quarta-feira, 21 de junho de 2017

IDEOLOGIA

Ideologia



Ideologia


IDEOLOGIA







IDEOLOGIA







IDEOLOGIA








IDEOLOGIA














0
Uma ideologia é um conjunto de idéias conscientes e inconscientes que constituem os objetivos primordiais do indivíduo, expectativas e ações. Uma ideologia é uma visão abrangente, uma maneira de olhar as coisas como em várias tendências filosóficas, ou um conjunto de idéias propostas pela classe dominante de uma sociedade para todos os membros da mesma (o chamado produto da socialização). As ideologias são sistemas de pensamento abstratos aplicados a questões públicas, tornando este conceito central para a análise política. Implicitamente, qualquer tendência política ou econômica implica uma ideologia, sendo ela uma proposta explícito de pensamento ou não.   termo "ideologia" nasceu nos debates filosóficos e políticos altamente controversos, a durante as lutas da Revolução Francesa, tendo adquirido vários outros significados a partir do início do Primeiro Império Francês. A palavra foi cunhada por Destutt de Tracy, em 1796, juntando "idea" a "logia". Ele a usou para se referir-se a um aspecto da sua "ciência das idéias" (para o estudo em si, e não o objeto de estudo). Ele separou três aspectos: a ideologia, a gramática geral e a lógica, considerando-se, respectivamente, o sujeito, o meio e a razão desta ciência. Tracy argumenta que entre estes aspectos, a ideologia é o termo mais genérico, pois a ciência das ideias também contém o estudo da sua expressão e dedução.
Talvez a fonte mais acessível para o significado da ideologia é a obra de Hippolyte Taine sobre o Antigo Regime (o primeiro volume de "Origens da França Contemporânea"). Ele descreve a ideologia como o método socrático de ensino de filosofia, mas sem estender o vocabulário para além daquele que o leitor normal já possui, sem os exemplos de observação que a ciência prática necessitaria. Aos poucos, o termo perdeu essa sua grande concepção, se tornando um termo neutro na análise de diferentes opiniões políticas e pontos de vista de grupos sociais. Enquanto Karl Marx fixa o termo dentro da luta de classes e da opressão, outros acreditavam que ela é uma parte necessária do funcionamento institucional e de integração social.
Pesquisas psicológicas sugerem que cada vez mais as ideologias refletem (inconscientemente) processos motivacionais, em oposição à visão de que as convicções políticas sempre refletem o pensamento independente e imparcial. Estudiosos propõem que as ideologias podem funcionar como unidades pré-embalados de interpretação que se espalham por causa de motivos humanos básicos para compreender o mundo, evitar a ameaça existencial, e manter relacionamentos interpessoais valorizadas. Os autores concluem que tais motivos podem levar desproporcionalmente para a adoção do sistema de justificar visões de mundo. Geralmente, psicólogos acreditam que traços de personalidade, variáveis de diferença sociais, necessidades e crenças ideológicas parecem ter um fio condutor comum.

Arquivado em: FilosofiaSociologia


===============================================


AMIGO/A , VAI LÁ NO YOUTUBE E DÁ UM LIKE E TAMBÉM SE ESCREVA NO CANAL ! OBRIGADO !É LÁ NO YOUTUBE . MUITO GRATO !


