políticos, profissionais de saúde, organizações não governamentais e à comunidade.Entre as diretrizes, está a criação de leis e medidas contra o preconceito para proteger os direitos de homossexuais e transexuais, o uso de camisinha e a garantia do atendimento de saúde."Não podemos reverter a propagação da infecção por HIV no mundo se não forem atendidas as necessidades particulares desses grupos da população", disse Gottfried Hirnschall, diretor do departamento de HIV/Aids da OMS.De acordo com Greco, existe uma ideia de que a epidemia da Aids está resolvida. "Mas ainda há mortalidade, preconceito e agressões a homossexuais", afirma.Arte
FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/933536-oms-faz-guia-para-enfrentar-avanco-da-aids-entre-gays.shtml http://www.folha.uol.com.br/


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22/06/2011 - 12h45

Sexo anal traz dano aumentado de Aids para gays

DE SÃO PAULO
Há várias hipóteses para explicar o aumento das taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais e transexuais.
OMS faz guia para enfrentar avanço da Aids entre gays
Uma delas, segundo a OMS, é que esse grupo pode ter abandonado a camisinha por causa da maior expectativa de vida trazida pelos antirretrovirais.
Segundo o infectologista Jean Gorinchteyn, há quem deixe de se proteger ao pensar que os medicamentos diminuem as cargas virais e também a transmissão do HIV.
"Mas menor chance não significa que não haja a transmissão. Há ainda o risco de pegar outras doenças sexualmente transmissíveis, e o contato com cargas virais maiores pode ser prejudicial à saúde."
Além disso, práticas como sexo oral também podem transmitir a doença ""e nem sempre são feitas com preservativo.
Há também a maior tendência à relação com múltiplos parceiros, documentada estatisticamente no caso desse grupo.
O infectologista explica ainda que o sexo anal tem maior chance de transmissão porque nele há menos lubrificação, mais atrito e mais lesões, com ruptura pouco perceptível de vasos sanguíneos do ânus.
Segundo a OMS, seja quais forem as razões para o aumento, está claro que, mesmo em ambientes de alta renda, o risco de transmissão reverteu a tendência de queda.
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 21/06/2011 - 13h03

Homossexuais têm 20 vezes mais chance de contrair HIV, diz OMS

DA EFE
Os homossexuais apresentam 20 vezes mais chance de contrair HIV e por isso a OMS (Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou pela primeira vez uma lista de diretrizes para o tratamento e a prevenção deste vírus entre gays e transexuais.
Em países como a Bolívia, Jamaica, México, Mianmar, Tailândia, Trinidad e Tobago e Zâmbia, a porcentagem de homossexuais contagiados por HIV ultrapassa os 20%, e em alguns casos chega a 40%, segundo afirma o relatório da OMS, apresentado nesta terça-feira em Genebra.
No caso dos transexuais, as taxas de contágio variam entre 8% e 68%, dependendo do país, embora em muitos casos os dados não sejam confiáveis pelo fato da comunidade homossexual não ser legalmente reconhecida.
A OMS lembra que em muitos países estas pessoas são estigmatizadas, o que pode fazer com que não recorram aos serviços de atendimento médico, nem recebam tratamento por medo de serem humilhadas caso seja rompido o pacto de sigilo médico-paciente.
Atualmente, mais de 75 países criminalizam os homossexuais e transexuais, privando-os de direitos fundamentais, como o atendimento médico.
Segundo os dados por regiões, a prevalência de infecções de HIV entre homossexuais na África Subsaariana oscila entre 6% e 31%, enquanto na Ásia os homossexuais apresentam 18 vezes mais probabilidades de contrair o HIV do que a população heterossexual.
Na América Latina, cerca da metade das contaminações por HIV acontece entre gays.
As recomendações do relatório são dirigidas a políticos, profissionais de saúde e aos homossexuais e transexuais, com o objetivo de fomentar a prevenção por meio da camisinha.
"Não podemos reduzir a propagação da infecção por HIV no mundo se não forem atendidas as necessidades particulares destes grupos da população", declarou o diretor do departamento de HIV/Aids da OMS, Gottfried Hirnschall.
As novas diretrizes da OMS foram preparadas ao longo do ano passado mediante consultas mundiais das quais participaram funcionários da saúde pública, cientistas e representantes de organizações da sociedade civil.
FONTE CLICK AQUI
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  22/06/2011 - 12h43

