segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Recessão jogou 5,4 milhões de brasileiros na pobreza extrema, mostra estudo



Recessão jogou 5,4 milhões de brasileiros na pobreza extrema, mostra estudo




Fernando Frazão/ABr
Para o Banco Mundial, enquadra-se na situação de pobreza extrema quem vive com menos de US$ 1,90 por dia ou R$ 133,72 por mês

Após uma década em queda, a pobreza voltou a crescer no Brasil devido à grave recessão entre 2014 e 2016. Segundo levantamento do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets), mais de 9 milhões de brasileiros caíram, em 2015, para abaixo da linha de pobreza (US$ 5,50 per capita por dia ou R$ 387,07 mensais), em decorrência da deterioração do emprego e da renda.
Desse total, 5,4 milhões se enquadram no critério do Banco Mundial para extrema pobreza. Vivem com menos de US$ 1,90 por dia ou R$ 133,72 por mês. As informações, publicadas pelo Valor Econômico, são baseadas na Síntese de Indicadores Sociais, documento elaborado pelo IBGE a partir da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
Na última sexta, o IBGE revelou que 52,2 milhões de pessoas viviam abaixo da linha da pobreza em 2016, o equivalente a 25,4% da população. Na pobreza extrema, estão 13,35 milhões de brasileiros (6,5% da população). Com os cortes, o Iets criou uma série histórica para comparar com outros períodos.
De acordo com o pesquisador do instituto Samuel Franco, o país tirou quase 40 milhões de pessoas da pobreza de 2004 a 2014. “O retrocesso ocorre de 2014 para 2015. É quandro a crise [brasileira] começa a afetar a renda, provocar desemprego e gerar informalidade. Os empregos perdidos na construção civil, por exemplo, afetaram muitos trabalhadores”, disse o pesquisador ao Valor Econômico.
O economista Francisco Ferreira, do Banco Mundial, concluiu que a parcela da população em extrema pobreza cresceu de 4,1% para 6,5% em 2016. Segundo o diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), José Graziano, mais de sete milhões de brasileiros, mesmo vivendo em extrema pobreza, não recebem qualquer assistência social.
FONTE http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/recessao-jogou-54-milhoes-de-brasileiros-na-pobreza-extrema-mostra-estudo/

NOTA DESTE BLOG : o QUE ESSA PÁGINA "ESQUECEU" DE ESCREVER É QUE A CULPA É DO pt esquerdista QUE NÃO TEM A MENOR NOÇÃO DE GERIR COM RESPONSABILIDADE UMA NAÇÃO E NEM SE PREOCUPA COM ISSO .

QUEM É O ESQUERDISTA BRASILEIRO?



QUEM É O ESQUERDISTA BRASILEIRO?

Resultado de imagem para foto de alguem pensando
É o cidadão que se preocupa com os centavos da passagem de ônibus, mas ignora os 88 bilhões da Petrobras.
É a moça que defende o aborto, mas considera a palmada um crime hediondo.
É aquele que se escandaliza quando uma criança usa farda de policial, mas acha normal um menino de 8 anos dançando sensualmente entre adultos.
É aquele que protesta quando morre um traficante, mas festeja quando morre um policial militar.
É o cara que se escandaliza com Bolsonaro, mas não vê problema algum em José Dirceu, Graça Foster, em Dilma e em Lula, e chama João Vaccari de herói.
É aquele que odeia os judeus e quer a destruição do Estado de Israel, mas faz campanha contra o racismo e xinga os adversários de nazistas e fascista. (Odeia Israel e chama a direita de nazista).
É aquele que acusa quem defende pena perpétua, mas ignora o professor que defendeu o estupro de Rachel Sheherazade.
É aquele que chama empresário de sonegador, mas aceita a maquiagem fiscal da Dilma.
É aquele que chama o caso Celso Daniel de “crime comum”.
É aquele que prega a estatização do financiamento eleitoral.
É aquele que não vê nada demais no fato de o PIB per capita da Coreia do Sul ser de 32 mil dólares e o da Coreia do Norte, de 1.800 dólares. Afinal, a Coreia comunista é mais igualitária.
É aquele que exalta na faculdade a ditadura cubana, mesmo sabendo que somente em 01/02/2016 chegou Internet nos domicílios em Cuba (só em domicílios de pessoas do governo). [20 anos de atraso].
É aquele que apoia o movimento gay, mas também apoia o regime cubano, que já fez campos de concentração para homossexuais.
É aquele que acredita em governo grátis, mesmo quando o País trabalha CINCO MESES POR ANO para pagar impostos.
É aquele que odeia a censura, mas quer o controle social da mídia, como Marco Civil da Internet e o Humaniza Redes.
É aquele que faz tudo para acabar com a família e a igreja, pois sabe que elas são os principais focos de resistência ao poder do Estado e dos movimentos sociais.
É aquele que apoiou o impeachment de Collor achando que foi legitimo, mas diz que o impeachment de Dilma foi golpismo.
É aquele que diz que a cadeia não resolve, mas quer que quem conte uma simples piada sobre gays seja preso por homofobia.
É aquele que diz que o PT acabou com a pobreza no Brasil, mas cinco minutos depois diz que o aumento da violência é consequência da pobreza.
É aquele que diz que o problema do mundo é o livre mercado, mas cinco minutos depois diz que Cuba só vai mal por causa do embargo econômico.
É aquele que diz que menores de idade praticam um número insignificante de crimes, mas cinco minutos depois diz que se a maioridade for reduzida, as prisões irão superlotar.
É aquele que diz que meritocracia não existe, mas diz que a Dilma ganhou por mérito.
É aquele que defende os ideais de Mussolini: -Tudo no Estado, nada fora do Estado e nada contra o Estado-, mas chama de fascista quem é contra.
É aquele que diz que combate os estereótipos de cor, sexo, classe social, mas chama os outros de coxinhas, de elite branca, etc.
É aquele que defende a liberação das drogas, masvi acusa o Aécio de cheirador.
É aquele que…enfim… é um HIPÓCRITA!

