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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Danilo Gentili ridiculariza mancada de Gleisi
Danilo Gentili ridiculariza mancada de Gleisi, que confundiu o torcedor Luca com Lula e pagou mico na web
Gleisi Hoffmann passou vergonha ao confundir o torcedor italiano “Luca” com o ex-presidente Lula. Isso ficará marcado marcada como um dos grandes papelões de 2018.
Luca é um torcedor italiano que está em coma após ser agredido por torcidas organizadas. Por vários lugares do mundo, faixas são estendidas em sua homenagem, com dizeres como “Forza Luca”. Foi o que aconteceu no jogo do Bayern de Munique.
Lembre-se do post de Gleisi:

Depois de ser zoada na web, apagou o print.
Mas deu tempo para Danilo Gentili zoar o papelão de Gleisi.
O termo RETARDADA acaba de ser atualizado : http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/a-protagonista/2018/01/13/gleisi-se-confunde-e-ve-apoio-lula-ate-em-homenagem-torcedor-de-futebol-italiano/ …
Fonte :https://www.ceticismopolitico.org/danilo-gentili-ridiculariza-mancada-de-gleisi-que-confundiu-o-torcedor-luca-com-lula-e-pagou-mico-na-web-2/
Resumindo o kit de ferramentas de ciência
Aqui, vimos que um pouco de reflexão pode ajudar muito ao avaliar as mensagens científicas que surgem no seu caminho todos os dias - seja o logotipo saudável para o coração no seu pacote de cereais, ou uma notícia acerca de uma decisão do governo sobre a conservação costeira. Você pode chegar à ciência por detrás da propaganda, aplicando o que sabe sobre como a ciência funciona: como as ideias científicas são avaliadas e divulgadas, o caráter provisório inerente às ideias científicas, a natureza da controvérsia científica, e como a ciência é financiada. A própria ciência é simplesmente uma forma de aprender sobre o mundo natural, mas porque esse conhecimento é poderoso e afeta muitos aspetos de nossas vidas, identificar erros de interpretação e deturpações da ciência é uma parte fundamental de uma perspetiva científica sobre a vida.Mas isso não é tudo o que uma visão científica do mundo lhe vai proporcionar. Alguns aspetos do processo da ciência podem ser utilizados no seu dia a dia. Por exemplo, você pode usar o raciocínio científico, evidência, e ideias para resolver problemas quotidianos — tais como descobrir o que se passa com o seu carro testando uma hipótese sobre o problema de cada vez, da mesma forma que um cientista planeia uma experiência. De modo mais geral, uma visão científica do mundo pode ajudá-lo a manter e a aumentar a sua curiosidade sobre do mundo natural, e a valorizá-lo mais. Uma vista do Himalaia é certamente deslumbrante mas é ainda mais poderosa quando acompanhada da compreensão dos processos naturais que a cordilheira representa — 40 milhões de anos de placas a colidir, empurrando para cima os picos e expondo-os ao lento trabalho da erosão. O céu noturno é bonito, mas é fascinante quando se compreende a distância entre as estrelas e os eventos antigos que a sua luz representa. E um beija-flor é belo, mas torna-se inspirador quando se considera a velocidade estonteante das reações químicas dentro das células que fornecem energia ao bater rápido do seu coração. A ciência coloca a pergunta mais profunda de todas as perguntas sobre o mundo natural que nos rodeia: como é que o universo se tornou o que é hoje, e como é que vai ser amanhã? Este é um mistério incrível — mas que a ciência nos dá as ferramentas necessárias para entender e apreciar.
FONTE http://saberciencia.tecnico.ulisboa.pt/artigos/ciencia-kit-de-ferramentas-09.php
Grupo de 100 mulheres assina texto, publicado no “Le Monde”, afirmando sua rejeição a certo feminino que expressa “ódio aos homens”
Grupo de 100 mulheres assina texto, publicado no “Le Monde”, afirmando sua rejeição a certo feminino que expressa “ódio aos homens”.