OMS faz guia para enfrentar avanço da Aids entre gays

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
A OMS (Organização Mundial da Saúde) lançou na terça-feira (21), pela primeira vez, diretrizes e recomendações para ampliar o tratamento e a prevenção da Aids entre homens homossexuais e transexuais.
Sexo anal traz dano aumentado para grupo
Homossexuais têm 20 vezes mais chance de contrair HIV, diz OMS
Um dos motivos que levou à elaboração do relatório é a preocupação com o recrudescimento das taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais, principalmente em países industrializados.
Com as diretrizes, a OMS pretende diminuir as barreiras impostas pelo estigma de ser homossexual, de forma que esse grupo tenha mais acesso aos serviços de saúde.
Segundo um estudo publicado em 2009 no periódico "Annals of Epidemiology", no qual a OMS se baseou, as taxas de infecção do HIV entre homens homossexuais em oito países, como EUA e Reino Unido, aumentaram 3,3% ao ano entre 2000 e 2005.
Entre 1996 e 2000, essa taxa havia caído 5,2% ao ano.
Dados da OMS também mostram epidemias do vírus recém-identificadas entre homossexuais e transexuais em países como Bolívia, Jamaica, México, Tailândia, Trinidad e Tobago e Zâmbia.
Na América Latina, estima-se que metade das infecções do vírus tenham origem em relações sexuais desprotegidas entre homens.
A organização afirma ainda que homens homossexuais têm 20 vezes mais chance de contrair HIV do que os homens heterossexuais.
BANALIZAÇÃO
Para o infectologista Jean Gorinchteyn, o documento da OMS deve dar início a uma nova mudança da prática sexual entre esse grupo, da mesma forma registrada no início da epidemia da Aids, na década de 1980.
"Hoje há uma ideia distorcida de que a existência dos antirretrovirais dá direito ao sexo desprotegido, sem riscos, e houve uma banalização do uso do preservativo."
Segundo Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, mesmo com a estabilização geral da epidemia há grupos mais vulneráveis que continuam com taxas altas, como os homossexuais, usuários de drogas e prostitutas.
PRECONCEITO
Para a OMS, o estigma e a criminalização das relações homossexuais em muitos países são barreiras para o tratamento. Mais de 70 países criminalizam os homossexuais e transexuais, privando-os do atendimento médico.
As 21 recomendações do relatório são dirigidas a políticos, profissionais de saúde, organizações não governamentais e à comunidade.
Entre as diretrizes, está a criação de leis e medidas contra o preconceito para proteger os direitos de homossexuais e transexuais, o uso de camisinha e a garantia do atendimento de saúde.
"Não podemos reverter a propagação da infecção por HIV no mundo se não forem atendidas as necessidades particulares desses grupos da população", disse Gottfried Hirnschall, diretor do departamento de HIV/Aids da OMS.
De acordo com Greco, existe uma ideia de que a epidemia da Aids está resolvida. "Mas ainda há mortalidade, preconceito e agressões a homossexuais", afirma.

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Arte

sábado, 2 de março de 2013

A AIDS E OS GAYS 1

Eu como o "dono" deste Blog , tenho tremendo respeito pelos gays .