https://www.youtube.com/watch?v=ZM28TK6FznE&t=11s





https://www.youtube.com/watch?v=-tJykFs8nwA





https://www.youtube.com/watch?v=vLcd4TCyMJo





https://www.youtube.com/watch?v=TmRHn0ZK6jA

terça-feira, 20 de junho de 2017

O Islamismo nasceu do Judaísmo e Cristianismo

O Islamismo nasceu do Judaísmo e Cristianismo, as três religiões propagam um único Deus , mas cada qual com a sua versão do Deus de Israel. Dos três líderes ou o único q não foi realmente um político ou comerciante foi Jesus de Nazaré, q só obteve sucesso apos a conversão de Saulo de Tarso, esse era era filósofo discípulo de Gamalieu e letrado nas escrituras . Já Moisés governou dizendo q tinha uma pedra escrita pelo próprio Deus. 
Maomé, estudou as outras duas religiões . Casou com uma mulher rica para entrar na alta sociedade.Ele foi comandado por ela, viveu no cabresto por anos e anos porque a mulher dele era uma boa comerciante. Daí depois q ela morreu ele saiu , casou até com uma menina de 6 anos, Aixa, consumando o casamento quando ela tinha apenas nove aninhos, mas tem gente querendo enganar dizendo q ela já tinha 19 e não 9 (aquela velha história de transformar a religião em produto aceitável no ocidente.)
Maomé foi para um lugar isolado e lá disse que viu o Anjo Gabriel, personagem famoso de outras histórias Bíblicas.
Maomé ficou rico e ainda mais poderoso com o Islamismo. Ele teve muitas esposas, nem a mulher do próprio filho adotivo ele dispensou .Aqui note a incoerência, segundo o islamismo não se pode adotar filhos, mas Maomé podia. Ele foi visitar o filho q não estava em casa. Quem atendeu foi a mulher do filho dele, Maomé tomou a mulher do filho alegando q tinha sido Deus quem colocou os dois para se encontrarem... 
Hoje em dia.Os islamitas  q possuem a mesma "concepção moral " de Maomé difundem o Islamismo para q possam fazer tudo o q não presta em nome de Deus.
Assim como Cristianismo e Judaísmo, o Islamismo condenam a homossexualidade bem como considera q os adeptos das outras religiões vão  pro inferno.
A diferença entre o islamismo e as outras duas é q essa última penetra na política passando a ditar regras estritamente rígidas a respeito de como você deve viver, inclusive se um dia você acordar em um pais islâmico e disser não acredito em Maomé e deixar o Islamismo, você poderá ser considerado um murtad ou apostata e pode vir a ser condenado a morte ou sofrer qualquer outro tipo de pena mais leve como 50 chibatadas (somente o suficiente para você se mijar todo), perder a guarda dos filhos ou direito a heranças.
Esse é o Islamismo que islamitas não contam porque primeiro vendem um Paraíso com 7 virgens e depois passam a controlar a vida dos fies .
Só lembrando quanto a dinheiro ,q evangélicos pagam 10% e muçulmanos pagam 15%. 
 O Islamismo nasceu do Judaísmo e Cristianismo, as três religiões propagam um único Deus , mas cada qual com a sua versão do Deus de Israel. Dos três líderes ou o único q não foi realmente um político ou comerciante foi Jesus de Nazaré, q só obteve sucesso apos a conversão de Saulo de Tarso, esse era era filósofo discípulo de Gamalieu e letrado nas escrituras . Já Moisés governou dizendo q tinha uma pedra escrita pelo próprio Deus. 
Maomé, estudou as outras duas religiões . Casou com uma mulher rica para entrar na alta sociedade.Ele foi comandado por ela, viveu no cabresto por anos e anos porque a mulher dele era uma boa comerciante. Daí depois q ela morreu ele saiu , casou até com uma menina de 6 anos, Aixa, consumando o casamento quando ela tinha apenas nove aninhos, mas tem gente querendo enganar dizendo q ela já tinha 19 e não 9 (aquela velha história de transformar a religião em produto aceitável no ocidente.)
Maomé foi para um lugar isolado e lá disse que viu o Anjo Gabriel, personagem famoso de outras histórias Bíblicas.
Maomé ficou rico e ainda mais poderoso com o Islamismo. Ele teve muitas esposas, nem a mulher do próprio filho adotivo ele dispensou .Aqui note a incoerência, segundo o islamismo não se pode adotar filhos, mas Maomé podia. Ele foi visitar o filho q não estava em casa. Quem atendeu foi a mulher do filho dele, Maomé tomou a mulher do filho alegando q tinha sido Deus quem colocou os dois para se encontrarem... 
Hoje em dia.Os islamitas  q possuem a mesma "concepção moral " de Maomé difundem o Islamismo para q possam fazer tudo o q não presta em nome de Deus.
Assim como Cristianismo e Judaísmo, o Islamismo condenam a homossexualidade bem como considera q os adeptos das outras religiões vão  pro inferno.
A diferença entre o islamismo e as outras duas é q essa última penetra na política passando a ditar regras estritamente rígidas a respeito de como você deve viver, inclusive se um dia você acordar em um pais islâmico e disser não acredito em Maomé e deixar o Islamismo, você poderá ser considerado um murtad ou apostata e pode vir a ser condenado a morte ou sofrer qualquer outro tipo de pena mais leve como 50 chibatadas (somente o suficiente para você se mijar todo), perder a guarda dos filhos ou direito a heranças.
Esse é o Islamismo que islamitas não contam porque primeiro vendem um Paraíso com 7 virgens e depois passam a controlar a vida dos fies .
Só lembrando quanto a dinheiro ,q evangélicos pagam 10% e muçulmanos pagam 15%. 
 

