quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

O que há por trás da ideologia de gênero

 | Brunno Covello/Arquivo Gazeta do Povo



Para começar a discutir a questão do gênero, é preciso compreender que estamos diante de uma “agenda” política internacional e não de um movimento espontâneo ou da defesa de classes, como costumamos ouvir e ler.

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O conceito de “gênero” foi usado pela primeira vez no fim dos anos 60 pelo dr. John Money, psicólogo neozelandês e professor da John Hopkins University, de Baltimore, que manteve o termo restrito à área da psicologia. O dr. Money sustentou que a percepção que as pessoas têm de sua própria sexualidade, a qual denominou “identidade de gênero”, dependeria simplesmente da educação recebida e poderia ser diferente do sexo. Essa teoria veio abaixo quando o dr. Money usou como cobaia dois gêmeos canadenses, um deles educado como menina e o outro, como menino. O gêmeo criado como menina passou a vida sentindo-se diferente e não se encaixava neste papel. O fim da história? O suicídio (o documentário Dr. Money e o menino sem pênis conta essa história na íntegra).
Sequencialmente, entre os anos 60 e 80, o termo ganhou contornos de agenda política de grupos de estudos feministas, patrocinados por grandes fundações, nas maiores universidades americanas. Destacam-se duas autoras deste período, ambas apontando que, para a revolução ser completa, era necessário “abolir a família”. Kate Millet (no livro The Sexual Politics) expõe que seria por meio de uma sexualidade “polimorficamente perversa”. E Shulamith Firestone, em seu livro The Dialectic of Sex, que avança mais no pensamento revolucionário, afirma que “as mulheres e as crianças deveriam ser libertadas para usar sua sexualidade como quiserem” e complementa: “Devemos incluir a opressão das crianças em qualquer programa feminista revolucionário (...) Nossa etapa final deve ser a eliminação das próprias condições da feminilidade e da infância. O tabu do incesto hoje é necessário somente para preservar a família; então, se nós nos desfizermos da família, iremos de fato desfazer-nos das repressões que moldam a sexualidade em formas específicas”. Essa retórica foi baseada no pensamento de Friedrich Engels e Karl Marx, no livro A Origem da Família, a Propriedade Privada e o Estado, que define a família “patriarcal” como a primeira de todas as opressões de classe.
Não há nenhuma base cientifica que sustente as hipóteses dos ideólogos de gênero
 
A partir dos anos 90 surge a maior expoente desta ideologia: Judith Butler, professora do Departamento de Retórica e Literatura Comparada da Universidade da Califórnia em Berkeley. No seu livro Gender Trouble – Feminism and the Subversion of Identity, ela apresenta as ferramentas para a abolição da família através da desconstrução da heteronormatividade, como podemos ver: “Faremos [no terceiro e último capítulo do livro] um esforço para subverter as noções naturalizadas do gênero que dão suporte à hegemonia masculina e ao poder heterossexual, para criar problemas de gênero por meio da confusão subversiva daquelas categorias que buscam manter o gênero como ilusões fundadoras da identidade”.
Portanto, pode-se concluir por que esse ideário é chamado “ideologia de gênero”: trata-se de um conceito unicamente formado por retórica, agindo por meio de convencimento e persuasão, alienando a consciência humana. A afirmação dos ideólogos de gênero é de que nascemos neutros, sem sexo definido; que os órgãos sexuais, os hormônios e os cromossomos não dizem nada sobre a identidade do indíviduo.

