sábado, 18 de março de 2017

Luiz Felipe Pondé


















                                                                             


                                                                           

                                                                         
                                                                               


                                                                         


Uma das causas da caretice 3.0 é a criação da noção de jovem crítico

Ricardo Cammarota/Folhapress
Ilustração Luiz Felipe Pondé de 6.mar.2017

Tem coisa mais brega do que colocar números depois de palavras ou conceitos, como marketing 3.0? Vamos embarcar nessa breguice geral e propor a caretice 3.0. Aquela presente na geração chamada milênio ou Y (e, ao que tudo indica, na Z, mais careta ainda).
Primeiro, vamos esclarecer para quem não sabe: milênio ou Y são jovens nascidos entre 1983 e 2000 (mais ou menos) e "bem de vida". A partir daí viriam os chamados Z. Outra coisa: trabalho com jovens entre 18 e 20 há quase 20 anos e posso dizer com razoável certeza que eles chegam à universidade cada vez mais caretas.
O que confunde é que certos marcadores como liberdade sexual, fumar maconha, ausência de preconceitos, roupas descoladas e posturas políticas progressistas, classicamente considerados índices de comportamento não careta, aparecem nos jovens de hoje de forma bastante evidente. E isso parece indicar que não seriam caretas. Ledo engano. A caretice 3.0 é justamente esta: ela aparece ali onde se imaginava que jamais estaria por causa desses marcadores históricos. O que nos ensina isso?
Antes de tudo, que a caretice não é um traço que se refere ao conteúdo de uma opinião ou atitude, mas à forma com que essa opinião ou atitude se manifesta. E é justamente na forma que aparece a caretice 3.0 nos mais jovens.
Caretice se refere, antes de tudo, à rigidez associada à autoafirmação moral. Os jovens são cada vez mais rígidos e certos de sua pureza moral. E rigidez, como se sabe, é fruto de sofrimento psicológico. Nunca as famílias foram mais disfuncionais e solúveis em água. Pais tontos e melosos querendo ser mães, mães solitárias e estressadas pelas jornadas triplas. As redes sociais e seu debate histérico são muito mais tóxicas do que a televisão jamais foi.
Essa rigidez se revela no fato de que os jovens nunca se levaram tão a sério como os de hoje. Eles têm opiniões claras sobre tudo.
Aborto, sexo, política, Oriente Médio, cinema iraniano, teoria crítica adorniana, sistemas complexos de economia, relação cosmologia-cosmética trans, uso de medicação tarja preta, amor com outras espécies animais, química da lactose, como alimentar sete bilhões de pessoas com hortas caseiras, a eliminação absoluta do sofrimento na vida dos frangos, como alocar um milhão de sírios na Alemanha, sistemas políticos democráticos para o Iêmen, calotas glaciais, formas de vida sob opressão em Marte, como educar filhos que não existem, métodos democráticos de avaliação escolar, fóruns com crianças de cinco anos para votar as leis de mercado, enfim, toda um gama de temas abertos a opiniões rígidas, porque evidentemente simples e facilmente resolvidos numa aula de filosofia contemporânea a partir de Deleuze e Foucault.
Os jovens estão reduzidos a um manual produzido por professores pregadores e mídias sociais furiosas.
No que concerne à relação com os pais, ou esses aderem à caretice 3.0 (quando não são eles mesmos uma das causas dessa caretice 3.0 devido às suas próprias opiniões corretinhas), submetendo-se à pregação no café da manhã, ou abrem uma frente contínua de polêmicas que sempre chegam ao mesmo lugar: a definitiva desqualificação de qualquer forma de consistência argumentativa em favor da preguiça intelectual e afetiva.
Além da calça jeans, o mercado da caretice 3.0 é um dos efeitos evidentes da contracultura dos anos 1960.
Uma das causas mais interessantes desse fenômeno é a criação da noção de jovem crítico. Ser crítico é, talvez, uma das coisas mais fáceis na vida (facilidade essa pouco pensada por todos os pensadores que criaram esse fetiche da crítica): basta você falar mal de tudo o que não gosta de forma arrogante e estar seguro de que você representa o avanço social e político.
A ideia de que fazer a crítica de algo implica um largo repertório intelectual e afetivo de experiências revelou-se falsa. O caminho mais curto para a não-educação é tornar pessoas de 15 anos críticas. Nunca mais arrumarão o quarto delas justificando essa atitude, agora, na estupidez do Trump. 

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2017/03/1863904-uma-das-causas-da-caretice-30-e-a-criacao-da-nocao-de-jovem-critico.shtml


segunda-feira, 13 de março de 2017

A mídia nacional e internacional, em seu desespero, já não sabe mais o que fazer.

