Transgênero com sete filhos deixa família para viver como menina de 6 anos
POR FLÁVIA AGUIAR
Uma canadense transgênero deixou sua mulher e sete filhos para trás para começar uma vida nova como uma menina de 6 anos.
Stefonknee Wolschtt, hoje com 46 anos, era casada há 23 quando descobriu sua transexualidade. Agora na pele de uma garotinha, Stefonknee vive com uma família adotiva e diz não querer ser adulta, ao menos por enquanto.
"Não posso negar que fui casada. Não posso negar que tive filhos. Mas segui em frente agora e voltei a ser uma criança", disse ela ao Daily Xtra.
Após a mudança, sua então mulher não conseguiu aceitá-la da forma como ela se identificava e disse que Stefonknee deveria "parar de ser trans ou ir embora". Foi quando ela saiu de casa para viver com uma família que a abraçou e se sentia confortável com o fato de ela ser uma menina de 6 anos.
Segundo Stefonknee, a neta caçula de sua nova família queria uma irmã e por isso se estabeleceu que ela seria a mais nova das duas.
"Nós nos divertimos. Nós colorimos, fazemos coisas de criança", explica ela, que chegou a tentar se matar no dia do casamento de sua filha. "Se chama terapia de brincar. Sem medicação, sem pensamentos suicidas. Eu só tenho que brincar."
Todo economista sensato é – ou deveria ser – a favor do livre comércio. Digo “deveria ser”, já que não existem argumentos econômicos contrários ao princípio, e que os economistas (insensatos?) que se posicionam contrariamente, o fazem por outras razões que não as de ordem propriamente econômica: defesa do emprego nacional, ausência de reciprocidade por parte dos parceiros comerciais, desequilíbrios setoriais devidos a externalidades negativas em outros setores, etc.; ou seja, argumentos de natureza puramente política, quando não oportunista ou meramente conjuntural.
Todos os políticos sensatos afirmam ser – por vezes, enganosamente – a favor do livre comércio; mas, de fato, praticam o mais deslavado protecionismo. Eles o fazem sob o argumento de que “a teoria é perfeita, mas na prática não funciona”; na verdade, geralmente, eles estão apenas atrás de reeleição no seu curral eleitoral, eventualmente ameaçada se a competição estrangeira destruir muitos empregos localmente.
David Ricardo
É compreensível que a lógica (inatacável) do livre comércio – evidenciada desde o início do século 19 pelo economista britânico David Ricardo, proponente da tese das vantagens comparativas relativas – não seja muito compreensível ao cidadão comum (com perdão pela redundância): pessoas sem maior instrução econômica – ou sem um conhecimento mais acurado da história – não conseguem compreender que comprar produtos mais baratos do exterior sempre será melhor do que se tentar fazer tudo localmente, empregando os fatores nacionais na produção de bens para os quais os países, ou seus atores microeconômicos, dispõem de vantagens comparativas relativas, uma vez que, deste modo, a renda aumentará para todos os parceiros no negócio, tanto exportadores, quanto importadores. O cidadão comum só consegue ver a “perda” dos empregos locais, ou a “transferência” de renda para o exterior, deixando de perceber os benefícios evidentes da especialização produtiva segundo a dotação (não estática) de fatores. Como se diz comumente: o comércio nunca é um jogo de soma zero, ou seja, só uma das partes pode ganhar, em detrimento da outra; todos sempre ganham no exercício totalmente livre de trocas voluntárias.
É menos compreensível que políticos, em geral cidadãos mais educados do que a média – ops, talvez não em todos os países… –, sejam contra o livre comércio, já que eles (ou os seus assessores) estariam em condições de comprovar o quanto o livre comércio contribui para o aumento dos índices de produtividade, para os níveis de competitividade e, portanto, para a geração de riqueza nacional, medidos direta ou indiretamente quanto aos seus resultados de médio e de longo prazos. Mas talvez não se possa pedir a políticos que sejam sempre racionais e coerentes com a realidade.