================================================

AMIGO/A , VAI LÁ NO YOUTUBE E DÁ UM LIKE E TAMBÉM SE ESCREVA NO CANAL ! OBRIGADO !É LÁ NO YOUTUBE . MUITO GRATO !




 






 
====================================


Cinco passos para acabar com a “islamofobia”

Cinco passos para acabar com a “islamofobia”

Por Robert Spencer [*]
Um simples guia para muçulmanos que estão preocupados com um conceito inventado pela Irmandade Muçulmana
Um simples guia para muçulmanos que estão preocupados com um conceito inventado pela Irmandade Muçulmana
Nenhum espetáculo de humor, não importando o quão inteligente ou premiado seja, vai erradicar a suspeita que muitos americanos têm de muçulmanos. Isto se dá pois os americanos estão preocupados com o Islã não por conta de um Islamofóbico imoral, mas por causa de Naser Abdo, o “quase” segundo serial killer de Fort Hood; e Khalid Aldawsari, “quase” serial killer muçulmano em Lubbock, Texas; e Muhammad Hussain, o “quase” bombista Jihadista em Baltimore; e Mohamed Mohamud, o “quase” bombista Jihadista em Portland; e Faisal Shahzad, o “quase” serial killer Jihadista de Times Square; e Abdulhakim Mujahid Muhammad, o assassino da estação de recrutamento militar de Arkansas; e Naveed Haq, o assassino em massa jihadista no Centro da Comunidade Judaica em Seattle; e Mohammed Reza Taheri-Azar, o “quase” assassino em massa jihadista em Chapel Hill, Carolina do Norte; Ahmed Ferhani e Mohamed Mamdouh, que prepararam uma conspiração Jihadista para explodir uma sinagoga em Manhattan; e Umar Farouk Abdulmutallab, o “quase” bombista jihadista em um avião no natal; e muitos outros que também conspiraram e/ou cometeram assassinato em massa em nome do Islã e motivados por seus textos e ensinamentos – tudo nos EUA nos últimos anos.
O fato de que existem outros muçulmanos que não estão lutando a Jihad é simplesmente ótimo, mas isso não quer dizer que a Jihad não está acontecendo. O espetáculo de humor simplesmente não aborda o problema do Terrorismo Jihadista e a Supremacia Islâmica.
Como eu e David Horowitz mostramos em “Islamophobia: Thought crime of the Totalitarian Future”, o termo “Islamofobia” é um neologismo politicamente manipulador criado para silenciar as críticas à Supremacia Islâmica e à Jihad.
Claire Berlinski explica como os supremacistas islâmicos da Irmandade Muçulmana elaboraram o termo justamente com este objetivo:
“Agora aqui está uma questão sobre a qual você poderia refletir profundamente: O neologismo “Islamofobia” não surgiu simplesmente do nada. Ela foi inventada, deliberadamente, por uma organização da Irmandade Muçulmana, o Instituto Internacional para o Pensamento Muçulmano, sediado na Virgínia do Norte, EUA. Se este nome não te chama a atenção, deveria: Eu já o mencionei antes, e é particularmente importante pois foi co-fundado por Anwar Ibrahim – o herói do Islã moderado que está agora rodando o globo se comparando com Aung San Suu Kyi. Abdur-Rahman Muhammad, um ex-membro do IIPM (Instituto Internacional para o Pensamento Muçulmano), que renunciou o grupo em desgosto, era uma testemunha ocular da criação da palavra. “Este termo repugnante”, ele escreveé nada mais que uma artimanha concebida nas entranhas muçulmanas com o propósito de acabar com as críticas.
Estatísticas do FBI mostram que não existe “Islamofobia”. De fato, muitos “crimes de ódio contra islâmicos” foram uma farsa perpetrada por muçulmanos. E Judeus são oito vezes mais propensos a serem vítimas de crimes de ódio que muçulmanos.
A Irmandade Muçulmana é dedicada, em suas próprias palavras, a “eliminar e destruir a civilização ocidental por dentro”. Uma forma fácil de fazer isso seria dar um sentimento de culpa aos não-islâmicos para que se sintam envergonhados de resistir à atividade Jihadista e à supremacia islâmica, com medo de serem acusados de “islamofóbicos”. Eu duvido que esses comediantes estejam cientes desta agenda, mas são ferramentas úteis para ela.
