sexta-feira, 27 de julho de 2018

Parasita em fezes de gatos torna pessoas mais empreendedoras



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A toxoplasmose é uma doença provocada por um parasita presente nas fezes do gato, o Toxoplasma gondii. Apesar de poder ser fatal para pessoas com um sistema imunitário débil - como o caso da personagem seropositiva Tommy, no livro e filme Trainspotting -, também tem benefícios: torna os infectados mais empreendedores. 

Um novo estudo publicado na revista científica britânica Proceedings of the Royal Society B revela que estudantes infectados com o parasita tinham 40% mais de hipótese de acabarem o curso universitário de gestão e eram 70% mais capazes a nível de "gestão e empreendedorismo" a nível dos estudos, arriscando mais do que os restantes.

Numa outra amostragem, verificou-se que pessoas infectadas com o Toxoplasma gondii tinham 80% de maior probabilidade de iniciar um negócio (um dos primeiros passos a dar rumo à riqueza). O estudo demonstrou ainda que os alunos infectados eram mais empreendedores e tinham um espírito mais aventureiro.

O estudo mostra ainda que nos países "em que o nível de infecção é superior existe uma menor quantidade de pessoas a citar o 'medo de falhar' como justificação para não avançar com novas iniciativas de negócio".

Os humanos podem ser infectados com este parasita se consumirem carne contaminada que não esteja devidamente cozinhada, ao beberem água contaminada ou se contactarem com fezes de gatos.

Toxoplasmosis gondii, organismo unicelular, é ainda fascinante para centenas de biólogos pela forma como se propaga e pelos efeitos que tem na evolução dos organismos contaminados e assegura a sua transmissão. É que, quando os ratos ficam infectados com este parasita, perdem o medo dos seus predadores naturais, os gatos, tal como os humanos podem perder o medo de falhar. Assim, sendo, aventuram-se mais perto deste predador, sendo comidos, o que leva o parasita a voltar ao interior do animal, dentro do qual se pode reproduzir.

Mas nem tudo é bom, já que cientistas acreditam haver uma ligação entre o contacto humano com Toxoplasmosis gondii e o desenvolvimento de esquizofrenia e complexo bipolar, podendo ainda influenciar a inibição dos indivíduos.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

O que é Premissa:

O que é Premissa:

Premissa significa a proposição, o conteúdo, às informações essenciais que servem de base para um raciocínio, para um estudo que levará a uma conclusão. Em lógica a premissa significa cada uma das proposições de um silogismo.
Premissa em lógica é um conjunto de uma ou mais de uma sentença declarativa que é acompanhada de uma outra frase declarativa que é a conclusão. A verdade da conclusão é uma consequência lógica das premissas que a antecederam. Toda premissa, pode ser verdadeira ou falsa, bem como a conclusão, não aceitando jamais a ambiguidade. Portanto, as frases que apresentam uma premissa são referidas como verdadeiras ou falsas válidas ou inválidas, portanto, devem ser portadoras da verdade.
No âmbito jurídico, uma premissa é à base da petição inicial de qualquer processo jurídico. Nela irão constar os fatos que constituem a causa do pedido; os fundamentos do direito, isto é, o direito ameaçado ou violado que é a própria causa do pedido, e por último é feito o pedido que é considerado a premissa maior em que é o bem da vida, por exemplo, a pensão, a indenização, o reconhecimento etc.
As premissas são os fundamentos de fato, e os fundamentos de direito, que são os pressupostos lógicos do pedido. As premissas serão as responsáveis pela conclusão.

Premissa maior e premissa menor

Uma premissa é uma proposição presente em um silogismo e que permite chegar a uma determinada conclusão através de uma dedução. Existe a premissa maior, que contém o termo maior, que culminará na conclusão; e a premissa menor, que contém o sujeito da conclusão.
Premissa maior: Todos os seres humanos são mamíferos.
Premissa menor: O Pedro é um ser humano.
Conclusão: Logo, o Pedro é um mamífero.
Neste caso, "mamífero" é o termo maior, "seres humanos" é o termo médio e "Pedro" é o termo menor.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Imperativo categórico

Imperativo categórico

Mestre em Filosofia (UFPR, 2013)
Bacharel em Filosofia (UFPR, 2010)