Trato aqui apenas de informar o que os Politicamente corretos tem medo de fazer 



de um site gay
http://www.athosgls.com.br/noticias_visualiza.php?contcod=31772





Contágio com Aids cresce entre homossexuais americanos05/08/2011:Apesar de a epidemia da Aids estar paralisada em todo o mundo devido as campanhas de conscientização, entre os homossexuais, ainda existe uma ligação muito forte nas Américas.Nos Estados Unidos, dentre gays o aumento é grande e, inclusive, foi o único segmento a registrar crescimento.Vale lembrar que, no Brasil, homossexuais têm 18 vezes mais Aids do que os héteros.






FONTE CLICK  AQUI



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http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/casos-de-aids-estabilizam-nos-eua-gays-sao-os-mais-afetados,92588c275900b310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html



Casos de Aids estabilizam nos EUA; gays são os mais afetados

O Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) revelou nesta quarta-feira que os casos de aids nos Estados Unidos estabilizaram em torno de 50 mil ao ano entre 2006 e 2009, mas advertiu que foi registrado um "alarmante aumento" entre os jovens negros homossexuais.
"Após 30 anos de epidemia da aids, cerca de 50 mil pessoas nos EUA ainda são infectadas por ano. Só a categoria de homossexuais registrou um aumento, e isto é particularmente preocupante entre os afro-americanos", disse Thomas Frieden, diretor do CDC ao apresentar os resultados.
Em 2006, foram registrados 48.600 casos; em 2007 - 56.000; em 2008 - 47.800; e 48.100 em 2009, segundo o CDC. Os dados revelam uma estabilização estatística dos contágios, com uma média de 50.000 anuais.
Em 2009, e por grupos, o maior número de soropositivos se deu entre os homens brancos homossexuais com 11.400, seguidos pelos negros homossexuais com 10.800, os hispânicos homossexuais com 6.000 e as mulheres negras com 5.400 casos.
"Embora reconheçamos os esforços de prevenção que permitiram evitar os incrementos totais do contágio da aids nos EUA, e reduziram significativamente os casos de 130.000 anuais da metade da década de 1980, nos estagnamos em um nível inaceitavelmente alto", alertou Kevin Fenton, diretor do departamento de aids do CDC.
"Sem muita dificuldade, é provável que tenhamos que enfrentar outra época de taxas de infecção crescentes e maiores custos sanitários para uma doença que pode ser prevenida e já afeta mais de um milhão de pessoas neste país", afirmou Fenton.
A comunidade homossexual continua liderando os novos casos com cerca do 61% - 29.300 registros. Desse total, os jovens de entre 13 e 29 anos representam 27%, com 12.900 casos em 2009.
Em relação à cor da pele, os negros são os mais afetados com 44% dos casos nesse mesmo ano e têm uma taxa de contágio 9 vezes maior que a dos brancos.
Já as afro-americanas, a taxa de contágio chega a ser 15 vezes maior que a das brancas.
A comunidade hispânica também sofre taxas mais altas que a dos brancos, representando 20% dos casos detectados em 2009, com 2,5 vezes mais ocorrências que os homens brancos e 4 vezes mais nas mulheres.
As taxas de infecção em 2009 por origem foram 61% por meio de sexo gay e bissexual, 27%, mediante sexo hetero e 9% por drogas injetáveis.
Os resultados foram baseados em um novo exame de sangue, denominado "BED" e desenvolvido em 2005, que diferencia recentes contágios dos antigos por meio da medição dos anticorpos de aids no sangue em relação ao total de anticorpos.
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http://paroutudo.com/2011/08/03/aids-so-cresce-dentre-homossexuais-nos-eua/



Aids e homossexuais ainda possuem uma ligação muito forte nas Américas. O novo reforço a essa afirmação vêm dos Estados Unidos. Apesar de a epidemia ter se estabilizado de forma geral no país, dentre gays o aumento é grande. E foi o único segmento a registrar crescimento.
Dos 48.100 mil casos registrados em 2009, 61% foram de homossexuais. A preocupação é maior ainda com os negros, que têm taxa de infecção nove vezes maior do que a de brancos.
Quem pensa que a aids já não afeta mais tanto os homo e bissexuais não encontra base alguma na realidade. Lembrando que, no Brasil, homossexuais têm 18 vezes mais aids do que os héteros.
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http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/eua-casos-de-hiv-diminuem-entre-negras-mas-crescem-entre-gays,aa7e448f242bb310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
 