“Documentário e turnê de comediantes americanos muçulmanos”, por Tara Bahrampour no Washington Post, 27 de Dezembro:
“Cuidado, América. Os muçulmanos estão vindo, e eles se parecem e agem de forma suspeita com[o] vocês.”
Shhhh. Ninguém disse que eles não são. Este é apenas um espantalho projetado para demonizar os adversários da Jihad.
Negin Farsad, uma comediante americana-iraniana da Califórnia, usa vestidos curtos atraentes, fala palavrões deliberadamente e tem conversas sexuais estranhas com a mãe (embora soem mais como encontros com extraterrestres). Citação real: “Você tinha relações carnais inter-gênero sem a proteção do produto de segurança externo?”.
Então, ela tem mais que se preocupar com muçulmanos praticantes do que com “Islamofóbicos”.
Tais conversas, dolorosamente privadas nas sociedades muçulmanas tradicionais, são a temática para Farsad e três outros muçulmanos das gerações X e Y com os quais ela viajou para o Sul. A turnê, que depois cobriu países ocidentais e incluiu outros comediantes muçulmanos, formou a espinha dorsal de “Os muçulmanos estão vindo!”, um documentário sobre a islamofobia nos Estados Unidos que Farsad está fazendo com o comediante Palestino-italo-americano Dean Obeidallah.
Este documentário, como é de se esperar se trata de vitimização deliberada e um artifício para desviar as atenções das verdadeiras causas da suspeita de muçulmanos nos EUA. Obeidallah entrou em contato comigo e me pediu uma entrevista, e assegurou-me que ele me daria uma audiência justa. Mas, então, ele passou no Twitter e chamou Pamela Geller uma “odiadora de muçulmanos” – ecoando a alegação fraudulenta dos supremacistas islâmicos que a luta pela liberdade de expressão e igualdade de direitos para todas as pessoas é “ódio”. Uma vez que seu verdadeiro intento foi revelado, desisti da entrevista.
O documentário, que inclui entrevistas com humoristas como Jon Stewart e Louis Preto e a comentarista da CNN, Soledad O’Brien, explora a liberdade de religião e o que significa ser uma minoria nos Estados Unidos.
Observe a implicação: as minorias vivem tão difícilmente nos Estados Unidos. Nenhuma menção será feita, sem dúvida, da posição muito mais precária das minorias não-muçulmanas nas sociedades islâmicas.
O comediante americano-muçulmano é um fenômeno relativamente novo, onde predominam os imigrantes de segunda geração que são americanos o suficiente para satirizar a experiência Americana Muçulmana, disse Obeidallah, que vive em Nova York. “Estamos confiantes o suficiente para fazer isso” ele disse. “Um imigrante estaria menos seguro de si para usar a comédia para tentar confrontar as percepções de quem nós somos. Estamos confiantes o suficiente em ser americanos e saber o que isso significa, que podemos pressionar aqueles que estão exibindo um comportamento que é menos do que coerente com os valores desta nação.’’
Repare que nas palavras de Obeidallah, as pessoas que estão “exibindo um comportamento menos do que coerente com os valores desta nação” são aquelas lutando por liberdade e direitos constitucionais, não grupos relacionados à Irmandade Muçulmana dedicados a trazer para os EUA elementos de um sistema legal que nega liberdade de expressão, liberdade de consciência e igualdade de direitos para mulheres e não-muçulmanos.
Um grande fator levando muçulmanos americanos para a comédia foi o ataque terrorista de “Onze de Setembro”. “Ninguém sabia sobre nenhum ‘comediante’ do Oriente Médio antes de 11/09” disse Obeidallah. “O fenômeno realmente cresceu nos últimos 10 anos, por causa do retrocesso anti-islâmico.
Não houve retrocesso, é claro. Muçulmanos inocentes não estão sendo vitimizados nos EUA. Islâmicos vivem melhor aqui que em muitos países muçulmanos. Obeidallah – sem noção ou cúmplice? Você decide.