É menos compreensível ainda, ou talvez não seja racionalmente admissível, que economistas inteligentes se posicionem contra o livre comércio, quando, mesmo decidido unilateralmente, ele só traz benefícios aos países que o praticam. Como dito acima, os argumentos contra o livre comércio por parte de ‘economistas’ não são de natureza econômica, mas de ordem essencialmente política. Mesmo um economista reputado inteligente como Paul Samuelson produziu um ‘teorema’ e caiu na esparrela de opor-se ao livre comércio sob a justificativa de que ele diminuía os salários dos trabalhadores menos qualificados… nos Estados Unidos (sic!). Ele provavelmente não mediu o aumento da renda – ou seja, do poder de compra, da capacidade aquisitiva – desses mesmos trabalhadores na vigência do livre comércio. Em outros termos, ainda que o livre comércio provoque pressão baixista sobre os salários dos trabalhadores menos qualificados, eles adquirem uma “renda extra” ao poderem adquirir bens e serviços mais baratos, eventualmente de melhor qualidade também, quando importados.
Talvez os economistas que procedem como Samuelson tampouco querem, a exemplo dos políticos oportunistas, ser acusados de contribuir para a perda de empregos nacionais, ou para o aumento do déficit comercial, seja lá o que for mais importante. Mas nada explica a construção de argumentos aparentemente sérios contra o livre comércio, quando essa oposição causa, objetivamente, perda de renda nacional, perda de oportunidades de especialização produtiva – e, portanto, de ganhos de produtividade em setores com demanda externa potencialmente maior – e perda de nichos de integração na economia internacional, a maior provedora possível de tecnologias inovadoras, know-how, capitais e receitas de exportação. Não se pode esquecer que, por definição, a soma do conhecimento externo sempre será maior do que qualquer conhecimento interno, mesmo para a maior e mais poderosa economia nacional (o que é evidente pelos dados de licenciamento tecnológico e de registro de patentes).
O livre comércio, aliás, é um pouco como a tecnologia: destrói alguns empregos localizados, setorialmente e temporariamente, ao mesmo tempo em que cria novos empregos, em setores mais avançados e geralmente de melhores salários. Pode ocorrer, claro, que as perdas sejam mais amplas, de mais longa duração, e que os novos empregos não sejam, localmente, de mais alta remuneração. Mas isto se deve a outros fatores causais, talvez externalidades negativas ainda não revertidas pela economia nacional, e não propriamente aos mecanismos do livre comércio, que sempre tendem a produzir ganhos de renda na economia como um todo.
Sendo isso verdade – e não vejo argumentos contrários a essas ideias que sejam racionalmente defensáveis – é surpreendente que o livre comércio não seja ainda mais disseminado – ou seja, universal e unilateral – do que os poucos exemplos parciais, quase em formato de arquipélago ou de colcha de retalhos, dos acordos que podem ser legitimamente classificados sob essa rubrica e como tal registrados na OMC. Com efeito, a maior parte dos acordos ditos de livre comércio são, na verdade, de liberalização comercial, deixando ainda largas frações das economias nacionais – geralmente agricultura e indústrias intensivas em trabalho – ao abrigo da concorrência estrangeira. Na verdade, como já dizia outro economista britânico, John Stuart Mill, mais importante do que a simples troca de mercadorias, o que o livre comércio mais promove – aliás o simples ato de comerciar, independentemente das condições – é o intercâmbio de “ideias”, que estão sempre embutidas em quaisquer produtos.
O outro argumento – de natureza política, sublinhe-se mais uma vez – que busca refrear o avanço dos acordos de livre comércio é o de que seus ganhos (ou perdas), do ponto de vista da renda dos cidadãos, seriam muito pequenos e difusos (ou seja, disseminados por toda a sociedade); ao passo que seu impacto negativo é geralmente concentrado numa indústria ou num setor específico, podendo produzir, portanto, efeitos devastadores numa cidade ou numa região inteira. Se isso é verdade, políticos responsáveis deveriam ser a favor do livre comércio, já que os ganhos (ou perdas) para a economia e a sociedade como um todo são incomensuravelmente maiores do que o argumento do foco concentrado, por definição parcial e limitado a uma parte apenas da economia ou da sociedade.
Um simples cálculo de contabilidade nacional permitiria comprovar que o efeito de uma tarifa elevada ou de uma salvaguarda – mesmo temporária – sobre um produto ou serviço qualquer oferecido em competição a um similar nacional, é muito mais relevante do que os custos setoriais e limitados do livre comércio, por vezes em dígitos de milhões, contra simples dezenas ou centenas de milhares. Da mesma forma, os empregos perdidos (ou não criados) pela ausência de livre comércio são mais relevantes, no plano da qualidade e dos vencimentos, do que os poucos empregos preservados temporariamente pela sanha de algum político protecionista.