Sou apóstata e estou ajudando outras pessoas a serem também

Sou apóstata e estou ajudando outras pessoas a serem também

Rechaçar a fé católica na Espanha ainda é considerado o maior pecado que um cristão pode cometer

Mas para quem decide apostatar é apenas uma questão de coerência  e liberdade religiosa


Foto cedida por Marta

Você já escutou o testemunho de pessoas que sofreram com o indizível para apostatar? Eu já me imaginava subindo montanhas, cruzando mares, resistindo a dilúvios, evitando labirintos e andando sobre cristais. Mas sabe de uma coisa? Minha apostasia foi bastante simples e me bastou um pouco de paciência.
Embora o verbo "apostatar" também possa significar o abandono de um partido político ou uma simples mudança de opinião, o mais comum é se referir ao abandono da fé católica, a qual muitas pessoas são amarradas desde seus primeiros dias por meio do batizado.
Que minha experiência tenha sido tão suportável deve-se, em parte, à existência de páginas como apostatar.org, que explicam os passos a serem tomados e apresentam muitos conselhos. Em seguida, explicarei de maneira sucinta como foi o meu caminho.
Primeiro, solicitei minha anulação de batismo na paróquia onde havia sido batizada. Tive sorte porque continuava vivendo na mesma cidade do meu batizado. Mas, se você houver mudado de cidade, pode recorrer ao correio, pelo menos em teoria.
Fiz a solicitação, seguindo um dos conselhos que encontrei nas páginas da internet, dizendo que precisava para me casar, não para apostatar. Eu o fiz porque alguns padres tentam convencer pessoalmente os apóstatas a desistirem. Em meu caso, quis evitar essa conversa.
Segundo, fui a um posto da Polícia Nacional – sem compromisso prévio e sem custos – para fazer uma cópia autenticada do Documento Nacional de Identidade ( o equivalente ao RG brasileiro).
E, terceiro, baixei uma das solicitações de apostasia que podem ser encontradas facilmente na internet (aqui, por exemplo). Tive apenas que juntar os três documentos (a anulação de batismo, a cópia do RG autenticada e a solicitação de apostasia) e os entreguei para a minha diocese (eu o fiz por correio certificado, para que houvesse provas). Passada uma semana, tive apenas que ir à diocese para assinar. E, um mês mais tarde, já tinha em mãos o meu certificado de apóstata.
Como podem ver, foi um esforço aceitável. E me parece importante que seja, porque tenho a impressão de que muita gente deixa de apostatar pensando que são necessários esforços sobre-humanos. Minha recomendação, portanto, é que, se quiser apostatar, não deixe de tentar.
Agora, tenho consciência que a apostasia na Espanha é uma verdadeira loteria. Enquanto alguns países europeus, como Finlândia ou Alemanha, exigem apenas o preenchimento de alguns formulários simples, a apostasia em nosso país depende de ter sorte ou azar com a sua diocese. E, às vezes, dentro de uma mesma diocese, os resultados são variados, como demonstra o caso das 137 pessoas que acabam de apresentar uma apostasia coletiva em La Rioja, das quais falarei mais para frente.