Eu acho que muitas pessoas em nossa comunidade começaram a fazer isso como uma forma de ativismo político. Como eles começaram a aparecer na televisão, ele disse, “isso estimulou outros comediantes do Oriente Médio a se envolver”. Agora, ele disse, existem cerca de 10 profissionais em tempo integral e um crescente número de aspirantes a profissionais. Indo ao Sul, onde protestos anti-mesquita e o sentimento anti-imigrante têm feito alguns islâmicos não se sentirem bem-vindos, os comediantes esperaram quebrar algumas barreiras culturais que foram erguidas desde 11/09.
O ponto era ver “como seriamos recebidos nas capitais?” Obeidallah disse. “Iriamos encontrar pessoas irritadas dizendo, ‘Saia daqui, seu muçulmano’, ou gente compreensiva?”
Viajando pela Flórida, Georgia, Alabama, Mississippi e Tennessee, eles fizeram apresentações gratuitas em cafés, centros comunitários e teatros. Eles armavam mesas em locais públicos, com jogos de advinhação relacionados com as escrituras e a oportunidade para as pessoas de “Perguntar a um Muçulmano” qualquer coisa que quisessem.
“Eu meio que poderia gostar de Muçulmanos, mas por que vocês gostam tanto de terrorismo?” uns perguntaram. “O que você pensa sobre o 11/09?” era outra pergunta comum.
Que terrível! Eles receberam perguntas desconfortáveis! Oh, a “islamofobia”!
No geral, a resposta do público foi encorajadora. Enquanto poucas pessoas passavam e gritavam, “Volte ao seu país!”, os encontros individuais tenderam a ser positivos.
Oh, que horror! Eles encontraram alguns chatos rudes! Quase tão ruim quanto ser cristão na Nigéria, hein?
“A maioria das pessoas são mais mente abertas e não estão preocupadas com muçulmanos” Obeidallah disse. “Na verdade são os extremistas que estão direcionando esta narrativa.” Mausoon Zayid, uma das humoristas da turnê, disse que as pessoas estavam surpresas por ver que “eu sou uma garota tão “jersey”, eu sou tão acessível… Eu acho que eles estão realmente surpresos que eu não era tanto essa mulher oprimida tentando converter pessoas.”
Os comediantes entenderam que seria muito difícil ganhar os corações dos anti-islã mais fervorosos.
“Um show chamado ‘Os Muçulmanos estão vindo’ – pessoas optam por vir ver isso” Farsad disse. “Nós nunca seremos capazes de sensibilizar os odiadores extremos … Estamos tentando influenciar as pessoas moderadas, pessoas com questionamentos, os ‘persuasíveis’.”
Será que Negin Farsad e Dean Obeidallah realmente querem erradicar a “islamofobia”? Uma turnê de um espetáculo de comédia nunca bastará enquanto o Jihadismo e o Supremacismo Islâmico continuarem. Mas há um caminho fácil. Eles podem falar para os islâmicos nos EUA fazerem essas coisas:
  1. Focar sua indignação nos Muçulmanos cometendo atos violentos em nome do Islã, não em não-islâmicos reportando tais atos.
  2. Renunciar definitivamente, sinceramente, honestamente e em todos os pontos, não apenas palavras de consolo, não apenas ao “terrorismo”, mas a qualquer intenção de substituir a Constituição dos EUA (ou a constituição de qualquer Estado não-muçulmano) pela Sharia mesmo que seja por meios pacíficos. De acordo com isso, esclarecer o que se entende por suas condenações do assassinato de pessoas inocentes, afirmar inequivocamente que os civis americanos e israelenses são pessoas inocentes, ensinar em conformidade [com o que foi dito anteriormente] nas mesquitas e escolas islâmicas e comportar-se de acordo com esses novos ensinamentos.
  3. Ensine, novamente sinceramente e honestamente, de formas transparentes e verificáveis em mesquitas e escolas muçulmanas, persista indefinidamente no imperativo de muçulmanos coexistirem pacificamente como iguais com não-islâmicos, e aja de acordo.
  4. Comece um abrangente programa de marketing em mesquitas por todo o mundo para ensinar sinceramente contra as ideias de Jihad violento e Supremacia Islâmica.
  5. Trabalhe ativa e honestamente com funcionários da lei do ocidente para identificar e apreender Jihadistas dentro de comunidades muçulmanas ocidentais.
Se os muçulmanos fizerem estas 5 coisas, VOILÁ! A “Islamofobia” irá esvanecer.