Ideologia de Gênero

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Associações científicas têm se pronunciado sobre o tema. Conforme declaração do American College of Pediatricians de março de 2016, a sexualidade humana é uma característica biológica binária objetiva: XY (homem) e XX (mulher) são marcadores genéticos saudáveis – e não marcadores genéticos de uma desordem. A norma da concepção humana é ser masculino ou feminino. A sexualidade humana é planejadamente binária, com o propósito óbvio da reprodução e da prosperidade da nossa espécie. Esse princípio é autoevidente. E continua, dizendo que ninguém nasce com um gênero. Todos nascem com um sexo biológico. E ainda faz uma advertência: ”Condicionar as crianças a acreditar que uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é normal e saudável é abuso infantil. Apoiar a discordância de gênero como normal através da educação pública e de políticas legais confundirá as crianças e os pais, levando mais crianças a procurar ‘clínicas de gênero’, onde tomarão drogas bloqueadoras da puberdade. Por sua vez, isso garantirá que elas ‘escolherão’ uma vida toda de hormônios cancerígenos e tóxicos e provavelmente considerarão passar por uma mutilação cirúrgica desnecessária de partes saudáveis do seu corpo ao chegar à vida adulta”.
Recentemente, no Brasil, a AMD, associação de médicos que estudam questões de diversidade, entre eles o gênero, sustentou a declaração da American College of Pediatricians e completou, advertindo que não há nenhuma base cientifica que sustente as hipóteses dos ideólogos de gênero e que, portanto, não se justifica aplicá-la na educação; isso seria fazer de nossas escolas laboratórios e de nossas crianças, cobaias.
Mas por que tanta pressão em aprovar e implementar na legislação nacional uma ideologia que comprovadamente não tem fundamentação cientifica? Para responder a esta pergunta, é necessário resgatar o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, no seu Decreto 7.037, de 21 de dezembro de 2009, em que se proclama o “Objetivo Estratégico V” (pagina 98, item d): “Reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade”.
O projeto – por enquanto, frustrado – era implementar a ideologia de gênero no sistema educacional brasileiro através da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que será homologada e terá vigor no próximo ano em todas as escolas do país, públicas e privadas. Assim foi feito em vários países, nos quais observamos um alarmante número de crianças confusas sobre o próprio sexo – um exemplo é a Inglaterra, que nos últimos cinco anos registrou aumento em 1.000% do número de crianças que se submetem a tratamento transgênero. Porque é isso que a ideologia de gênero faz: desconstrói a identidade humana por onde passa.
João Luiz Agner Regiani é advogado.

Assaltantes armados TOMAM automóvel da Deputada Maria do Rosário em Porto Alegre

Assaltantes armados TOMAM automóvel da Deputada Maria do Rosário em Porto Alegre

 

Parlamentar carregava com bagagem seu Citroen C3 no bairro Chácara das Pedras, para viagem, quando assaltantes chegaram.
De acordo com o comunicado feito pela parlamentar à Brigada Militar, ela estava carregando com bagagem o seu Citroen C3 para uma viagem quando, por volta das 19h, três ou quatro homens chegaram em um veículo vermelho (Maria do Rosário não soube especificar o modelo) e anunciaram o assalto. Pelo menos um deles estava armado.
O veículo da deputada foi levado. A BM realiza buscas na região para tentar localizá-lo. Maria do Rosário não sofreu ferimentos.
Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2017/12/deputada-maria-do-rosario-tem-o-carro-roubado-em-porto-alegre-cjbpor3wc03rj01p98aymnm69.html

IDEOLOGIA DE GÊNERO - CONSEQUÊNCIAS

Manuel Doria adicionou 4 comentários a isso.

To allow transgender women to compete in female sports is fundamentally unfair and I concur with the prediction that this will significantly disrupt professional female competition in the near future. Allow me to elaborate some reasons why:
1) Men on average are taller than women and prima facie, "trans women" on average are taller than "cis women". Greater height incurs statistically in several advantages for several sports such as greater hands, greater reach, greater visibility and greater trunk strength. In particular, these features tend to be advantageous for team games like basketball, volleyball and handball.
2) Men on average fare better than women in many visuospatial tasks due to sexual dimorphism in the visual cortex. It is unknown if one year of testosterone suppression therapy and some years of male-to-female hormone replacement therapy with estrogens in an *adult* brain is enough to revert, through neuroplasticity, this visuospatial advantage. Ceteris paribus, this confers an advantage in any sport involving for instance hand-eye-coordination or foot-eye-coordination, such as golf, football and ping pong.
3) Many trans women athletes transition after competing at elite level sports as males. This prima facie confers them psychological and cognitive advantages for having developed motor engrams under competitive levels that do not exist in female sports. For instance, in strength sports, a transitioned male-to-female olympic weightlifter may still carry motor circuitry that were formed while snatching loads no woman has been physically able to lift.
I could go on and mention several additional advantages related to other sex differences such as body type, bone density, phenotype variability and hormones (trans women athletes for instance are allowed to have greater basal testosterone levels than females from birth) .
An objective test for fairness is quite easy to do; we just have to check if on average, trans women athletes are having athletic performance statistically equivalent to athletes who are females from birth. Given existing anecdotal evidence, I believe that unfortunately, this isn't the case; transgender woman athletes that are not sufficiently competitive to compete as males are receiving incentives to transition in order to achieve athletic milestones. And that is unfair to women.

Permitir que as mulheres transexuais concorram no desporto feminino é fundamentalmente injusto e concordo com a previsão de que isso irá perturbar significativamente a concorrência profissional feminina num futuro próximo. Permitam-me que elabore algumas razões:

1) homens em média são mais altos do que mulheres e prima facie, " as mulheres trans " em média são mais altas do que " Mulheres da cei ". maior altura incorre estatisticamente em várias vantagens para vários esportes, tais como mãos maiores, maior alcance, maior visibilidade E maior força de tronco. Em particular, estas características tendem a ser vantajosas para jogos de equipe como basquete, voleibol e handebol.

