quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

IDEOLOGIA DE GÊNERO - CONSEQUÊNCIAS

Manuel Doria adicionou 4 comentários a isso.

To allow transgender women to compete in female sports is fundamentally unfair and I concur with the prediction that this will significantly disrupt professional female competition in the near future. Allow me to elaborate some reasons why:
1) Men on average are taller than women and prima facie, "trans women" on average are taller than "cis women". Greater height incurs statistically in several advantages for several sports such as greater hands, greater reach, greater visibility and greater trunk strength. In particular, these features tend to be advantageous for team games like basketball, volleyball and handball.
2) Men on average fare better than women in many visuospatial tasks due to sexual dimorphism in the visual cortex. It is unknown if one year of testosterone suppression therapy and some years of male-to-female hormone replacement therapy with estrogens in an *adult* brain is enough to revert, through neuroplasticity, this visuospatial advantage. Ceteris paribus, this confers an advantage in any sport involving for instance hand-eye-coordination or foot-eye-coordination, such as golf, football and ping pong.
3) Many trans women athletes transition after competing at elite level sports as males. This prima facie confers them psychological and cognitive advantages for having developed motor engrams under competitive levels that do not exist in female sports. For instance, in strength sports, a transitioned male-to-female olympic weightlifter may still carry motor circuitry that were formed while snatching loads no woman has been physically able to lift.
I could go on and mention several additional advantages related to other sex differences such as body type, bone density, phenotype variability and hormones (trans women athletes for instance are allowed to have greater basal testosterone levels than females from birth) .
An objective test for fairness is quite easy to do; we just have to check if on average, trans women athletes are having athletic performance statistically equivalent to athletes who are females from birth. Given existing anecdotal evidence, I believe that unfortunately, this isn't the case; transgender woman athletes that are not sufficiently competitive to compete as males are receiving incentives to transition in order to achieve athletic milestones. And that is unfair to women.

Permitir que as mulheres transexuais concorram no desporto feminino é fundamentalmente injusto e concordo com a previsão de que isso irá perturbar significativamente a concorrência profissional feminina num futuro próximo. Permitam-me que elabore algumas razões:

1) homens em média são mais altos do que mulheres e prima facie, " as mulheres trans " em média são mais altas do que " Mulheres da cei ". maior altura incorre estatisticamente em várias vantagens para vários esportes, tais como mãos maiores, maior alcance, maior visibilidade E maior força de tronco. Em particular, estas características tendem a ser vantajosas para jogos de equipe como basquete, voleibol e handebol.

2) homens em tarifa média melhor que as mulheres em muitas tarefas visuo devido ao dimorfismo sexual no córtex visual. Desconhece-se se um ano de terapia de supressão de testosterona e alguns anos de terapêutica hormonal de substituição de hormona masculina com estrogénios em um cérebro * Adulto * é suficiente para reverter, através da neuroplasticidade, esta vantagem visuo. Igualdade de, isto confere uma vantagem em qualquer desporto que envolva, por exemplo, coordenação manual ou coordenação dos olhos, como o golfe, o futebol e o pingue-pongue.

3) muitas mulheres trans-atletas transição depois de competir no nível de elite esportes como machos. Esta prima facie confere-lhes vantagens psicológicas e cognitivas por terem desenvolvido engramas de motor em níveis competitivos que não existem no desporto feminino. Por exemplo, em desportos de força, a transição de um halterofilista masculino para o feminino pode ainda transportar circuitos de motor que foram formados ao roubar cargas que nenhuma mulher foi fisicamente capaz de levantar.

Poderia falar várias vantagens adicionais relacionadas com outras diferenças sexuais, como o tipo de corpo, a densidade óssea, a variabilidade do fenótipo e as hormonas (atletas de mulheres trans, por exemplo, são autorizados a ter níveis de testosterona basais maiores do que as fêmeas desde o nascimento).

Um teste objectivo para a justiça é muito fácil de fazer; só temos de verificar se, em média, os atletas das mulheres trans estão a ter desempenho atlético estatisticamente equivalente aos atletas que são fêmeas desde o nascimento. Dadas as evidências anedótica existentes, acredito que infelizmente, não é o caso; atletas mulheres transexuais que não são suficientemente competitivos para competir como machos estão recebendo incentivos à transição para alcançar Marcos Atléticos. E isso é injusto para as mulheres.


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Brasil é 2º país com menos noção da própria realidade, aponta pesquisa



Brasil é 2º país com menos noção da própria realidade, aponta pesquisa


O Brasil é o segundo país do mundo em que as pessoas mais têm a percepção equivocada sobre a realidade.


