quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A 'neurocientista' de 7 anos que faz sucesso ensinando ciência na internet



A 'neurocientista' de 7 anos que faz sucesso ensinando ciência na internet

Amoy Antunet Shepherd
Image captionAmoy é norte-americana e, graças ao Facebook, se transformou em "professora de ciência" com apenas sete anos
Amoy Antunet Shepherd tem 7 anos e, ainda que esteja na escola primária, suas ambições são grandes: quer ser neurocirurgiã.
E até já começou a dar aulas pela internet. "Hoje vamos ver como funciona um neurotransmissor chamado GABA", anuncia em um dos seus vídeos mais populares no Facebook.
"Não, não me refiro a Yo Gabba Gabba (série de televisão infantil norte-americana) , mas sim ao ácido gamma-aminobutírico", complementa, exibindo um sorriso.
Com uma explicação teórica digna de um professor universitário, mas com as palavras que usaria uma menina, Amoy também mostra seu laboratório.
"Estes são meus tubos de ensaio", diz, apontando para pequenos cilindros. "E estes são meus béquers (recipientes de vidro usados em laboratório)", acrescenta, mostrando os instrumentos para a câmera.
"Aqui estão minhas provetas. E estes são alguns dos meus microscópios", detalha ainda, enquanto seu pai registra tudo no vídeo.

Uma paixão de anos

"Eu gosto de ciência porque sempre há algo a aprender. Sempre está mudando", conta a pequena à BBC.
Amoy com seu microscópio (Foto: Amoy Antunet/Facebook)
Image captionO interesse da menina pela ciência surgiu quando descobriu o microscópio que o pai usava para estudar biologia (Foto: Amoy Antunet/Facebook)
Amoy vive em Atlanta, Geórgia, no sudeste dos Estados Unidos, e sua paixão pela ciência começou, aos três anos, quando descobriu o microscópio com o qual seu pai estudava biologia.
Em 2015, ele começou a publicar os vídeos da filha no Facebook. Alguns deles viralizaram, superando 2 milhões de visualizações e 5 mil comentários.
"Uau! essa pequena professora está me ensinando muito sobre neurotransmissores", comenta um de seus seguidores na rede social.
"Excelente, senhorita! Siga em frente com esse bom trabalho!", diz outra seguidora.
"Eu deveria ter ouvido isso antes do meu exame final de neuroteorias", observa um terceiro internauta.
"Adorável", "brilhante", "um gênio", dizem outros.

Futuro brilhante

A menina não só fala sobre neurotransmissores. Também explica em seus vídeos como funcionam o cérebro, o coração, os nervos e que é arco reflexo - a resposta imediata que temos à excitação de um nervo.
A menina conquista a internet com suas explicações científicas e seu sorriso (Foto: Amoy Antunet/Facebook)
Image captionA menina conquista a internet com suas explicações científicas e seu sorriso (Foto: Amoy Antunet/Facebook)
"Gostaria de um dia virar neurocirurgiã, para ajudar a pessoas com transtornos neurológicos, e também de ter meu próprio programa para que as crianças aprendam sobre ciência", diz, em frente à câmera.
É incontestável que o talento da menina desperta surpresa e fascinação por parte de muitos.
Apesar disso, alguns comentários na rede social sugerem que seu pai, Davin Antonio Shepherd, talvez tenha feito pressão demais para transformá-la em uma estrela da internet.
Ele se defende das críticas.
"Não se pode pressionar alguém a aprender algo que não quer aprender", disse ele à BBC.
"Ela é muito apaixonada por ciência. Se quisesse ser cozinheira, eu cozinharia com ela. Mas quer fazer experimentos científicos. E sempre foi muito fácil para mim ajudar a alimentar sua paixão."

Cinegrafista negro conta quem realmente é William Waack

Cinegrafista negro conta quem realmente é William Waack


Um comovente depoimento do cinegrafista que trabalhou anos com William Waack.

“Eu sou preto. Já trabalhei com ele na França, em Portugal, na Espanha, na Índia e em São Paulo.

Nesta caminhada de 30 anos, fazendo imagens e contando histórias, poucos colegas foram tão solidários quanto o velho Waack. Ele faz parte dos pouquíssimos globais que carregam o tripé para o repórter cinematográfico preto ou branco. 

Na verdade, não me lembro de ninguém na Globo que o faça. O velho sabe para que serve cada botão da câmera e o peso do tripé. 

Quando um preto sugere um restaurante mais simples, ele não dá atenção, porque paga a conta dos colegas que ganham menos, no restaurante melhor. Como ele fez piada idiota de preto, ele faz dele próprio, suas olheiras, velhice, etc.

O que a Globo mais tem são mocinhos e mocinhas de cabelos arrumadinhos, vindos da PUC ou da USP, que são moldados ao jeito da casa. 