=====================================================

AMIGO/A , VAI LÁ NO YOUTUBE E DÁ UM LIKE E TAMBÉM SE ESCREVA NO CANAL ! OBRIGADO !É LÁ NO YOUTUBE . MUITO GRATO !


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Justiça para quem precisa

Justiça para quem precisa



Maycon Wesley, 27 anos, cantor em cultos evangélicos e tatuador, nunca havia cometido um crime. Sua vida era parecida com a de milhões de jovens brasileiros de periferia até ser transformado no vilão do Brasil, ao lado do pedreiro Ronildo, 29, autor da filmagem e que já foi condenado por roubo de uma bolsa.
Os dois rapazes de São Bernardo do Campo estão presos acusados de tortura, crime inafiançável e hediondo, por terem feito uma tatuagem na testa de um adolescente de 17 anos, usuário de drogas desde os 12 e viciado em crack, que acusam de tentar roubar uma bicicleta. Em vez da lei de talião, preferiram a lei de Tarantino.
A família de Maycon tem todos os motivos para duvidar do sistema penal brasileiro, que inclui justiça, polícia e executivo. Sua mãe, Rosilene, foi vítima de um sequestro relâmpago e agredida na frente dele. Ela perdeu o carro num assalto à mão armada. Num terceiro episódio, sua casa foi invadida por ladrões. Segundo Rosilene, a polícia sequer atendeu seu chamado.
Rosilene, Maycon e Ronildo não estão sozinhos. Numa pesquisa realizada pelo Fundação Getúlio Vargas e divulgada em outubro do ano passado, apenas 29% dos brasileiros dizem confiar na justiça e 25% na polícia. São números que merecem atenção, ainda mais se comparados aos 59% que dizem confiar nas Forças Armadas e 57% na Igreja Católica. Não há dúvidas de que a população não vê o aparato de segurança e justiça do estado com a mesma devoção que as elites urbanas e o jornalismo.