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• • atualizado às 20h49

EUA: casos de HIV diminuem entre negras, mas crescem entre gays


Menos mulheres negras dos Estados Unidos estão sendo contaminadas com o vírus HIV, mas o número de novos casos entre homens jovens homossexuais e bissexuais está crescendo, segundo autoridades. Entre 2008 e 2010, o número de novos casos entre mulheres negras caiu 21%, de acordo com o Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC, um órgão federal).

Apesar disso, esse grupo ainda representa 70% de todos os novos casos do vírus causador da aids entre mulheres dos EUA. A taxa de novas infecções entre mulheres negras é 20 vezes superior à taxa para mulheres brancas, segundo o CDC.

Nesses mesmos dois anos, o número de novas contaminações entre jovens gays e bissexuais aumentou 22%. O número de novos diagnósticos do HIV na população geral dos EUA permaneceu inalterado de 2008 para 2010, com cerca de 47,5 mil registros.

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 http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI211817-EI298,00-Aids+volta+a+crescer+entre+os+gays+diz+ONU.html


Aids volta a crescer entre os gays, diz ONU



Campanhas exclusivamente para os gays são poucas na América Latina. Foto: DivulgaçãoCampanhas exclusivamente para os gays são poucas na América Latina
Foto: Divulgação
Um levantamento recente realizado pelo Unaids (órgão das Nações Unidas para o combate à aids) mostra que a maior parte dos países da América Latina destinam menos de 1% de seus recursos para campanhas de prevenção à aids entre a população homossexual masculina. Segundo Luiz Antonio Loures, diretor para Europa e Américas do Unaids, essa quantia é desproporcional ao número de gays infectados neses países. "Acho que a situação entre os gays na América Latina é emergencial. As campanhas precisam incluir mais a população gay. Caso contrário, os casos aumentarão ainda mais. Em alguns países da América Latina, especialmente da América Central, por exemplo, 20% dos homossexuais já estão infectados pelo HIV", diz Loures.
O diretor do Unaids culpa a falta de investimentos em campanhas para homossexuais de ser a uma das responsáveis por essa nova explosão da aids entre os gays. A falta de investimentos estaria fazendo que até os dados de contaminação entre os gays ficassem ultrapassados.
Infecções voltam nos EUA
No continente americano, cerca de 70% das mortes por aids ocorreram entre gays. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estados Unidos, os homossexuais masculinos têm até 30 vezes mais riscos de contrair o HIV.
O mesmo CDC divulgou recentemente uma pesquisa que mostrou a gravidade da situação dos homossexuais. Hoje, 4,4% dos gays e bissexuais entre 23 e 29 anos nos Estados Unidos são infectados anualmente. Entre os negros, o índice chega a quase 15%.
"Os números mostram que, no caso dos gays, estamos mais próximos a índices da década de 80, quando a aids surgiu, do que dos números da década de 90, quando a terapia e as campanhas de prevenção proporcionaram um maior controle da aids", explica Linda Valleroy, coordenadora da pesquisa.
O estudo analisou três mil homossexuais e bissexuais que passaram por testes de HIV anonimamente entre 1998 e 2000 em seis das principais cidades americanas (Baltimore, Dallas, Los Angeles, Miami, Nova York e Seattle). Além da ausência de campanhas de prevenção, o CDC atribui o crescimento da aids ao fato de os gays jovens terem se tornado sexualmente ativos em um momento em que a doença estava ligeiramente sob controle nos Estados Unidos.
"Com a terapia antiretroviral, um soropositivo tem uma vida completamente normal e uma aparência também. Mas continua espalhando a aids", diz Phil Wilson, da Universidade da Califórnia.
Para ele, também não há mensagens suficientemente claras de que a aids é uma doença tão séria, o que acaba levando muitas pessoas a não se preocuparem com ela, já que há um tratamento. "Muita gente não tem noção de que o preço que se paga é alto demais", avalia.
Para Luiz Loures, é fundamental a existência de campanhas específicas para homossexuais. "A mensagem pode ser a mesma: faça sexo seguro. Mas os gays precisam ter mais grupos nos quais eles possam discutir o  problema de forma mais clara", diz Loures.
Brasil não estaria incluído no grupo
No Brasil, 20% dos casos de HIV hoje estão entre os homossexuais masculinos. Mas Alexangre Grangeiro, diretor do Programa Nacional de DST e aids, afirma que o levantamento do Unaids precisa ser analisado com cautela e que o Brasil não estaria incluído neste grupo de países que negligencia os homossexuais em suas campanhas.
"Os países avaliados pelo Unaids podem ter uma tradição homofóbica e não realizarem campanhas para homossexuais. No Brasil, não há mais tanto preconceito e nossas campanhas são abrangentes: distribuímos camisinhas, medicamentos, realizamos testagem de HIV e campanhas de prevenção que atingem toda a população, sem separar quem é gay de quem não é", explica o diretor.
Grangeiro lembra ainda que o Brasil é o único país da América Latina que já realizou campanhas de prevenção à aids exclusivamente voltadas para homossexuais, embora reconheça que elas ocorrem em menor escala que as realizadas para a população em geral.
"Mesmo assim, todas as campanhas incluem os gays", diz. Por isso, segundo ele, não seria possível contabilizar separadamente os recursos que são destinados a cada público, o que é usado como base para a  afirmação da Unaids.
FONTE CLICK AQUI 