Este é, finalmente, o último argumento em favor do livre comércio: os empregos assim ‘salvos’, estão irremediavelmente condenados, pois que eles não poderão se manter indefinidamente num mundo irremediavelmente globalizado (mas, de certa forma, ele sempre o foi, pelo menos para as economias de mercado). A indústria assim protegida corre um risco ampliado de, mais cedo ou mais tarde, perecer completamente, quando não se lhe oferece a oportunidade (e a chance) de enfrentar a concorrência pela qualificação tecnológica, pela reconversão produtiva, pela inovação incremental.
A América Latina é uma região que, ao longo da história, produziu alguns dos argumentos mais esgrimidos por economistas, políticos, simples acadêmicos, contra o princípio e a prática do livre comércio. Desde o imediato pós-Segunda Guerra, o economista argentino Raúl Prebisch, então diretor-geral da Comissão Econômica da ONU para a América Latina (Cepal), com sede em Santiago, disseminou sua tese quanto à “deterioração das relações de troca”, uma construção baseada na crença, a partir de estatísticas selecionadas arbitrariamente, de que os países em desenvolvimento exportadores de matérias primas sempre perderiam contra os países desenvolvidos exportadores de manufaturas, pois que as primeiras, argumentava ele, tendiam a ter seus preços reduzidos no comércio internacional, ao passo que os segundos sempre ganhariam com a venda de produtos industrializado.
Desse “intercâmbio desigual” se deduzia a necessidade de industrialização – o que é absolutamente aceitável – mas também de projetos, a serem negociados nos foros internacionais, no sentido de “corrigir” os mercados de commodities pelos seus efeitos depressivos sobre os seus preços, com o que se passou à elaboração de acordos setoriais (café, cacau, açúcar, estanho, etc.) para diferentes matérias primas livremente transacionadas desde sempre visando à estabilização e manutenção de preços de referência (com quotas, estoques reguladores e outros mecanismos intervencionistas). O Brasil, inclusive, é um país “pioneiro” nesse tipo de intervenção, desde as primeiras medidas, no início do século 20, de “defesa do café”, das quais resultaram processos em cortes de Nova York contra a “manipulação dos mercados”.
Não existem, repito, argumentos racionais, economicamente defensáveis, contra o livre comércio; tudo o que se disser contra ele tem causas e fundamentação essencialmente políticas. Ainda aguardo o teorema que irá provar o contrário, eu e David Ricardo…
Paulo Roberto de Almeida (São Paulo, 1949) é Doutor em Ciências Sociais (Université Libre de Bruxelles, 1984), Mestre em Planejamento Econômico (Universidade de Antuérpia, 1977), e diplomata de carreira desde 1977. Foi professor no Instituto Rio Branco e na Universidade de Brasília, diretor do Instituto Brasileiro de Relações Internacionais (IBRI) e, desde 2004, é professor de Economia Política no Programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Direito no Centro Universitário de Brasília (Uniceub). Visite seu site, seu blog ou confira seu CV-Lattes.
Com olhares furibundos, os esquerdistas perguntam: “Como ousam pensar diferente de nós?”
Sabemos como é o ambiente universitário no Brasil: totalmente dominado por uma patota marxista organizada e barulhenta. Não falam, nem de perto, em nome da maioria, mas se julgam os detentores da Verdade e, portanto, no direito de impor sua visão “revolucionária” de mundo aos demais. São intolerantes, arrogantes e autoritários. E é esse o maior inimigo da liberdade no Brasil, não o PT. O PT, na verdade, é sintoma desse mal maior que nos assola.
Por isso é importante o relato do professor Rodrigo Jungmann, da UFPE. Sabemos que existem vários casos similares, e precisamos trazer à tona esse modus operandi da esquerda para reverter a situação. Liberais e conservadores estão, pela primeira vez em décadas, insurgindo-se contra essa tirania marxista. Os militantes não vão levar no grito. E os professores e alunos que ousarem desafiar essa gente devem saber que têm aliados aqui, do lado independente da imprensa. Eis o caso que ele divulgou em sua página do Facebook:
No dia de ontem, entre às 15h e às 18h, ocorreu no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), um evento intitulado “Marxismo Cultural”, coordenado por mim, que apresentei uma curta palestra introdutória.