2) homens em tarifa média melhor que as mulheres em muitas tarefas visuo devido ao dimorfismo sexual no córtex visual. Desconhece-se se um ano de terapia de supressão de testosterona e alguns anos de terapêutica hormonal de substituição de hormona masculina com estrogénios em um cérebro * Adulto * é suficiente para reverter, através da neuroplasticidade, esta vantagem visuo. Igualdade de, isto confere uma vantagem em qualquer desporto que envolva, por exemplo, coordenação manual ou coordenação dos olhos, como o golfe, o futebol e o pingue-pongue.

3) muitas mulheres trans-atletas transição depois de competir no nível de elite esportes como machos. Esta prima facie confere-lhes vantagens psicológicas e cognitivas por terem desenvolvido engramas de motor em níveis competitivos que não existem no desporto feminino. Por exemplo, em desportos de força, a transição de um halterofilista masculino para o feminino pode ainda transportar circuitos de motor que foram formados ao roubar cargas que nenhuma mulher foi fisicamente capaz de levantar.

Poderia falar várias vantagens adicionais relacionadas com outras diferenças sexuais, como o tipo de corpo, a densidade óssea, a variabilidade do fenótipo e as hormonas (atletas de mulheres trans, por exemplo, são autorizados a ter níveis de testosterona basais maiores do que as fêmeas desde o nascimento).

Um teste objectivo para a justiça é muito fácil de fazer; só temos de verificar se, em média, os atletas das mulheres trans estão a ter desempenho atlético estatisticamente equivalente aos atletas que são fêmeas desde o nascimento. Dadas as evidências anedótica existentes, acredito que infelizmente, não é o caso; atletas mulheres transexuais que não são suficientemente competitivos para competir como machos estão recebendo incentivos à transição para alcançar Marcos Atléticos. E isso é injusto para as mulheres.


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Brasil é 2º país com menos noção da própria realidade, aponta pesquisa



Brasil é 2º país com menos noção da própria realidade, aponta pesquisa


O Brasil é o segundo país do mundo em que as pessoas mais têm a percepção equivocada sobre a realidade.


Segundo pesquisa realizada em 38 nações para avaliar o conhecimento geral e a interpretação que as pessoas fazem sobre o país em que vivem, os brasileiros só ficaram à frente dos sul-africanos.
A informação faz parte da pesquisa “Os Perigos da Percepção”, realizada pelo instituto Ipsos Mori e divulgada nesta quarta (6). O estudo apresentou aos entrevistados perguntas sobre a realidade de seus países e em seguida comparou a percepção das pessoas com dados oficiais.
O resultado indica que, por todo o mundo, há pouca familiaridade com temas de segurança, imigração, saúde, religião e mesmo tecnologia. Os países que lideram o chamado Índice de Percepção Equivocada são África do Sul, Brasil, Filipinas, Peru e Índia.
O ranking é o equivalente ao que, na mesma pesquisa realizada no ano passado, foi chamado de Índice de Ignorância, uma média computada a partir da diferença entre as respostas fornecidas pelos participantes do estudo (percepções) e os dados oficiais de cada país (realidade).


Naquela ocasião, o Brasil havia ficado em sexto lugar —por mais que não seja possível comparar diretamente os dois levantamentos, já que as perguntas eram diferentes.
Questionado pela Folha, o Ipsos Mori não apresentou justificativa para ter abandonado o termo usado no ano passado. Disse apenas que mudou o nome do ranking.
MUNDO EQUIVOCADO
“Em todos os 38 países analisados, cada população erra muito em sua percepção. Temos percepção mais equivocada em relação ao que é amplamente discutido pela mídia, como mortes por terrorismo, taxas de homicídios, imigração e gravidez de adolescentes”, disse o diretor de pesquisas do Ipsos Mori, Bobby Duffy.
Em escala global, apenas 7% das pessoas acham que a taxa de homicídios em seus países é menor do que a registrada no ano 2000, por mais que a maioria dos países tenha reduzido a quantidade de mortes desse tipo e apesar do fato de que o total de assassinatos caiu 29% nos locais pesquisados.
No Brasil, 76% dos entrevistados disseram achar que a taxa de homicídios é mais alta hoje do que era no ano 2000, por mais que o Ipsos indique que a taxa atual seja a mesma daquele ano.
De forma semelhante, apenas 19% dos entrevistados de forma global disseram achar que o número de mortes por ataques terroristas foi menor nos últimos 15 anos do que nos 15 anos anteriores, por mais que esta rubrica também tenha registrado queda.