E para que tudo isso?

A apostasia, mais que qualquer outra coisa, é um ato de coerência pessoal. Frequentemente, afirma-se que, com a apostasia, a Igreja Católica deixa de receber financiamento por parte do Estado. Mas isso não é uma certeza porque a Igreja guarda para si os números de apóstatas.
Também existe a falsa crença de que a Igreja recebe dinheiro público em função do número de batizados que celebra e do número de pessoas que, por esse ato, são registradas como católicas. Levando em conta que o número de batizados caiu 31% entre 2008 e 2015 na Espanha, se isso for verdade, a Igreja deveria estar recebendo cada vez menos dinheiro.
Mas isso não está acontecendo necessariamente porque, na verdade, a Igreja Católica recebe financiamento público de muitas fontes. Uma das mais importantes corresponde à atribuição tributária. Ou seja, deve-se ao terço de espanhóis que, todos os anos, marca a caixa correspondente na sua declaração de renda. E esta quantidade tem se mantido quase estável, em torno dos 250 milhões de euros (equivalente a 970 milhões de reais) entre 2008 e 2015.
Mas ainda há muito mais: subsídios de ministérios, comunidades autônomas e prefeituras; isenções e benefícios tributários; shows educativos, sociais e sanitários, e a manutenção feita pelas instituições do patrimônio que a Igreja possui. Ou seja, sua apostasia não influenciará diretamente nos mais de 11 bilhões de euros anuais que, de acordo com um cálculo recente da Europa Laica, a Igreja recebe do Estado.
Esta quantidade de dinheiro, ao depender de tantas fontes, também não está diretamente vinculada com o número de pessoas que se declaram católicas nas pesquisas do censo oficial, que são geralmente usadas para determinar o número de católicos na Espanha.
Nessas pesquisas, descobrimos que já há mais pessoas na Espanha que não professam religião do que católicos praticantes. No entanto, embora não sejam praticantes, até 70% dos espanhóis consideraram-se católicos em fevereiro de 2016. Este artigo do El País resumiu bem: "Misturar números e religião geralmente gera mais interrogações do que as resolve".
E, agora sim, falarei das 137 pessoas que apresentaram uma apostasia coletiva em La Rioja. É uma das maiores apostasias coletivas – se não for a maior – já realizada na Espanha. Como se preparavam para apresentá-la na mesma cidade que eu, auxiliei algumas delas acreditando que minha experiência poderia ser útil. Mas estava errada.
Depois de entregarem a documentação pertinente (ao apresentá-la em pessoa, não precisaram reconhecer a cópia do RG), o Tribunal Eclesiástico de Calahorra e La Calzada responderam em um comunicado afirmando que suas solicitações são insuficientes. E que precisam de "uma declaração oficial" de apostasia. Os aspirantes a apóstatas não têm muito claro a que se referem com "oficial". Enquanto isso, pediram uma reunião com o bispo para esclarecer esses aspectos.
No entanto, além dos requisitos formais, o comunicado faz alusão a critérios morais, afirmando que o rechaço total da fé cristão é o maior pecado que um cristão pode cometer. E também afirma que, por se tratar de uma decisão de extrema gravidade, eles se negam a conduzi-la como se estivessem dando baixa a serviços esportivos municipais.
As diferenças entre meu caso e o dos 137 apóstatas demonstram a falta de um processo padrão para abandonar a Igreja Católica. E a situação é pior em algumas regiões porque há algumas dioceses que, de acordo com os testemunhos dos afetados, negam-se diretamente a tramitar as apostasias.
É possível que alguém conheça o testemunho de pessoas para as quais a apostasia foi um processo complexo. Mas, em muitos outros casos, como o meu, foi preciso apenas de um pouco de paciência.
E é importante que, apesar dos obstáculos que existem no processo e que nos distanciam da Europa, falemos sobre a apostasia. E que quem estiver interessado pelo menos tente. Primeiro, porque é uma questão de liberdade religiosa. E, segundo, porque um grande número de apostasias nos convidaria a nos perguntarmos se queremos que se destine tanto dinheiro público à religião católica ou se queremos utilizá-lo para fins mais sociais.