Deixei claro desde o início, o que pode se facilmente provado pelas gravações realizadas, que o evento seria fortemente crítico ao Marxismo, mas que não pretendia, por um momento, ser um evento autoritário. Tanto assim é que deixei claro que a palavra seria franqueada ao final das palestras para que todos se sentissem livres para manifestar seja sua concordância, seja sua discordância.
Em seguida, os alunos Eduardo Leal, Rodrigo Roberto e Sabryna Thais trataram de vários temas, mas muito especificamente, e pela ordem, do gramscismo, da influência do marxismo no movimento feminista e dos usos políticos da linguagem no movimento conhecido como Politicamente Correto.
A maioria esmagadora dos assistentes acolheu as palestras com manifesto agrado. Contudo, desde o começo ficou claro que naquela sala havia também alguns radicais de esquerda.
Eis que algum desses sai da sala, procura a docente conhecida como Lady Selma, do Departamento de Antropologia, prestando-se dessa forma a um vexatório papel de leva-e-traz.
Mas por que isso se deu? O palestrante Rodrigo Roberto mencionara em sua fala uma feminista chamada Sulamith Firestone [checarei o prenome]. Com a adequada confirmação baseada em fontes textuais, o jovem em questão demonstrou que a referida feminista radical nutre uma clara simpatia pela pedofilia.
Consumado o leva-e-traz, a docente Lady Selma, julgou-se no direito de invadir a sala do evento, manifestando-se em tom visivelmente intimidatorio, ladeada por um séquito de alunos radicais. A Lady Selma repudiou o que chamou de falsa associação entre o feminismo e a pedofilia. Ocorre que em momento algum se disse que todas as feministas são pedófilas. A acusação, comprovada, tinha como alvo apenas uma pessoa.
Houve da parte dos radicais uma tremenda balbúrdia e o canto de gritos de guerra. A duras penas, conseguimos que se retirassem da sala.
Dirigindo-se a minha pessoa, ainda uma vez mais em tom intimidatório, exigiu saber meu nome, em que departamento leciono, há quantos anos pertenço aos quadros da Universidade Federal de Pernambuco. Acrescentou que leciona na casa há vinte anos – como se isso fosse argumento…
Para cúmulo dos cúmulos, a referida senhora me disse: “Eu sei que você quer me bater”.
Não. Eu não quero. Eu quero apenas ver a liberdade de expressão plenamente respeitada nas universidades federais.
A maior parte do evento foi gravada e posso estimar em algumas dezenas o número de presentes que poderá confirmar a veracidade do que digo.
Que prevaleçam a verdade e a liberdade!
Um dos presentes faz um relato em linha com o do professor:
Hoje, terça-feira, 03 de Maio de 2016, houve uma palestra com o tema “Marxismo Cultural” organizada pelo grupo conservador Contra ponto, mais o Movimento Brasil Livre – Pernambuco, tutelados pelo professor de Filosofia da UFPE, Rodrigo, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE.
Estava claro que o que haveria ali seria uma análise crítica do marxismo, principalmente em sua vertente Frankfurtiana. Grupos de esquerda infiltram militantes em nosso meio para passar relatórios do que estava sendo dito (alguma semelhança com a censura do regime militar?), após uma citação acompanhada de uma crítica ao movimento feminista, a sala foi invadida por uma turba de militantes (feministas, marxistas e etc) liderada por uma certa professora de antropologia, desrespeitando a ordem do evento e questionando o teor do mesmo e o que estava sendo dito ali. Perdemos mais meia hora de aula, além de sermos agredidos com gritos de ordem.
A Constituição brasileira em seu quinto artigo deixa clara a liberdade de expressão e a proibição da censura. Durante toda a palestra ficou claro que dissidentes poderiam expor de forma sensata sua discordância, no entanto, fomos interrompidos por esquerdistas que não aceitam divergência, não entendem o real significado de um Estado Democrático de Direito e trata com desrespeito aqueles que fogem de seu sistema e ideológico. Diariamente Deus é criticado, a civilização ocidental é criticada, a igreja cristã é criticada, a família tradicional é criticada em aulas como a dessa professora de antropologia, mas não existe turba de patrulhamento ideológico alguma que a interrompa.