Da Redação
Em texto publicado no “Le Monde”, um coletivo de 100 mulheres, incluindo Catherine Millet, Ingrid Caven e Catherine Deneuve, afirma sua rejeição a um certo feminismo que expressa um “ódio aos homens”.Ajude a Fórum a fazer a cobertura do julgamento do Lula. Clique aqui e saiba mais.Na sequência do caso de Weinstein, houve uma consciência legítima da violência sexual contra as mulheres, particularmente no local de trabalho onde alguns homens abusam do seu poder. Ela era necessária. Mas essa libertação do discurso torna hoje o seu oposto: somos intimadas a falar corretamente, silenciar o que incomoda e aquelas que se recusam a cumprir tais injunções são consideradas traidoras, cúmplices!Mas é característico do puritanismo pedir emprestado, em nome de um suposto bem geral, os argumentos da proteção das mulheres e sua emancipação para melhor vinculá-las ao status de vítimas eternas, coitadinhas sob a influência dos falocratas demoníacos, como nos bons velhos tempos da feitiçaria.Delações e acusaçõesDe fato, #metoo iniciou na imprensa e nas redes sociais uma campanha de denúncia e acusação pública de indivíduos que, sem ter a oportunidade de responder ou se defenderem, foram colocados exatamente no mesmo nível que os agressores sexuais. Esta justiça expeditiva já tem suas vítimas, homens impedidos do exercício de sua profissão, obrigados a demitir-se etc., quando seu único erro foi terem tocado um joelho, tentado roubar um beijo, falado sobre coisas “íntimas” em um jantar de negócios ou enviado mensagens sexualmente explícitas para uma mulher com a qual a atração não era recíproca.Essa febre de enviar “porcos” ao matadouro, longe de ajudar as mulheres a se emancipar, na verdade serve aos interesses dos inimigos da liberdade sexual, dos extremistas religiosos, dos piores reacionários e daqueles que acreditam, em nome de uma concepção substancial do bem e da moral vitoriana que o acompanha, que as mulheres são seres “à parte”, crianças com rosto de adulto, exigindo proteção.Diante disso, os homens são convocados a reconhecer a culpa e encontrar, no fundo de sua consciência retrospectiva, um “comportamento mal colocado” que eles poderiam ter tido dez, vinte ou trinta anos atrás, e dos quais eles deveriam se arrepender. É a confissão pública, a incursão de promotores autoproclamados na esfera privada, que instaura um certo clima de sociedade totalitária.A onda purificatória parece não ter limites. Aqui, censuramos um nu de Egon Schiele em um cartaz; ali pedimos a remoção de uma pintura de Balthus de um museu com base em que seria uma apologia à pedofilia; na confusão do homem e da obra, pedimos a proibição da retrospectiva Roman Polanski na Cinémathèque e obtivemos o adiamento daquela dedicada a Jean-Claude Brisseau. Uma acadêmica considera o filme de Michelangelo Antonioni Blow Up “misógino” e “inaceitável”. À luz deste revisionismo, John Ford (The Prisoner of the Desert), e até mesmo Nicolas Poussin (The Abduction of the Sabines) não estão numa situação melhor.Alguns editores já estão pedindo a algumas de nós que façamos nossos personagens masculinos menos “sexistas”, que falemos sobre sexualidade e amor com menos desmedida ou ainda que deixemos o “trauma sofrido pelas personagens femininas” mais óbvio! À beira do ridículo, um projeto de lei na Suécia quer impor um consentimento explicitamente notificado a qualquer candidato para relações sexuais! Só mais um esforço e dois adultos que quiserem dormir juntos deverão preencher via um “App” em seu telefone celular um documento em que as práticas que eles aceitam e aquelas que eles recusam serão devidamente listados.Indispensável liberdade de ofenderRuwen Ogien defendeu uma liberdade de ofender indispensável à criação artística. Do mesmo modo, defendemos a liberdade de importunar, indispensável à liberdade sexual. Somos hoje suficientemente conscientes para admitir que a pulsão sexual é por natureza ofensiva e selvagem, mas também somos suficientemente clarividentes para não confundir paquera desajeitada e assédio sexual.Acima de tudo, temos consciência que a pessoa humana não é monolítica: uma mulher pode, no mesmo dia, liderar uma equipe profissional e gostar de ser o objeto sexual de um homem, sem ser uma “vagabunda” ou uma vil cúmplice do patriarcado. Ela pode cuidar para que seu salário seja igual ao de um homem, mas não se sentir traumatizada para sempre por um esfregador no metrô, mesmo que isso seja considerado um delito. Ela pode até mesmo considerar isso como a expressão de uma grande miséria sexual, como um não evento.Como mulheres, não nos reconhecemos neste feminismo que, além da denúncia de abusos de poder, toma forma de ódio aos homens e à sexualidade. Acreditamos que a liberdade de dizer não a uma proposta sexual não existe sem a liberdade de importunar. E consideramos que é preciso saber responder a essa liberdade de importunar de outra forma que se encerrando no papel de presa.Para aquelas de nós que escolhemos ter filhos, sentimos que é mais sensato criar nossas filhas de modo que sejam suficientemente