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  http://juliosevero.blogspot.com.br/2003/12/homossexuais-admitem-culpa-na-questo.html

6 de dezembro de 2003



Homossexuais admitem culpa na questão da AIDS

Homossexuais admitem culpa na questão da AIDS
Estudo é visto como a primeira vez em que a comunidade gay percebe com honestidade as conseqüências de seu estilo de vida
6 de dezembro de 2003


© 2003 WorldNetDaily.com 

Um grupo da cidade de Seattle que luta contra a AIDS publicou um manifesto que despertou controvérsia entre os homossexuais porque reconhece que os homens homossexuais precisam aceitar sua responsabilidade pelos excessos sexuais que espalham a doença.

O documento inclui a afirmação comum de que o uso da camisinha é a resposta máxima para impedir a propagação da AIDS, relata Family News in Focus, um serviço noticioso da entidade evangélica Focus on the Family (fundada pelo Dr. James Dobson).

Contudo, o estudo também inclui declarações que demonstram consciência com relação aos perigos do estilo de vida, tais como “os homens precisam agir contra condutas… responsáveis pelo aumento na propagação da doença”.

Quinten Welch, educator e consultor do Public Health-Seattle & King County, crê que seu relatório é a primeira vez em que a comunidade homossexual examina honestamente as causas da doença, disposta a repensar o chamado uso da camisinha como “sexo seguro”.

“Nada é 100 por cento eficiente”, disse ele. “A abstinência sempre deve fazer parte da idéia de todas as pessoas de como manter sexo mais seguro”.
Randy Thomas, do grupo cristão Exodus Internacional (que ministra para pessoas que querem deixar o estilo de vida homossexual), afirmou que o relatório é um passo importante.


“É hora de a comunidade gay sair do armário da negação sobre as conseqüências sérias do HIV e as responsabilidades que os homossexuais têm nessa questão”, declarou ele.

Thomas crê que a resposta máxima, porém, é um relacionamento restaurado com Deus e que “para que isso aconteça, a igreja vai precisar alcançar os de fora”.