Primeiro-ministro iraquiano anuncia o “fim da guerra contra o Estado Islâmico” no Iraque Haider al-Abadi assegura que suas forças controlam totalmente a fronteira com Síria

Primeiro-ministro iraquiano anuncia o “fim da guerra contra o Estado Islâmico” no Iraque

Haider al-Abadi assegura que suas forças controlam totalmente a fronteira com Síria

O primeiro-ministro iraquiano Haider al-Abadi em Paris. LUDOVIC MARIN
O primeiro-ministro iraquiano Haider al-Abadi em Paris. LUDOVIC MARIN  AFP
O primeiro-ministro do Iraque, Haider al-Abadi, proclamou no sábado a vitória sobre o Estado Islâmico (EI), após as tropas iraquianas recuperarem o controle da fronteira com a Síria. “Anuncio o fim da guerra contra o Daesh”, disse, usando o acrônimo árabe do grupo. É uma grande notícia para o Iraque que nos últimos meses viu a redução da violência e deve realizar eleições gerais no ano que vem. Os militares, entretanto, se preparam para uma nova fase em que temem que os irredutíveis do grupo utilizem a guerra de guerrilhas e os atentados.
“Nossas corajosas forças armadas já asseguraram o controle da fronteira entre o Iraque e a Síria em toda a sua extensão. Derrotamos o Daesh graças a nossa união e sacrifício pela pátria. Viva o Iraque e seu povo”, publicou Al Abadi no Twitter, após dar a noticia em uma conferência do sindicato de jornalistas. Daesh é o acrônimo em árabe do EI, preferido pelos que o combatem porque nega ao grupo a menção de “Estado Islâmico” ou califado, que é a pretensão de seus ideólogos.
Pouco antes, o chefe do comando conjunto de operações, o general Abdul-Amir Yarallah, anunciou que o Exército iraquiano e as Unidades de Mobilização Popular (milícias auxiliares) conseguiram libertar, com o apoio da aviação iraquiana, a planície de Al Jazira, entre as províncias de Nínive e Al Anbar. As forças iraquianas controlam, portanto, os 435 quilômetros de fronteira entre as passagens de Al Walid, a oeste, e Rabia, no norte.
O EI conseguiu controlar quase um terço do Iraque durante o primeiro semestre de 2014, a partir da base estabelecida na Síria (por conta da guerra civil) e aproveitando o descontentamento da comunidade árabe sunita majoritária no noroeste do país. Ao mesmo tempo, seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, proclamou o califado sobre um território entre os dois países equivalente à metade da Península Ibérica e no qual viviam oito milhões de pessoas.
A reação ao desafio sem precedentes desse grupo que mesclava insurgência e terrorismo sob o estandarte de sua peculiar jihad levou à formação de uma coalizão internacional, sob as ordens dos EUA, que foi crucial em sua derrota. Desde então, as forças armadas iraquianas, treinadas pela coalizão e com o apoio das milícias auxiliares (essencialmente xiitas e hoje integradas formalmente no organograma militar) conseguiram recuperar o território perdido.
A vitória anunciada agora estava cantada desde a queda de Mossul, em julho, após nove meses de combates que deixaram a segunda maior cidade do Iraque praticamente destruída. Ao mesmo tempo, na Síria, uma aliança de forças lideradas pelos curdos e com apoio dos EUA tomou Raqa, que foi a capital do califado, em setembro, e há dois dias o Exército russo declarou que cumpriu sua missão ao derrotar o EI.
A batalha, entretanto, não acabou. As forças que combateram o grupo nos dois países esperam agora uma fase de guerra de guerrilhas, tática que já foi utilizada antes. Os analistas alertam também que o EI mantém sua capacidade de realizar atentados espetaculares a partir da clandestinidade, tanto no Iraque como em outros países. Existem informações de que parte dos jihadistas se dispersou nas áreas rurais da Síria, enquanto outros cruzaram a fronteira com a Turquia. Mas também não é possível descartar a existências de células inativas dentro do próprio Iraque.
De fato, mesmo com a mudança da natureza da luta, o Exército já anunciou sua intenção de lançar uma operação em Wadi Hawran, um vale localizado a oeste do rio Eufrates e que se estende até as fronteiras com a Arábia Saudita e a Jordânia. Ao que parece, o EI mantém nesse deserto pedregoso, com gargantas de até 200 metros de profundidade, esconderijos e depósitos de armas.
FONTE https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/09/internacional/1512820374_533019.html?id_externo_promo=ep-ob&prm=ep-ob&ncid=ep-ob