Posso dar o exemplo de quando estávamos gravando uma passagem no meio da rua, onde havia um acidente, e sugeri a uma patricinha repórter que prendesse o cabelo devido ao vento. Ela o fez. Gravamos na correria, porque estávamos a duas horas do RJ. No dia seguinte, na redação, que aparece no cenário do JN, ela comenta.

- Você viu a matéria ontem?

- Não 

- Sobrou uma ponta do cabelo, fiquei parecendo uma empregada doméstica.

Ao que respondi.

- Eu sou repórter cinematográfico, cabeleireiro não havia na equipe.

Posso lembrar-me de muitas coisas como, quando fazíamos uma matéria para o Fantástico, uma mesa de discussão, e ao ouvido, ouço o repórter falar.

- Põe aquela pretinha mais para trás.
Isto faz parte do cotidiano. Os verdadeiros racistas estão por todas as partes, mas são discretos. 


Também tem a famosa, que chegou ao prédio onde vive, e uma moradora (namorada de um amigo) segurou o elevador.

A famosa negra não agradeceu, e ficou de braços cruzados. O elevador começou a subir.

Jornalista Famosa

- Você não sabe qual é o meu andar?

- Sei, mas não sou sua empregada.

No vídeo, ela é uma "querida", jamais trata mal o entrevistado, se estiver gravando...

Voltando ao racista William Waack. Quando íamos para a Índia - eu vivia em Lisboa - fui 3 dias antes para Londres, de onde partiríamos para Dheli.

Eu ia ficar em um hotel, mas o racista que havia trabalhado comigo até então somente uma vez em Cannes, convidou-me para ficar em sua casa, onde vivia com esposa e dois filhos, esposa essa a quem ele, preconceituosamente, chamava de “flaca” devido à sua magreza. Eu via como uma forma de carinho.

Comemos, bebemos bom vinho e, em nem um momento, alguém quis se mostrar mais erudito que eu, nem mais racista.”

Gil Moura
da Redação

FOTOS 3 fortes tendências de marketing para 2018

 

 





FOTOS

3 fortes tendências de marketing para 

2018


O conhecimento de certas tendências pode ser crucial para alcançar o sucesso. Pessoas que trabalham com marketing, especificamente, devem ter certas atitudes em mente para crescer no mundo corporativo, fazer grandes mudanças e alcançar êxito no próximo ano.
Saber que o consumidor dos dias de hoje está mais preocupado com o storytelling que você constrói em vez de focar apenas no produto em si, por exemplo, é essencial para ser bem-sucedido no negócios.
Veja 3 importantes tendências de marketing para 2018:

1. Coloque o propósito da marca no centro da sua estratégia de negócios
Responsabilidade social corporativa e marketing de causa (em que a campanha promocional da empresa mira o lucro sem esquecer de melhorar algum aspecto da sociedade) são iniciativas que levaram os comerciantes do passado a repensarem suas atividades centrais de marketing e seus atos de cidadania corporativa. Atualmente, essas duas ideias migraram para a noção de propósito da marca. Com isso, a organização identifica uma missão ambiciosa amarrada com o que pode oferecer no dia a dia. Também serve para misturar estrategicamente os negócios e marcas de maneira a criar experiências focadas em tornar, de alguma maneira, o amanhã melhor do que o hoje.
Comerciantes bem-sucedidos vão colocar, no próximo ano, o propósito da marca no centro do negócio e da estratégia, de forma a utilizá-lo como uma alavanca de crescimento com públicos internos e externos.
FONTE http://forbes.uol.com.br/fotos/2017/11/3-fortes-tendencias-de-marketing-para-2018/

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ANA MARTINS

Psicóloga | neuropsicóloga


Consultas
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Melhoramento da...

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O PERFIL DE ANA MARTINS

 Psicóloga | neuropsicóloga - 16 anos de experiência

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Orientação entrevistas de trabalho
Aperfeiçoamento da comunicação
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Experiência

Apoio psicológico em consultório e instituições.Estimulação cognitiva em instituições de acolhimento sénior e ao domicilio.Desenvolvimento de jogos e atividades de estimulação cognitiva.

Vídeo de apresentação

Diplomas & Formação

Licenciatura em Psicologia Clínica e do AconselhamentoMestrado em NeuropsicologiaEspecialista em Psicologia Clínica e da Saúde

Publicações & Entrevistas nos Médias

Tv Record Internacional Programa "Fala que eu Te escuto", 2006Assuntos apresentados:Depressão após divórcio, tiques nervosos, consumo de drogas, demência  Rádio Clube de Sintra Programa "Tardes RCS – Saúde", 2012Assunto apresentado:Demência - A Sobrecarga Emocional e Física do Cuidador Informal

O preço do green card: quanto custa para se tornar um cidadão norte-americano

O preço do green card: quanto custa para se tornar um cidadão norte-americano




Beatrice Teizen 

Postado em 5 de setembro de 2015   

Não é de hoje que muitos brasileiros sonham em morar fora do país. Como reflexo de uma crise que há alguns anos não se via por aqui, a procura por oportunidades no exterior tem crescido a cada dia. Mas para poder residir, trabalhar ou empreender em outros países — de forma legal — , é preciso ter o visto adequado. Nos Estados Unidos, destino mais procurado pelos brasileiros, o green card é o documento que permite a residência e dá direitos civis plenos ao imigrante. E há gente que, no limite, até se casa com americanos para obtê-lo. Uma outra maneira é o EB-5, um visto para investidores.