Segundo pesquisa realizada em 38 nações para avaliar o conhecimento geral e a interpretação que as pessoas fazem sobre o país em que vivem, os brasileiros só ficaram à frente dos sul-africanos.
A informação faz parte da pesquisa “Os Perigos da Percepção”, realizada pelo instituto Ipsos Mori e divulgada nesta quarta (6). O estudo apresentou aos entrevistados perguntas sobre a realidade de seus países e em seguida comparou a percepção das pessoas com dados oficiais.
O resultado indica que, por todo o mundo, há pouca familiaridade com temas de segurança, imigração, saúde, religião e mesmo tecnologia. Os países que lideram o chamado Índice de Percepção Equivocada são África do Sul, Brasil, Filipinas, Peru e Índia.
O ranking é o equivalente ao que, na mesma pesquisa realizada no ano passado, foi chamado de Índice de Ignorância, uma média computada a partir da diferença entre as respostas fornecidas pelos participantes do estudo (percepções) e os dados oficiais de cada país (realidade).


Naquela ocasião, o Brasil havia ficado em sexto lugar —por mais que não seja possível comparar diretamente os dois levantamentos, já que as perguntas eram diferentes.
Questionado pela Folha, o Ipsos Mori não apresentou justificativa para ter abandonado o termo usado no ano passado. Disse apenas que mudou o nome do ranking.
MUNDO EQUIVOCADO
“Em todos os 38 países analisados, cada população erra muito em sua percepção. Temos percepção mais equivocada em relação ao que é amplamente discutido pela mídia, como mortes por terrorismo, taxas de homicídios, imigração e gravidez de adolescentes”, disse o diretor de pesquisas do Ipsos Mori, Bobby Duffy.
Em escala global, apenas 7% das pessoas acham que a taxa de homicídios em seus países é menor do que a registrada no ano 2000, por mais que a maioria dos países tenha reduzido a quantidade de mortes desse tipo e apesar do fato de que o total de assassinatos caiu 29% nos locais pesquisados.
No Brasil, 76% dos entrevistados disseram achar que a taxa de homicídios é mais alta hoje do que era no ano 2000, por mais que o Ipsos indique que a taxa atual seja a mesma daquele ano.
De forma semelhante, apenas 19% dos entrevistados de forma global disseram achar que o número de mortes por ataques terroristas foi menor nos últimos 15 anos do que nos 15 anos anteriores, por mais que esta rubrica também tenha registrado queda.


Internacionalmente, as pessoas superestimam a quantidade de imigrantes que estão presos em cada um dos países. A percepção média é de que 28% da população carcerária é formada por imigrantes, quando o número real nos países em que a pesquisa foi feita é de 15%.
Além de tratar de dados sobre segurança, a pesquisa também testou a percepção internacional a respeito de alguns comportamentos.
BEBERRÕES
A Rússia foi citada pela maioria dos entrevistados como sendo o país que mais consome bebidas alcoólicas no mundo, por mais que seja apenas a 7ª colocada no ranking que é liderado, na verdade, pela Bélgica, segundo a pesquisa.
O Brasil é o país em que a população tem a percepção mais errada a respeito da gravidez de adolescentes. Enquanto os entrevistados em média acham que 48% das meninas entre 15 e 19 anos dão à luz, o dado real é de 6,7%.
Por outro lado, o Brasil é um dos países em que menos se acredita que vacinas causem autismo. Apenas 10% dos entrevistados disseram concordar com essa relação.
Para o levantamento, foram ouvidas mais de 29 mil pessoas entre setembro e outubro. Os países que têm uma percepção mais próxima da realidade, segundo a pesquisa, são Suécia, Noruega, Dinamarca, Espanha e Montenegro.
Fonte: Folha de São Paulo.

Corte de impostos feito por Trump foi grande presente de Natal para os americanos


Corte de impostos feito por Trump foi grande presente de Natal para os americanos


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O mais divertido em assistir as matérias da mídia esquerdista em relação ao corte de impostos promovido por Donald Trump nos EUA é a expressão de revolta dos jornalistas.
Abaixo vemos – num vídeo encontrado pela Internet – como Monalisa Perrone e Jorge Pontual estão incomodados em dar a notícia.
A agenda da dupla é a mesma da elite de bilionários que depende dos esquerdistas para aumentar impostos, o que seve apenas ao interesse de tirar pequenos e médios empresários dos negócios e causar desemprego. Como se nota, a esquerda presta serviços a uma elite de megaempresários e nem liga se o povo fica sem empregos.
Seja lá como for, corte de impostos implementado por Trump é praticamente um presente de Natal para os americanos:

NÃO ERA UM GOLPE ?

A imagem pode conter: texto 
Ué... não era um golpe? Agora estão juntos de novo?