informadas e conscientes para viver suas vidas sem se deixar intimidar ou culpabilizar.Os acidentes que podem tocar o corpo de uma mulher não atingem necessariamente sua dignidade e não devem, por mais difíceis que possam ser, necessariamente torná-la uma vítima perpétua. Porque não somos redutíveis ao nosso corpo. Nossa liberdade interior é inviolável. E essa liberdade que estimamos não vem sem riscos ou responsabilidades.As redatoras deste texto são: Sarah Chiche (escritora, psicóloga clínica e psicanalista), Catherine Millet (crítica de arte, escritora), Catherine Robbe-Grillet (atriz e escritora), Peggy Sastre (autora, jornalista e tradutora), Abnousse Shalmani (escritora e jornalista).Assinam também: Kathy Alliou (curadora), Marie-Laure Bernadac (curadora geral honorária), Stephanie Blake (autora de livros infantis), Ingrid Caven (atriz e cantora), Catherine Deneuve (atriz), Gloria Friedmann (artista visual), Cécile Guilbert (escritora), Brigitte Jaques-Wajeman (diretora), Claudine Junien (geneticista), Brigitte Lahaie (atriz e apresentadora de rádio), Elisabeth Lévy (editora-chefe da Causeur), Joëlle Losfeld (editora) Sophie de Menthon (presidente do movimento ETHIC), Marie Sellier (autora, presidente da Société des gens de lettres).Foto: Creative CommonsFONTE :
https://www.revistaforum.com.br/2018/01/10/defendemos-liberdade-de-importunar-indispensavel-liberdade-sexual-leia-traducao-do-manifesto-de-intelectuais-e-artistas-francesas/
Cientistas confirmam: o universo não tem direção
Cientistas confirmam:
o universo não tem direção
Por Jéssica Maes, em 24.09.2016
O universo não está girando ou se expandindo em qualquer direção em particular, de acordo com o teste mais rigoroso já feito.
Olhando para o céu à noite, vemos um universo irregular: planetas orbitando estrelas em sistemas solares, estrelas agrupadas em galáxias, que por sua vez formam enormes aglomerados de galáxias. Mas cosmólogos acreditam que esse efeito é apenas local: que, se olharmos em escalas suficientemente grandes, o universo é na verdade uniforme.
A grande maioria dos cálculos feitos sobre o nosso universo começam com a hipótese de que o universo é praticamente o mesmo, qualquer que seja a sua posição e em qualquer direção que você olhar.
Se, no entanto, o universo estivesse se expandindo preferencialmente numa direção, ou girando em torno de um eixo de uma forma semelhante à Terra em rotação, este pressuposto fundamental, e todos os cálculos que dependem dele, estaria errado.
Agora, cientistas da University College London e do Imperial College de Londres colocaram esta hipótese a prova através do teste mais rigoroso já feito, e descobriram que há apenas uma chance de 1 em 121.000 que o universo não seja o mesmo em todas as direções.
Luz mais antiga
Para fazer isso, eles usaram mapas da radiação cósmica de fundo em microondas (CMB): a luz mais antiga do universo, criada logo após o Big Bang. Os mapas foram produzidos utilizando medições da CMB tomada entre 2009 e 2013 pelo satélite Planck, da Agência Espacial Europeia, proporcionando uma imagem da intensidade e, pela primeira vez, a polarização (em essência, a orientação) da CMB em todo o céu.
Anteriormente, os cientistas já haviam procurado padrões no mapa CMB que pudessem sugerir um universo em rotação. O novo estudo considerou o maior número possível de universos com direções preferenciais ou rotações, e determinou os padrões que eles criariam na CMB.
Um universo que gira sobre um eixo, por exemplo, iria criar padrões em espiral, enquanto um universo em expansão em diferentes velocidades ao longo de diferentes eixos iria criar pontos quentes e frios alongados.
Stephen Feeney, do Departamento de Física no Imperial College, trabalhou com uma equipe liderada por Daniela Saadeh, do University College London, para procurar esses padrões na CMB observada. Os resultados mostram que nenhuma possibilidade analisada estava correta, e que o universo provavelmente não tem uma direção definida.
Cosmologia está segura
“Este trabalho é importante porque testa um dos pressupostos fundamentais em que quase todos os cálculos cosmológicos são baseados: que o universo é o mesmo em todas as direções. Se este pressuposto estivesse errado, e nosso universo girasse ou se estendesse em uma direção mais do que outra, teríamos de repensar a nossa imagem básica do universo”, avalia Feeney.
“Nós colocamos este pressuposto ao seu exame mais exigente, testando uma enorme variedade de giros e expansões que nunca foram considerados antes. Quando comparamos essas previsões com as últimas medições do satélite Planck, encontramos evidências de que o universo é o mesmo em todas as direções”, aponta.
Saadeh acrescenta: “Não podemos descartar a possibilidade completamente, mas nós calculamos as probabilidades de que o universo prefere uma direção em relação a outra em apenas 1 em 121.000. Estamos muito contentes que o nosso trabalho confirma o que a maioria dos cosmólogos acredita. Por agora, a cosmologia está segura”. [Phys.org]
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