É claro que Maycon e Ronildo erraram, mas a visibilidade do caso fez com que o estado agisse rápido contra eles. Dias depois do vídeo ter caído nas redes sociais, ambos foram presos e vão responder na justiça por tortura, um crime com pena que pode chegar a 10 anos. Há relatos de que abutres dos “direitos humanos” fazem plantão na delegacia em que foram presos, rotulando ambos de torturadores como “os da ditadura” e pedindo pena máxima.
Os criminosos que agrediram a mãe de Maycon no sequestro relâmpago, os assaltantes que levaram seu carro e os invasores que arrombaram sua casa não foram nem investigados e estão soltos cometendo mais crimes violentos. Joesley Batista, bilionário envolvido em incontáveis crimes de corrupção, curte o dolce far niente no exterior com o beneplácito da justiça.
Os monstros que arrastaram o menino João Hélio, de seis anos, preso no cinto de segurança do carro dos pais até que ficasse completamente desfigurado, já estão em regime semiaberto menos de 10 anos depois do crimeO assassino do universitário Victor Hugo Deppman, morto a sangue frio na porta de casa por um “menor” a três dias de completar 18 anos, já está solto. Os adolescentes que estupraram quatro meninas no interior do Piauí e depois jogaram duas delas de um barranco de cinco metros em 2015 já podem estar arrumando as malas para voltar às ruas. A lista de casos em que a justiça foi leniente com crimes bárbaros é grande demais para ser ignorada.
Mais do que um caso de justiçamento, como tantos que acontecem fora do olhar das câmeras e muito mais graves e violentos que este, o episódio serve como exemplo do fosso quase intransponível que existe hoje entre a vida das elites urbanas brasileiras e o dia-a-dia da população que não vê a justiça como um ente superior de razão.
O brasileiro vê o sistema penal como um corpo que muitas vezes perdoa ricos e poderosos, relativiza os crimes mais bárbaros de assassinos, sequestradores, estupradores e traficantes por ideologia, mas é implacável com réus de casos transformados em circos midiáticos como este em que os autores filmaram o próprio crime.
De um acerto de contas condenável entre jovens da Grande São Paulo e um adolescente drogado, o caso do jovem tatuado na testa foi transformado num escândalo sobre a revolta do cidadão comum em relação à inoperância do estado. Neste caso, claro, a elite urbana, o beautiful people, os ativistas de teclado e o jornalismo não podem perdoar jamais.
Maycon e Ronildo, nunca é demais repetir, deveriam ter chamado a polícia quando flagraram o adolescente tentando levar a bicicleta, mas poucos que estão ostentando indignação publicamente sabem o que aconteceria se a polícia realmente atendesse o chamado. Muito menos estão familiarizados com a situação real do sistema penal brasileiro.
Se o ladrão de 17 anos cometesse o furto e depois fosse levado para a delegacia, não aconteceria rigorosamente nada. Acredite: nada. Ele seria levado ao juiz da vara da infância e juventude e tomaria uma mera advertência, medida sem qualquer efeito real, e liberado. No jargão dos promotores, ele receberia um “ai ai ai” e voltaria às ruas como se nada tivesse acontecido. O furto praticado por menores de 18 anos no Brasil, segundo quem vive a rotina destes casos no judiciário, não dá um único dia de internação para o infrator.
A impunidade, diga-se, não é apenas para adolescentes. Um furto cometido por réu primário, de qualquer idade, não gera sequer um processo. Um assalto à mão armada, quando o bandido é preso, rende menos de onze meses de cumprimento de pena em regime fechado. O criminoso que colocou uma pistola na cabeça do cidadão para roubar, se for detido, vai ser liberado para as ruas em menos de um ano, muitas vezes voltando a cometer crimes iguais ou piores. O estado fica como patrocinador do seu hotel noturno, quando o criminoso aparece para dormir.
Dos 60 mil homicídios e latrocínios praticados no Brasil anualmente, estima-se que menos de 5% são punidos. Você entendeu perfeitamente: 95% destas mortes ficam impunes, como os que matam diariamente pais, filhos, irmão, maridos, esposas, amigos e colegas de trabalho da população cada vez mais aterrorizada e descrente.
Se tudo isso já não bastasse, nada se compara ao que acontece hoje no Brasil com os protegidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente que praticam crimes hediondos. De tão absurdo, é difícil acreditar que as instituições do país estejam num grau tão avançado de putrefação e que o aparelhamento de extrema-esquerda tenha contaminado o sistema penal do país de uma forma quase incurável.
Hoje um bandido de 17 anos de idade que comete crimes, mesmo os mais violentos como homicídio, latrocínio, sequestro e estupro, pode ser condenados inicialmente a no máximo três anos de internação numa instituição como a Fundação Casa, antiga FEBEM, para depois ser “avaliado” em poucos meses e sair. Ao final do processo, ele estará com a ficha limpa e sem nenhum registro dos crimes praticados, já que a lei atual proíbe o juiz de levar em conta a gravidade do crime e os antecedentes do menor. É tudo apagado como se nada tivesse acontecido, como se suas vítimas nunca tivessem existido.
Com a alegada superlotação destas instituições, os infratores que cometeram crimes como estes estão sendo liberados não em três anos mas em cinco ou seis meses de internação. No Rio de Janeiro, muitas vezes não ficam um único dia presos depois da audiência com o juiz. Um delinquente de 17 anos no Brasil que sequestra duas meninas de 15 a caminho da escola, estupra, mata e depois joga os corpos num rio, se descoberto, estará livre antes do Natal deste ano e com a ficha limpa. É este o valor da vida humana para quem tem o infortúnio de cruzar com um facínora protegido pelo ECA.
Em resumo, este é o Brasil que não aparece nas manchetes, não vira hashtag e não ganha editorial de jornal. Este país em que Maycon vivia, aquele que sequer investiga os sequestradores que agrediram sua própria mãe na sua frente. Ninguém precisa explicar para Maycon como este país trata seus bandidos de estimação, como relativiza seus crimes, como é refém de ideologias, e como julgará seu caso.
Maycon e Ronildo erraram, não custa repetir, mas a execração pública deles é ainda mais absurda do que o crime que praticaram. As elites urbanas acreditam que assassinar as reputações de Maycon e Ronildo servirá como exemplo para que novos justiçamentos não ocorram enquanto ostentam virtudes e vestem sua indignação de butique, como se a população desse qualquer importância para sermões de quem quer censurar a atitude impensada dos rapazes de dentro de seus carros blindados.