NA VERDADE SÃO TUDO DE UMA QUADRILHA SÓ, MAIS UNIDAS DO QUE NUNCA PRA ASSALTAREM O POVO, IDIOTA MESMO Ë QUEM DEFENDE TEMER OU LULA OU A PQP, E NESSA DAÍ QUEM SE LASCA Ë O POVO QUE Ë SEMPRE ASSALTADO POR ESSES PARTIDOS QUE ESTÃO MAIS PRA FACÇÕES DO QUE PRA PARTIDOS ! 


New York Times diz que o Brasil se tornará um país de pobres e miseráveis com Temer e PSDB


New York Times diz que o Brasil se tornará um país de pobres e miseráveis com Temer e PSDB


O jornal norte-americano The New York Times critica a “desigualdade” nas reformas fiscais em curso no Brasil. Em reportagem publicada na sexta-feira, 3, o jornal relata que, enquanto os trabalhadores terão benefícios cortados, juízes e políticos têm aumentos de salários e cita que o Congresso, “em vias de aprovar uma reforma previdenciária”, agora está permitindo que seus membros obtenham pensão vitalícia depois de apenas dois anos.


O texto lembra que Michel Temer defende o corte de gastos, mas não ajudou a sua popularidade realizar um “banquete pago com dinheiro de contribuintes” para persuadir os deputados a aprovarem suas reformas. Para o NYT, embora alguns sinais de recuperação econômica tenham surgido, a situação do povo nas ruas “conta uma história diferente”.
A partir do depoimento de personagens, o jornal afirma que o governo defende que todos precisam aderir ao programa de austeridade, mas sua postura indica que “a pressão é sobre os menos favorecidos”. Menciona que uma das principais “conquistas” do governo Temer – a aprovação de um teto para os gastos públicos – é também um dos seus calcanhares de Aquiles.
“O sistema tem tudo para aumentar a desigualdade, mas Temer está minimizando a ideia de que o Brasil precisa de uma reforma no estilo grego”, comenta Pedro Paulo Zahluth Bastos, economista da Unicamp. A falta de cobrança de impostos sobre os rendimentos de proprietários de ações também é citada como um dos pontos críticos.
A reportagem do correspondente Simon Romero também cita a situação financeira do Rio de Janeiro, que é vista como um “case” da seriedade do problema no Brasil. Em função do descontentamento da população, completa o jornal, políticos ultraconservadores como Jair Bolsonaro vem ganhando espaço no País.
Matéria New York Times.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Se tirarmos as viradas de mesa, o Flamengo é o clube do Rio de Janeiro com mais rebaixamentos na história. EU PROVO

Se tirarmos as viradas de mesa, o Flamengo é o clube do Rio de Janeiro com mais rebaixamentos na história. EU PROVO


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perguntado 16 Maio, 2016 em Futebol por Good Karma

1933: O Rubro Negro terminou na última colocação do estadual, como o Flamengo era um dos donos da federação carioca, jamais cairia pra segunda divisão, o clube fazia parte da criação do regulamento, e os flamenguistas alegam que não havia rebaixamento naquele ano, sendo que em 

1916 já existia segunda e terceira divisão no campeonato carioca. Seria como um senador ou deputado votar na redução do próprio salário, logicamente o Flamengo sendo um dos donos da federação criaria um regulamento favorável a si mesmo. Por isso o rebaixamento moral de fato ocorreu.

1987: Rebaixado segundo as regras da CND, que tinha o rebaixamento como punição por descumprimento do cruzamento dos módulos Verde e Amarelo da Copa Brasil, nome oficial do Campeonato Brasileiro de 1987.

1995: Rebaixado no ano do centenário, o clube só não jogou a série B por manobra da CBF de mudar de 4 pra 2 os rebaixados na penúltima rodada com o rubro negro já rebaixado matematicamente.

2002: "Caso Wendel" onde o flamengo teria de perder 15 pontos por irregularidade do jogador

2013: Ministério Público comprova que a Lusa escalou um jogador irregular de forma consciente devido a suborno, emails vazados do Flamengo mostram o advogado do clube admitindo que sem o "descuido" da Lusa era o flamengo na série B".

2014: Dirigente do clube e membro fiscal da Ferj admite ajuda extra campo da federação pra não cair após o clube está na lanterna.