A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
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A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável
A mídia em pânico: entenda porque a vitória completa da direita ao redor do mundo é inevitável


A mídia nacional e internacional, em seu desespero, já não sabe mais o que fazer. Primeiro trataram o crescimento vertiginoso da direita global com tom apocalíptico, “o retorno do nazismo” gritaram até que seus pulmões ficassem sem ar, “logo estaremos todos em campos de concentração!”. Quando essa patética tática falhou miseravelmente passaram a ‘argumentar’ que a direita nacionalista não tinha chance de vitória, “não se preocupe, Trump e os outros são só palhaços, eles jamais ganharão…”.  A vitória do Brexit, a vitória de Trump e as iminentes vitórias de Le Pen na França, Geert Wilders na Holanda e de outros proeminentes nacionalistas na Europa não foram o suficientes para fazer a mídia caduca mudar de disco, no máximo, eventualmente viram o apetrecho e voltam para o tom apocalítico… quem sabe dessa vez não dá certo?
Independente dos ataques de esquizofrenia da mídia uma coisa é certa, a eventual, completa e absoluta vitória da direita no ocidente é inevitável, não que a míope imprensa, incapaz de competentemente prever o tempo meras hora a sua frente, seja capaz de o perceber.  A ironia é que os milhões de refugiados que a esquerda tão entusiasmadamente exigiu a importação são justamente as sementes dessa imparável ascensão. Que os milhões de muçulmanos trazidos para o ocidente possuem uma cultura incompatível com a nossa, até os mais lesados são capazes de observar. Porém, é justamente nas presunções falaciosas da esquerda que estão a garantia vitória da direita. A ideia predominante é que apesar dos problemas óbvios do imigrantes como o baixo nível educacional, a cultura e etc, esses rapidamente desapareceriam assim que a nova geração, os descendentes de imigrantes, fossem expostos a uma criação dentro do ‘exemplar’ sistema educacional do ocidente. Dane-se o fato de a evidências, a muito já estarem disponíveis para aqueles com estômago para digeri-las.  Os estudos mostram de forma inequívoca que a taxa de radicalização entre a segunda e terceira geração de imigrantes é vastamente pior, assim como índices de crime. Essa redução para as origens é uma observação que a muito foi feita por cientistas, e ocorre devido a muitas vezes os imigrantes serem, apesar de suas já acentuadas limitações comparados aos nativos europeus, os melhores exemplares que seus países de origem tem a oferecer. Os filhos dessa primeira geração porem tendem a retornar para o padrão encontrado em países de origem, e quando esses países vão do Afeganistão a Somália as perspectivas não são nada boas.
A outra peça do quebra cabeça que garante o ressurgimento da direita é a taxa de natalidade. A taxa de natalidade dos milhões de imigrantes é várias vezes maior do que aquela encontrada na população nativa européia, o que significa que em questão de décadas, mesmo que a onda de imigração seja parada, a medida que os descendentes desse imigrantes passam a formar uma porcentagem cada vez maior da população européia os problemas continuaram a se multiplicar. A falência do estado de bem estar social será uma das primeiras baixas em uma serie alterações da realidade ocidental. E com essa mudanças é inevitável a busca dos nativos por resposta que apenas a direita é capaz de prover. Vamos torcer para que os moderados, como Trump, Le Pen e etc, apesar dos constantes e perversos ataques da mídia sejam capazes de fazer as reformas necessárias para salvar o ocidente do dilúvio populacional causado pela esquerda. Caso contrário, dentro de uma geração a mídia irá conhecer a verdadeira direita radical.


http://www.cesarweis.com/a-midia-em-panico-entenda-porque-a-vitoria-completa-da-direita-ao-redor-do-mundo-e-inevitavel/



quarta-feira, 8 de março de 2017

Adriana Bianchi Godóy Medrado , sim Medrado

Adriana Bianchi Godóy Medrado , sim Medrado. Escrevo essas linhas acreditando que você vai ler em algum momento e refletir . O que eu quero é seu perdão .Viver sem você é como viver sem metade de meu corpo . É a estranha sensação de um vazio que só você pode Preencher . Sei que você é Cristã e segundo as palavras de Jesus o casamento é indissolúvel . Mateus 19.8 deixa isso bem claro "Disse-lhes ele: Pela dureza de vossos corações Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas não foi assim desde o princípio." "Marcos 10:5 Esclareceu-lhes Jesus: “Moisés vos deixou escrita essa lei por causa da dureza dos vossos corações!”. Creio também que você vai obedecer a Jesus que nos ensinou sobre o perdão . Não é um perdão conforme os parâmetros deste mundo , ele pediu para que perdoasse como ele perdoou. Ele não perdoou dizendo perdoo mas não quero viver com você . Se assim fosse nós não entraríamos no Paraíso . Veja que Deus dá tanta importância ao casamento quanto a nossa salvação , pois ele por analogia nos chama de noiva e ele de esposo .É uma analogia que nenhum Cristão pode refutar , pois foi o Próprio Deus que assim fez . Te amo e pra sempre te amarei .



Todo Azul do Mar
Foi assim
Como ver o mar
A primeira vez
Que meus olhos
Se viram no seu olhar
Não tive a intenção
De me apaixonar
Mera distração e já era
Momento de se gostar
Quando eu dei por mim
Nem tentei fugir
Do visgo que me prendeu
Dentro do seu olhar
Quando eu mergulhei
No azul do mar
Sabia que era amor
E vinha pra ficar
Daria pra pintar
Todo azul do céu
Dava pra encher o universo
Da vida que eu quis pra mim
Tudo que eu fiz
Foi me confessar
Escravo do seu amor
Livre pra amar
Quando eu mergulhei
Fundo nesse olhar
Fui dono