O que me impressiona é o fato destas mesma pessoas se dizerem anti-fascistas, defensores da democracia, mas não conseguem respeitar direitos fundamentais de seus dissidentes.
Agradeço a Deus, pois não fomos cuspidos e, nem tampouco, “cagados”. E eles que tratem de se acostumar, pois a juventude de Direita ressurgiu para ficar.
Há um curto vídeo da confusão armada pelos intolerantes:
Essa claque acha mesmo que vai levar no grito? O Brasil está mudando, gente! O PT vai cair! E não vamos mais aceitar calados essa ditadura de esquerda na cultura. Sua hegemonia está com os dias contados. Podem tentar nos intimidar, cuspir, gritar: não vai funcionar. Somos mais fortes, somos maioria, e estamos do lado certo da história. Os fascistas são vocês! E não passarão…
Diego Souza reclama de dor: jogador do Sport quis pênalti de Juan
O
Sport saiu revoltado de sua primeira partida no Campeonato Brasileiro,
neste sábado, em Volta Redonda. O time pernambucano perdeu para o
Flamengo por 1 a 0 e detonou a arbitragem por um gol anulado em lance
duvidoso e um pênalti.
"Juan deu um chute na minha barriga, e ele
(Marcelo Aparecido de Souza) não deu nada, tivemos um gol legal, e ele
não deu. Estamos jogando contra algo mais do que o futebol. Não tem
como", disparou Diego Souza, reclamando de falta do zagueiro do
Rubro-Negro carioca dentro da área.
Aos 24 minutos do primeiro tempo, Vinícius Araújo balançou as
redes do Fla, mas o auxiliar marcou impedimento em lance duvidoso - ele
estaria na mesma linha do último defensor ao receber o passe.
Em
seu site oficial, o Sport diz que "Leão jogou bem, mas, jogando também
contra a arbitragem, largou com derrota no Brasileirão".
"Com
erros capitais da arbitragem, o Sport foi derrotado pelo Flamengo por
1x0, em Volta Redonda, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Um
gol legítimo anulado e uma expulsão injusta de Rithely foram cruciais
às pretensões rubro-negras na partida. Destaque para a excelente atuação
de Magrão, dono de duas grandes defesas na sua volta à titularidade no
Leão", escreveu o clube pernambucano.
"O afastamento da presidente Dilma Rousseff não será considerado golpe de Estado pelos pesquisadores que desenvolveram um dos mais completos bancos de dados sobre governos retirados do poder ilegalmente no mundo todo.
Apesar de Dilma ter acusado o processo de impeachment de ser um golpe contra seu governo, estudiosos do assunto indicam que a ausência de ruptura da Constituição faz com que não haja ilegalidade em sua saída.
"Impeachment não é golpe. A ideia de que há um golpe no Brasil é completo nonsense", disse à Folha o cientista político Clayton Thyne, da Universidade do Kentucky (EUA)."
O ditador venezuelano Nicolás Maduro (um dos maiores beneficiados por generosas verbas do BNDES avindas do Brasil) anunciou nesta sexta-feira que pediu o retorno a Caracas do embaixador do país no Brasil, Alberto Castellar, em protesto contra o afastamento de Dilma Rousseff. Em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, Maduro reproduziu a ladainha petista e classificou o processo de impeachment como um “golpe de Estado”.
“Pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que viesse a Caracas”, informou o chavista. “Estivemos avaliando esta dolorosa página da história do Brasil. Tentaram apagar a história com uma jogada totalmente injusta com uma mulher que é a primeira presidente que o Brasil teve.” O real motivo é a revolta da Venezuela em perder generosas verbas que o Brasil dava ao país.
Alinhada com os governos do PT, a Venezuela foi um dos países bolivarianos que contestaram o processo que afastou Dilma do poder. Cuba, Bolívia, Equador e Nicarágua também aderiram à retórica petista do “golpe”, mesmo estes países sendo ditaduras sanguinárias e totalitárias.
Itamaraty – Em resposta a essas manifestações, o novo ministro das Relações Exteriores José Serra divulgou uma dura nota criticando os governos que propagam “falsidades sobre o processo político interno no Brasil”. “Esse processo se desenvolve em quadro de absoluto respeito às instituições democráticas e à Constituição Federal. Como qualquer observador isento pode constatar, o processo de impedimento é previsão constitucional”, destacou Serra, condenando as republiquetas que querem se intrometer na democracia brasileira.