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O conceito de imperativo categórico foi desenvolvido pelo filósofo alemão Immanuel Kant, como conceito central de sua deontologia, aspecto da filosofia moral que trata dos deveres. O objetivo de Kant era definir uma forma de avaliar as motivações para a ação humana em todos os momentos da vida. Um imperativo seria qualquer proposição que declara uma determinada ação como necessária, a partir desta noção Kant divide os imperativos em duas categorias: categóricos e hipotéticos.
Aquelas máximas que seriam aceitáveis como lei universal, podendo ser consideradas motivação adequada para a ação humana, seriam os imperativos categóricos, implicando em exigência absoluta e incondicional. Este não pode ser desobedecido, não importando as circunstâncias, sendo um fim em si mesmo, ou seja, nenhuma outra finalidade pode justificar a desobediência e o imperativo categórico não carece de qualquer outra justificação. Diferente dos imperativos hipotéticos, que tem aplicação quando desejamos atingir algum fim determinado, por exemplo, se desejamos adquirir conhecimento, é imperativo que aprendamos. O imperativo hipotético está atrelado ao fim, ou a finalidade, almejado por aquele que age, facilitando assim a decisão de qual a ação correta a se tomar, é hipotético pois, uma vez que o agente não tenha interesse em realizar aquele fim, ou não esteja disposto a ação necessária para realiza-lo, não existe qualquer obrigação de segui-lo. É, neste sentido, facultativo e condicionado a nossas inclinações.
Por sua vez, o imperativo categórico é uma decisão moral pautada pela razão e não por nossas inclinações, já que encerra o fim em si mesmo, é categórico porque diz "não faça x" e nunca "não faça x se teu fim é F". Por isto, não está vinculado a nenhuma particularidade, incluindo a identidade da pessoa, devendo ser aplicável a qualquer ser racional. Esta é a razão pela qual o imperativo categórico, em suas primeiras formulações, foi chamado "princípio da universabilidade".
O grande desafio de Kant, que determinou o objetivo de seu trabalho, foi o de apresentar um sistema moral que pudesse escapar dos aspectos subjetivos do utilitarismo. Em sua distinção entre Imperativos Categóricos e Imperativos Hipotéticos, Kant vê a filosofia moral de sua época com profunda insatisfação, uma vez que, segundo ele, esta não seria capaz de ultrapassar o nível dos imperativos hipotéticos. A maximização do bem para os envolvidos, premissa utilitarista, é irrelevante do ponto de vista daqueles que preocupam-se com a maximização do bem, ou do resultado positivo, apenas para si mesmos, sem importar-se com as demais pessoas. Por isto, afim de persuadir a ação moral e ser base para julgamentos morais contra as outras pessoas, seria preciso ir além do nível dos imperativos hipotéticos, que são subjetivos, uma vez que dependem do fim que se almeja atingir. Era preciso buscar um sistema moral deontológico baseado no imperativo categórico e suas exigências, uma forma de sistema moral que estivesse para além da subjetividade e pudesse ser aplicado universalmente.
Ainda, sob as condições do imperativo categórico, devemos aceitar que o valor moral de uma ação se deriva-se de sua máxima e não por suas consequências. Em outras palavras, para determinar a moralidade de uma ação devemos considerar os motivos do agente e não as consequências da ação promovida por ele. Se, por exemplo, um comerciante decide nunca enganar seus clientes por receio de que eles não retornem ao seu estabelecimento, segundo Kant, este comerciante age corretamente, embora pelos motivos errados, ele deveria agir desta forma por ser a atitude moral, já que "não enganar os clientes" é uma regra moral independente da finalidade. Pensar o oposto permitiria que, em não tendo receio de ser descoberto, o comerciante enganasse seus clientes.
Referências bibliográficas:
ETZIONI, Amitai. Die Verantwortungsgesellschaft: Individualismus und Moral in der heutigen Demokratie. Frankfurt/ Nova York: Campus, 1997.
KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. São Paulo: Abril Cultural, 1974
RAWLS, John. Political Liberalism. Nova York: Columbia University Press, 1995.
SCHNEEWIND, J. B. A invenção da autonomia. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2001.
SOBER. Elliott. Core Questions in Philosophy, de Elliott Sober. Prentice Hall, 2008.

Arquivado em: Filosofia

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Qual era a religião de Adolf Hitler ?

Qual era a religião de Adolf 

Hitler

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Hitler e os símbolos
Hitler e os símbolos

O ditador fez inúmeras referências a Deus, Jesus e 'seu' cristianismo em suas aparições públicas. Em privado, a conversa era outra

segunda 7 maio, 2018
Hitler e os símbolos Foto:Montagem sobre Bundesarchiv

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Munique, 12 de abril de 1922.
Diante da plateia, um jovem Adolf Hitler discursa:
“ Meus sentimentos, como Cristão, mostram meu Deus e Salvador como um guerreiro. Como Cristão, tenho o dever de ser um guerreiro pela justiça e verdade”
O homem que levaria à aniquilição de 6 milhões de judeus declarava-se publicamente seguidor de um judeu. O futuro genocida dizia adotar a religião do dar a outra face. Faz sentido isso?