Internacionalmente, as pessoas superestimam a quantidade de imigrantes que estão presos em cada um dos países. A percepção média é de que 28% da população carcerária é formada por imigrantes, quando o número real nos países em que a pesquisa foi feita é de 15%.
Além de tratar de dados sobre segurança, a pesquisa também testou a percepção internacional a respeito de alguns comportamentos.
BEBERRÕES
A Rússia foi citada pela maioria dos entrevistados como sendo o país que mais consome bebidas alcoólicas no mundo, por mais que seja apenas a 7ª colocada no ranking que é liderado, na verdade, pela Bélgica, segundo a pesquisa.
O Brasil é o país em que a população tem a percepção mais errada a respeito da gravidez de adolescentes. Enquanto os entrevistados em média acham que 48% das meninas entre 15 e 19 anos dão à luz, o dado real é de 6,7%.
Por outro lado, o Brasil é um dos países em que menos se acredita que vacinas causem autismo. Apenas 10% dos entrevistados disseram concordar com essa relação.
Para o levantamento, foram ouvidas mais de 29 mil pessoas entre setembro e outubro. Os países que têm uma percepção mais próxima da realidade, segundo a pesquisa, são Suécia, Noruega, Dinamarca, Espanha e Montenegro.
Fonte: Folha de São Paulo.

Corte de impostos feito por Trump foi grande presente de Natal para os americanos


Corte de impostos feito por Trump foi grande presente de Natal para os americanos


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O mais divertido em assistir as matérias da mídia esquerdista em relação ao corte de impostos promovido por Donald Trump nos EUA é a expressão de revolta dos jornalistas.
Abaixo vemos – num vídeo encontrado pela Internet – como Monalisa Perrone e Jorge Pontual estão incomodados em dar a notícia.
A agenda da dupla é a mesma da elite de bilionários que depende dos esquerdistas para aumentar impostos, o que seve apenas ao interesse de tirar pequenos e médios empresários dos negócios e causar desemprego. Como se nota, a esquerda presta serviços a uma elite de megaempresários e nem liga se o povo fica sem empregos.
Seja lá como for, corte de impostos implementado por Trump é praticamente um presente de Natal para os americanos:

NÃO ERA UM GOLPE ?

A imagem pode conter: texto 
Ué... não era um golpe? Agora estão juntos de novo?

NA VERDADE SÃO TUDO DE UMA QUADRILHA SÓ, MAIS UNIDAS DO QUE NUNCA PRA ASSALTAREM O POVO, IDIOTA MESMO Ë QUEM DEFENDE TEMER OU LULA OU A PQP, E NESSA DAÍ QUEM SE LASCA Ë O POVO QUE Ë SEMPRE ASSALTADO POR ESSES PARTIDOS QUE ESTÃO MAIS PRA FACÇÕES DO QUE PRA PARTIDOS ! 


New York Times diz que o Brasil se tornará um país de pobres e miseráveis com Temer e PSDB


New York Times diz que o Brasil se tornará um país de pobres e miseráveis com Temer e PSDB


O jornal norte-americano The New York Times critica a “desigualdade” nas reformas fiscais em curso no Brasil. Em reportagem publicada na sexta-feira, 3, o jornal relata que, enquanto os trabalhadores terão benefícios cortados, juízes e políticos têm aumentos de salários e cita que o Congresso, “em vias de aprovar uma reforma previdenciária”, agora está permitindo que seus membros obtenham pensão vitalícia depois de apenas dois anos.


O texto lembra que Michel Temer defende o corte de gastos, mas não ajudou a sua popularidade realizar um “banquete pago com dinheiro de contribuintes” para persuadir os deputados a aprovarem suas reformas. Para o NYT, embora alguns sinais de recuperação econômica tenham surgido, a situação do povo nas ruas “conta uma história diferente”.
A partir do depoimento de personagens, o jornal afirma que o governo defende que todos precisam aderir ao programa de austeridade, mas sua postura indica que “a pressão é sobre os menos favorecidos”. Menciona que uma das principais “conquistas” do governo Temer – a aprovação de um teto para os gastos públicos – é também um dos seus calcanhares de Aquiles.
“O sistema tem tudo para aumentar a desigualdade, mas Temer está minimizando a ideia de que o Brasil precisa de uma reforma no estilo grego”, comenta Pedro Paulo Zahluth Bastos, economista da Unicamp. A falta de cobrança de impostos sobre os rendimentos de proprietários de ações também é citada como um dos pontos críticos.
A reportagem do correspondente Simon Romero também cita a situação financeira do Rio de Janeiro, que é vista como um “case” da seriedade do problema no Brasil. Em função do descontentamento da população, completa o jornal, políticos ultraconservadores como Jair Bolsonaro vem ganhando espaço no País.
Matéria New York Times.