Tradução: www.juliosevero.com 

http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=35994
FONTE CLICK AQUI
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 http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2011/11/28/aids-aumenta-entre-jovens-homossexuais-diz-ministerio-da-saude.htm
Aids aumenta entre jovens homossexuais,





 diz  Ministério da Saúde

Camila Campanerut
Do UOL Notícias, em Brasília




A prevalência da Aids no Brasil se mantém estável, mas o aumento dos casos em grupos específicos, como o de jovens homossexuais e de mulheres de 13 a 19 anos, é motivo de preocupação, como mostram os dados do Boletim Epidemiológico Aids/DST 2011, divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde. Essas populações são o foco da campanha que o governo lança no dia 1º, Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

Homens que fazem sexo
com outros homens

Em 1990, 25,2% dos jovens de 15 a 24 anos infectados pelo vírus da Aids eram homens que fazem sexo com outros homens. Em 2010, essa proporção aumentou para 46,4% (veja gráfico abaixo).

Entre os jovens gays de 18 a 24 anos, a prevalência da doença é de 4,3%. Quando comparados com os jovens em geral, a chance de um jovem gay estar infectado pelo HIV é 13 vezes maior.
O levantamento mostra que há 630 mil pessoas com o vírus da Aids no país - o que equivale a cerca de 0,6% da população. Entre 2009 e 2010, o número de casos novos notificados teve leve redução, de 18.8/100 mil habitantes para 17,9/100 mil habitantes. Outra boa notícia é a redução da taxa de mortalidade: em 12 anos, a taxa de incidência baixou de 7,6 para 6,3 a cada 100 mil pessoas, uma queda de 17%.
Gays e garotas
Para alguns grupos específicos, no entanto, a incidência aumentou. Entre jovens homossexuais, passou de 24,3 casos por 100 mil habitantes para 26,9.
A prevalência da doença entre os jovens gays de 18 a 24 anos, hoje, é de 4,3%. Segundo a pesquisa, a chance de um rapaz homossexual estar infectado pelo HIV é 13 vezes maior em relação aos jovens em geral.
O aumento dos casos em garotas de 13 a 19 anos é outro ponto que preocupa o Ministério da Saúde. Esse grupo foi o único no qual as mulheres ultrapassaram os homens no ano passado (2,9 casos contra 2,5 por 100 mil habitantes).
“O maior aumento [em termos de vulnerabilidade] foi entre jovens gays, jovens travestis e mulheres de 13 a 19 anos; isso chama muito a atenção”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A tendência do crescimento da doença entre o público jovem é mundial. Relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, divulgado na última segunda-feira (21), mostra que, apenas em 2010, houve mais de 7.000 novas infecções por dia em todo o mundo, dos quais 34% entre jovens de 15 a 24 anos.
Homens e mulheres

País tem quase 100 novos casos de Aids por dia

Apesar de o Ministério da Saúde comemorar a estabilidade da Aids no Brasil, a doença está longe de ser um problema superado. São 35 mil novos casos por ano, ou quase 100 novas infecções por dia.

A mortalidade resultante da doença também diminuiu bastante nos últimos anos, mas ainda é expressiva: são 11 mil mortes por ano, em média

A pesquisa mostrou, ainda, que a diferença entre homens e mulheres infectados é cada vez menor. Em 1989, eram seis homens para cada mulher infectada. Em 2010, a razão é de 1,7 homem para cada mulher.
Na faixa etária acima de 50 anos, a taxa de incidência de Aids em mulheres aumentou quase 76% entre 1998 e 2010 (de 5,8 por 100 mil habitantes para 10,2). Nos homens dessa faixa etária, passou de 14,5 casos por 100 mil habitantes para 18,8 no mesmo período.
Queda em transmissão de mãe para filho
Um dos resultados apontados como consequência de campanhas foi a diminuição da transmissão vertical – quando a mãe infectada passa o vírus para o bebê. Houve uma queda de mais de 40% entre 1998 a 2010, segundo o Ministério.
“O acesso das mulheres ao diagnóstico no pré-natal foi fundamental”, afirmou o  coordenador da Unaids no Brasil, Pedro Chequer.