Criado em 1990 pelo governo americano para estimular a economia dos EUA, ele é pouco conhecido, mas seu uso vem crescendo, inclusive no Brasil. São 10 mil vagas por ano, distribuídas por todos os países. “Todas as pesquisas indicam que o Brasil é um bom mercado para o EB-5 devido à situação atual política, econômica e social”, afirma George Griffin, vice-presidente sênior de mercados globais da Nysa Capital, companhia que chegou ao Brasil no final do ano passado e que dá suporte ao investidor que quer obter seu green card permanente via EB-5, além de oferecer todo tipo de serviço para ajudá-lo na adaptação como residente americano. Com sedes em países estratégicos, como Coreia do Sul, Vietnã, Índia e China, possui uma vantagem competitiva em relação a outras empresas do tipo.

O Presidente do Conselho de Administração da Nysa, George Foresman, foi o primeiro subsecretário da Homeland Security, o departamento de segurança interna dos EUA. Uma das responsabilidades de Foresman era justamente administrar o USCIS (US Citizenship and Immigration Services – serviço de cidadania e imigração), que inclui o programa EB-5. O chairman acompanhou de perto esses processos por anos, conhece as regras e sabe como solucionar eventuais problemas.
Carlos Hawker, sócio-diretor da americana LCR Partners, com sede recente no Brasil e também especializada em assessorar o investidor interessado, conta que, agora, a procura está bem maior. “Esse programa passou diversos anos sem ter todas as vagas preenchidas, por falta de conhecimento. De três anos para cá, o interesse aumentou, principalmente no mercado chinês.” Hawker explica que, das 10 mil vagas por ano, 9 mil eram de chineses e o resto dividido entre os países, mas aposta cada vez mais no potencial brasileiro. “Antigamente, havia de três a quatro pedidos no Brasil; no ano passado cresceu para 40. Para este ano esperamos uma média de 100”.
Mas como funciona? O interessado em imigrar pelo EB-5 deve escolher um centro regional, aprovado pelo governo americano, para fazer um investimento de US$ 500 mil em um novo negócio que crie e sustente, no mínimo, dez empregos por pelo menos dois anos (período da criação da empresa até a obtenção do documento definitivo). Desde seu surgimento, nenhum ajuste foi feito e prevê-se um aumento de cerca de US$ 300 mil em setembro — essa também pode ser uma das causas do crescimento da procura. “Um bom momento para tirar o EB-5 é até o final de setembro. Assim, é possível assegurar o investimento sem o reajuste, principalmente pelo fato de o dinheiro estar investido em dólar e a tendência é que ele suba”, destaca Griffin.
Os projetos para se investir vão desde hotéis, empreendimentos imobiliários, rede de franquias e empresas que sejam capazes de gerar as dez vagas ou mais. É primordial que as regras quanto à contratação de funcionários sejam seguidas.
Se todas as normas forem respeitadas, o imigrante, seu cônjuge e filhos de até 21 anos receberão seus green cards permanentes. “Com o green card condicional, em até 180 dias o solicitante pode organizar suas coisas por aqui e mudar para os EUA. Pode trabalhar normalmente, e de dois a três anos o documento definitivo é entregue. É importante mencionar que a maioria dos investimentos demora um pouco mais de três anos para ter retorno”, esclarece o vice-presidente sênior da Nysa. Vale ressaltar também que, caso o pedido seja negado, o reembolso total é realizado. Mas a probabilidade é baixa: mais de 90% de taxa de aprovação foi registrada em 2014. No entanto, há empresas, como a Nysa, nas quais o índice de efetivação é de 100%.

Passo a passo: o caminho para o visto

Requerimento: um a três meses

1) Responder ao questionário do investidor
2) Efetuar depósito de reserva em uma conta-garantia destinada à negociação
3) Contratar especialistas em imigração e planejamento tributário nos EUA e no Brasil
4) Revisar o material confidencial do projeto
5) Transferir os US$ 500.000 do investimento para a conta-garantia
6) Enviar o formulário para o USCIS (United States Citizenship and Immigration Services — serviço de cidadania e imigração dos EUA)

Green card condicional: seis a 14 meses

7) USCIS revisa a solicitação
8) Se os critérios necessários forem cumpridos, o green card condicional é aprovado
9) Entrevista no consulado dos EUA e ajuste de status

Green card permanente: dois a três anos

10) Criação dos dez ou mais empregos reportados ao USCIS
11) Com todas as obrigações comprovadas, o green card permanente finalmente é aprovado