FONTE http://spaceamigos.com/1088471/tirarmos-viradas-flamengo-janeiro-rebaixamentos-histori

Marcus Valerio XR IDEOLOGIA DE GÊNERO

Já discordei um bocado de masculinistas, conservadores e anti-feministas em geral por defender que a distinção clássica do Feminismo entre Sexo e Gênero é válida sim, só que não no mero sentido usual, sendo o Sexo o dado físico e Gênero o psicológico, onde admito a nítida influência cultural, mas insisto que também é fisicamente embasado.
Alguns querem igualar sexo a gênero, o que é tão impróprio quanto querer igualar cérebro e mente. A dimensão psíquica, ainda que não possa se desligar da física, tem notável autonomia, e pela potência mental humana em si, tem a capacidade de produzir um mundo vastíssimo de significados e símbolos que podem bater de frente contra as mais duras realidade físicas. (Para usar uma terminologia do Emergentismo em Filosofia da Mente, essa dimensão psíquica tem poder causal descendente.)
O conceito de Identidade de Gênero é perfeitamente sustentável, tanto quanto o de Orientação Sexual, e por mais minoritário que seja, Sexo, Orientação Sexual e Identidade de Gênero podem se combinar num total de 14 formas diferentes sem contar os casos de bissexualidade, assexualidade, hermafroditismo, ausência e dupla identidade de gênero, o que em tese poderia elevar a quantidade de combinações para até 48 (EXATAMENTE! Qualquer coisa além disso é bobagem.)
No entanto, a maioria costuma se reunir em grupos praticamente indistinguíveis, e há notórias maiorias dentro dessa minoria que dificilmente chega a 1% da população humana. De modo que é muito difícil, na prática, vislumbrar mais do que uns 8 grupos no máximo onde de fato apenas 4 são numericamente evidentes: Os homossexuais e os transexuais, masculinos e femininos, que por vezes se confundem.
Mas Sim. Existem "Homens Lésbicos" [(homem transexual homossexual (em relação ao seu gênero)], o que tem equivalência prática ao homem heterossexual (em relação ao seu sexo) transexual, mas que tem uma profunda diferença psíquica.
Gera uma confusão enorme, é fato. Mas faz sentido sim.
O que, porém, não tem o menor cabimento é, com base nisso, querer negar a mais evidente e fundamental de todas as realidades em questão, que é a Física. É o sexo, o corpo, que é o dado primordial e fora de dúvida. Pode haver erros de diagnóstico ou mesmo fraudes na identificação do transgênero ou da orientação sexual, mas não tem como alguém forjar um sexo falso e passar como representante do sexo oposto perante uma avaliação médica minimamente cuidadosa. Nem mesmo criteriosas operações cirúrgicas são capazes de eliminar todas as evidências físicas, principalmente a evidência genética contida no DNA. Até mesmo os hermafroditas serão detectados como tal.
É por isso que em toda história humana o critério de agrupamento fundamental sempre foi o físico, pois é o único flagrante e estável, e o único no qual podemos depositar alguma confiança. É o único no qual se baseiam tradições sociais triviais e perenes como a mera divisão de banheiros públicos, pois é completamente evidente que alguém tem uma genitália específica enquanto até mesmo o mais sincero transgênero pode levantar dúvidas mesmo diante de pessoas perfeitamente habituadas a todas essas categorias.
Por isto, o ESPETACULARMENTE EMBLEMÁTICO caso ocorrido no Encontro de Mulheres Estudantes (EME) em Curitiba com relação a um homem lésbico não é algo que será único ou isolado, mas apenas uma pequena demonstração de como todas essas categorias se abalam diante da pura e simples realidade corpórea.
Um exame do caso só pode levar a dois caminhos.
- Ou o caos de teorias de sexualidade divergentes e posturas políticas dentro de Feminismo corrói o próprio movimento por dentro condenando-o ao perpétuo desentendimento, auto destruição e incapacidade de enxergar um palmo adiante das próprias ilusões;
- Ou o movimento consegue harmonizar suas teorias e se deixa esmagar de uma só vez pela força bruta da realidade.
Claro. A terceira opção seria manter a teorização sem negar a realidade física, o que resolveria o problema a não ser pelo fato de que também destruiria o próprio Feminismo, visto que este existe exatamente para negar tal realidade, negação sem a qual o Determinismo Culturalista que sustenta a Teoria do Patriarcado é insustentável.
Rejeitando os dados científicos, odiando a biologia e fugindo da Psicologia Evolutiva como vampiros forem do Sol, as teorias de sexualidade desligadas de um fundamento físico patinam num vazio de possibilidades caóticas que ou se auto destroem, ou mesmo quando conseguem se harmonizar, são facilmente desmanteladas pelo primeiro contato com realidade que tiverem.
Como neste exemplo, onde bastou a presença de um único corpo masculino em meio a uma centena de feministas lésbicas, queer, bissexuais, transgêneros etc, para que, mesmo sem nada mais fazer além de estar lá, todo o movimento desabe sobre si próprio.
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