  • Ministério da Saúde Gráfico mostra como a proporção de infectados de 15 a 24 anos aumentou entre homens que fazem sexo com homens (HSH) e diminuiu entre usuários de drogas injetáveis (UDI)
  • Cresce o contágio da aids entre jovens gays e idosos
  • Homens deixam camisinha de lado e crescem nas estatísticas do HIV

    Fernanda Aranda, iG São Paulo | 


    Getty Images
    Jovens homossexuais e cinquentões heteros estão mais visíveis nas estatísticas da aids. Encontros são marcados em casas noturnas e bailes da terceira idade
    Na sala escura da boate gay e nos encontros marcados após o baile da terceira idade, os homens brasileiros de todas as idades e orientações sexuais têm deixado a camisinha de lado e, por isso, crescido nas estatísticas daaids. O novo boletim do Ministério da Saúde, que mapeia os casos de contaminação pelo vírus HIV, revela a vulnerabilidade generalizada, impulsionada pelo uso de drogas – seja o ecstasy ou o Viagra.
    Saiba tudo sobre aids na Enciclopédia da Saúde
    A proporção de registros entre homossexuais de 13 a 24 anos bateu recorde. Este grupo, em 2010, somou 35,1% do total de infecções masculinas na faixa etária, a maior taxa desde o início da epidemia, em 1980. Simultaneamente, entre os mais maduros, os heterossexuais são maioria dos infectados e acima dos 30 anos representam 43%.
    Leia também: Descoberta da aids completa 30 anos
    “Não há orientação sexual de risco e sim comportamento perigoso para a aids, muito influenciado pelo abuso de álcool. E os homens, de forma geral, têm negligenciado bastante o preservativo. É um panorama alarmante”, afirma um dos principais infectologistas do País, Artur Timerman, que atua nas redes públicas e privadas de saúde. No último ano, entre seus pacientes, há um casal de 14 e 15 anos, ambos soropositivos e uma senhora de 82 que adquiriu o vírus do marido, de 78 anos.

    Evolução de casos em homossexuais em homens entre 13 e 24 anos

    Grupo etário está mais negligente com a camisinha. Dados em porcentagem:
    Gerando gráfico...
    Ministério da Saúde
    Indiferenças
    No início do mês, J.F, 31 anos, morreu e o atestado de óbito teve origem na infecção do vírus HIV, descoberta tarde demais para que os coquetéis de remédios fizessem efeitos e revertessem o quadro.
    Homossexual - assumido para os amigos e escondido da família - ele sempre teve medo de fazer o teste para confirmar se as transas desprotegidas tinham mesmo resultado na infecção. Emagreceu, mas só quando as diarreias ficaram constantes procurou o médico.
    Jovem bem sucedido na profissão de comunicação, solteiro, nunca foi promíscuo, mas também nunca exigiu proteção em suas relações sexuais eventuais, acertadas em maioria nos encontros no centro paulistano - uma das regiões com alta concentração de casas noturnas para o público gay.
    Em uma destas boates, inclusive, que conta com o chamado “dark room” (sala escura em que tudo pode acontecer mas onde só entra quem quer) a falta de temor com as doenças sexualmente transmissíveis (DST) fica exposta no chão. “Eles (a casa) até distribuem camisinha para quem vai entrar. Mas os preservativos ficam fechados e lacrados, jogados no fim da noitada e recolhidos pelo pessoal da faxina”, conta um dos frequentadores. A indiferença com a possibilidade de contrair aids ou qualquer outra DST também marca os encontros dos “cinquentões” heterossexuais. “Minha geração não aprendeu a usar camisinha. Eu, até descobrir ser soropositivo, nunca tinha usado uma vez sequer e tinha uma média de 18 parceiras por ano”, conta S.C., 59 anos, que trabalha com comércio exterior, mora na zona oeste paulistana e é um autodefinido “apaixonado pelas mulheres”.
    Agora, ele não só aprendeu a usar medicamentos para a disfunção erétil, como após a ereção garantida, cobri-la com preservativo. “Podia ter aprendido antes. Mas tenho amigos que mesmo acompanhando de perto o meu caso continuam deixando a camisinha como um enfeite na carteira.”
FONTE CLICK AQUI