Da boca para fora

Não faz. É consenso entre pesquisadores, historiadores e biógrafos, que, criado por pais católicos, batizado e usando de inúmeras referências a Deus e Jesus em seus discursos, o Führer estava longe de ser cristão. 
Hitler reconhecia a necessidade de se alinhar à visão cristã para ser eleito e preservar poder político. Isto é, fingia ser cristão por populismo, já que a maior parte da população alemã e austríaca se dividia entre luteranos e católicos. Como registrado pelo biógrafo Ian Kershaw, Hitler admitiu que a sua atitude não era uma questão de princípios, mas de pragmatismo político.
Na intimidade, o ditador trocava os termos cristãos motivacionais por um discurso decisivamente anticristão.  Isso foi registrado nas chamadas Conversas de Hitler à Mesa (Tischgespräche im Führerhauptquartier), os monólogos que ele fazia a seus partidários em reuniões privadas, que foram cuidadosamente transcritos por estenógrafos. Em 10 de outubro de 1941, assim ele afirmou:
 “ O cristianismo é uma rebelião contra a lei natural, um protesto contra a natureza. Levado ao pé da letra, cristianismo significaria o cultivo sistemático do fracasso humano”
Hitler chamava as religiões cristãs de doença e dizia sonhar em “imunizar os alemães” ao cristianismo. Acreditava que o cristianismo entraria em colapso com o avanço da ciência, e que Nazismo e religião não podiam coexistir a longo prazo. 
Com o poder nas mãos, Hitler e o Partido Nazista procuraram diminuir a influência do cristianismo na sociedade. A partir de 1930, seu regime era cada vez mais dominado por militantes virulentamente contrários a igreja – como Martin Bormann, Heinrich Himmler e Alfred Rosenberg, os dois últimos flertando com ocultismo e neopaganismo.
Um grupo cristão chegou a ser enviado aos campos de extermínios. Testemunhas de Jeová foram perseguidas por recusar o serviço militar e jurar fidelidade ao Nazismo.
A impaciência de Hitler com as igrejas provocou frequentes surtos de hostilidade. No início de 1937, ele [Hitler] declarava que o cristianismo estava pronto para ser destruído, e que as igrejas deveriam, ceder a primazia do Estado", diz o historiador inglês Ian Kershaw, autor de Hitler: 1936-1945 Nemesis. 

Mas, afinal...

Claro aqui que Hitler não podia ser cristão, no que acreditava? Aí é uma discussão de 73 anos, que nem de longe parece perto de acabar. Dependendo de quem você perguntar, Hitler pode ser um crente sem religião, um deísta (Deus existe, mas não interfere), um panteísta (Deus é a natureza está em todo o lugar), ou um ateu (bem) enrustido.

Em suas conversas privadas, Hitler não falava em Deus como um crente, como fazia em público. No lugar, se referia a uma vaga “Providência”, o acaso feliz das leis naturais. Ainda assim, ele condenou o ateísmo mais de uma vez, em privado, como em 14 de outubro de 1941:
 “ Um homem educado mantém o senso desses mistérios da natureza e se curva diante do que não pode ser conhecido. Um homem sem educação, por outro lado, arrisca se bandear para o ateísmo”
O historiador britânico Richard Overy, autor de Ditadores, afirmou que Hitler não era “totalmente” um ateu, mas descreveu assim sua ambiguidade: “Ele não era um cristão praticamente mas, de alguma forma, conseguiu mascarar seu ceticismo religioso de milhões de eleitores Alemães. Ainda que Hitler seja frequentemente retratado como um neo-pagão, ou o deus de uma religião política, suas opiniões tinham muito mais em comum com a iconoclastia revolucionária de seu inimigo bolchevique.
Hitler e os símbolos“Seria Hitler um ateu? Provavelmente não”, afirma o historiador australiano Samuel Koehne. “Mas continua sendo extremamente difícil confirmar suas crenças pessoais, e o debate ainda é acalorado. O que historiadores podem confirmar é que Hitler desenvolveu uma fé absoluta em duas coisas: numa forma extrema de nacionalismo e nele mesmo.”
Lucas Vasconcellos

sexta-feira, 11 de maio de 2018

DENISE ROCHA É 1ª BRASILEIRA A TESTAR O ‘PÊNIS FACIAL’