Foto: José Cruz/Agência Brasil
O problema mais grave do Brasil é a impunidade, como o TSE fez questão de nos lembrar recentemente. Se a rotina de quem mora em condomínios monitorados 24 horas por dia, tem carro blindado e frequenta locais bem iluminados e vigiados, não está fácil, tente imaginar como era a de Maycon antes de apontar o dedo para ele. Essa gente fina e elegante que ama a humanidade mas tem sérias dificuldades em amar o próximo não precisa perdoar Maycon, ela poderia apenas fazer algum esforço para tentar entender como era a sua vida antes dele fazer o que fez.
A energia gasta em condenar os rapazes de São Bernardo do Campo na imprensa e nas redes sociais seria melhor empregada na luta pela completa reformulação do sistema penal do país, pela revisão das respectivas leis e códigos que permitem o atual descalabro. É preciso fazer de tudo pela volta do bom senso, da racionalidade e do respeito à função primordial do estado e que justifica sua existência: garantir o direito à vida da população, a mesma que trabalha metade do ano para pagar impostos e tem o pior retorno do mundo deste investimento.
Maycon e Ronildo vão responder pelo que fizeram, mas a punição de ambos não contribui em absolutamente nada para a melhoria da segurança da população brasileira. Muito menos diminuirá o número de justiçamentos. No máximo, eles deixarão de ser filmados.