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  • Gays, travestis e outros homens que fazem sexo com 

    homens

Desde o início da epidemia, na década de 1980, a infecção pelo HIV tem sido um problema crítico de saúde principalmente entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens. Esse grupo permanece vulnerável à aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis por ainda haver preconceito e estigma e pela carência de leis que criminalizem a violência cometida contra um homossexual.
Na tentativa de reduzir os casos de infecção entre gays e travestis, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais lançou, em março de 2008, o Plano de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre população de Gays, HSH e Travestis. O plano traça diretrizes de combate às vulnerabilidades sofridas por esse segmento por meio de agendas afirmativas com estados e municípios. As ações específicas de prevenção são realizadas diretamente nos municípios junto a gays e outros HSH, por meio da gestão municipal e da atuação de organizações da sociedade civil, pioneiras no trabalho de educação entre pares e responsáveis por uma parte significativa da atual cobertura junto a esse grupo.

Respeito à diversidade
Ao longo dos anos, tem-se investido em estratégias no campo da cidadania, esperando reduzir a vulnerabilidade de gays e outros HSH. Assim, prioriza-se o apoio a ações de desenvolvimento institucional para o fortalecimento político das organizações da sociedade civil. Um exemplo disso é o apoio às Paradas do Orgulho Gay, desde 1999. Outra grande conquista é o Programa Brasil Sem Homofobia. Como resultado do compromisso assumido nesse programa do governo federal, o Ministério da Saúde constituiu o Comitê Técnico de Saúde da População GLTB, formado por todas as áreas do Ministério da Saúde, por meio do qual se pretende atender às prioridades no campo da saúde para o cumprimento integral do princípio de equidade e acessibilidade do SUS. Ao longo dos anos, foram elaboradas campanhas educativas específicas que destacam a luta contra o preconceito como prioridade e como estratégia para combate às DST/HIV/aids.

 FONTE CLICK AQUI



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CDC HIV/AIDS Fact Sheet
HIV/AIDS among
Women Who Have Sex
with Women
1-800-CDC-INFO (232-4636)
In English, en Español
24 Hours/Day
cdcinfo@cdc.gov
http://www.cdc.gov/hiv
June 2006
To date, there are no confirmed cases of female-
to-female sexual transmission of HIV in the
United States database (K. McDavid, CDC, oral
communication, March 2005). However, case
reports of female-to-female transmission of HIV
and the well-documented risk of female-to-male
transmission [1] indicate that vaginal secretions
and menstrual blood are potentially infectious
and that mucous membrane (for example, oral,
vaginal) exposure to these secretions has the
potential to lead to HIV infection.
STATISTICS
The following information comes from CDC
unpublished data.
Through December 2004, a total of 246,461
women were reported as HIV infected. Of
these, 7,381 were reported to have had sex
with women; however, most had other risk
factors (such as injection drug use, sex with
men who are infected or who have risk factors
for infection, or, more rarely, receipt of blood
or blood products).
Of the 534 (of 7,381) women who were
reported to have had sex only with women,
91% also had another risk factor—typically,
injection drug use.
HIV-infected women whose only initially
reported risk factor is sex with women are
given high priority for follow-up investigation.
As of December 2004, none of these
investigations had confirmed female-to-female
HIV transmission, either because other risk
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