(Foto: Bruno Afonso/ Agência Bravo)
Após as celebridades Sandra Bullock, Cate Blanchett, Emma Stone e Katy Perry fazerem uso do ‘Pênis Facial‘, tratamento de pele que é a maior novidade em Hollywood, a modelo e ex-assessora parlamentar Denise Rocha experimentou a técnica.
“O Furacão da CPI, Denise Rocha, é a primeira famosa brasileira a testar o polêmico tratamento estético ‘Pênis Facial'”, informa assessoria de imprensa. “A técnica chegou ao Brasil nesta semana em Brasília e foi testada em Denise na Clínica Corpus Estética Avançada pelo Dr. Henrique Santos”, diz o email.
De nome Hollywood EGF Facial, o tratamento foi apelidado de ‘Pênis Facial’ por envolver o uso de células-tronco retiradas do prepúcio de bebês na Coréia do Sul. As células são colhidas durante a circuncisão dos recém-nascidos e aplicadas na pele com micro-agulhas para estimular a produção de colágeno. O apelido é porque o cheiro lembra o de esperma.
Segundo a assessoria, o procedimento custa cerca de R$1.000 no Brasil. Confira vídeos de Denise usando o ‘Pênis Facial’:
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segunda-feira, 30 de abril de 2018

7 estudos que rechaçam a ideologia de gênero

7 estudos que rechaçam a ideologia de gênerot6.jpeg

Por Pedro Augusto

Talvez a bandeira que os movimentos progressistas mais tentarão impor na cultura brasileira nos próximos anos é a da gênero, também conhecida como Ideologia de Gênero.

Diversos debates - ou melhor, propagandas, já que debates são ideias contrárias em conflito - são realizadas na grande mídia brasileira, em sites, universidades e tantos outros meios. Geralmente, nessas discussões, jamais ou quase nunca são chamadas pessoas com ideias contrárias para falar do tema.

E entre as várias subtemáticas questões de gênero, está a transexualidade na infância e na adolescência, assunto que inclusive já foi tema de um  programa popular nas manhãs da televisão aberta. De acordo com os defensores desse ponto de vista,  crianças já podem escolher se identificam-se como meninos ou como meninas, e até optar por mudar de sexo, embora essas mesmas crianças não atravessem uma rua sozinhas por causa de sua enorme imprudência.

Em meio a esses debates, algumas verdades precisam vir à luz para a sociedade e principalmente para os defensores da mudança de gênero, que geralmente rotulam de preconceituosos àqueles que possuem uma opinião diferente.

Dentro desta temática, a médica Michelle Cretella, presidente do American College of Pediatricians, em um texto para o site The Daily Signal, mostrou os perigos do tratamento de mudança de sexo para crianças. Cretella afirmou que os estudos sobre a existência do cérebro trans tem sérios defeitos e não provam nada.

Pesquisas realizadas com gêmeos mostram que se o DNA e os hormônios pré-natais determinassem a transgeneridade, deveríamos esperar que, em quase 100% dos casos, se um gêmeo se identificasse como transgênero, o outro faria o mesmo. O maior estudo sobre o caso publicado em 2013 pelo médico Milton Diamond aponta que, em apenas 28% das vezes em que um dos gêmeos é transgênero, o outro também é.

A médica também aponta que o Manual de Sexualidade e Psicologia da Associação Pediátrica Americana mostrou que entre 75% a 95% dos adolescentes que possuem alguma confusão sobre sua identidade sexual aceitam o seu sexo biológico no fim desta fase da vida. Estima-se que nos meninos a taxa chegue a 98%, enquanto nas meninas 88%.

Outro ponto é que segundo um estudo publicado na revista The New Atlantis, os bloqueadores da puberdade (usados em tratamentos para mudanças de sexo), mesmo aqueles utilizados para os casos precoce não são seguros, pois aumentam o risco de fraturas nos ossos no começo da fase adulta, câncer testicular, obesidade e impacto no desenvolvimento psicológico e cognitivo.

Além disso, em seu artigo, a Dra. Michelle aponta que inexiste casos de crianças com disforia de gênero que tenham deixado de usar medicamentos hormonais. O único estudo sobre o tema mostra que todos os diagnosticados que foram tratadas com bloqueadores continuaram expressando a identidade transgênero e passaram a ingerir hormônios de cruzamento hormonal. A médica também diz que este número sugere que o protocolo médico em si pode levar os jovens a se identificar como transgênero.

O uso de hormônios de cruzamento sexual acarretam em riscos para a contração de diabetes, câncer, doenças cardíacas, coágulos sanguíneos e hipertensão arterial, segundo estudo com adultos.

Os riscos de suicídio é um motivos pelos quais muitos defendem as cirurgias de mudanças de sexo nas crianças e adolescentes. No entanto, um estudo sueco revela que a taxa de suicídios em pessoas que fazem a mudança de sexo é vinte vezes maior em relação a população em geral.  Além disso, estima-se que 90% desse grupo que tira a sua vida já foi diagnosticado antes com alguma desordem mental. E não há provas claras que sejam por motivos de preconceito, perseguição etc.

FONTE : http://ocongressista.blogspot.com.br/2017/07/procedimento-de-mudancas-de-sexo-em.html?m=1