domingo, 26 de novembro de 2017

Fim do imposto sindical causará a demissão de até 100 mil sindicalistas

Fim do imposto sindical causará a demissão de até 100 mil sindicalistas

A extinção do imposto sindical trazida pela reforma trabalhista pode levar à demissão de até 100 mil sindicalistas de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ligado à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
A estrutura sindical brasileira possui cerca de 300 mil sindicalistas, sendo 115 mil funcionários diretos e 185 mil terceirizados. Os cortes devem ser diluídos nos próximos meses, mas já começaram.
O próprio Dieese espera um orçamento menor para 2018: no máximo R$ 30 milhões, contra os R$ 45 milhões de 2017. O Sindicato dos Comerciários de São Paulo, que tinha 600 empregados, demitiu 67 por meio de PDV (Plano de Demissão Voluntária) e mais 35 diretamente.  O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) tinha 230 funcionários no início do ano e já demitiu 72.
As principais centrais também sentem o fim do dinheiro tomado a força dos trabalhadores. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) organiza um PDV e a União Geral dos Trabalhadores (UGT) demitiu funcionários e vai para uma sede menor.

Como a neurociência ajuda a explicar os processos de aprendizagem na educação

Como a neurociência ajuda a explicar os processos de aprendizagem na educação


22 de novembro de 2017

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Compreender as diversas formas de se adquirir conhecimento pode ser fundamental para transformar a relação entre estudantes, escolas e sociedade
A neurociência pode ser uma importante ferramenta para potencializar processos de aprendizagem. Isso porque, ao pesquisar e trabalhar informações e dados sobre diferentes aspectos do sistema nervoso, esse ramo do conhecimento nos ajuda a entender como aprendemos, abrindo possibilidades para aperfeiçoar as relações educacionais.
De acordo com Alfred Sholl Franco, professor associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador do projeto Ciências e Cognição – Núcleo de Divulgação Científica e Ensino de Neurociências (CeC-NuDCEN), a neurociência ajuda a conhecer melhor as pessoas e, a partir dessas informações, torna-se possível produzir processos de ensino e aprendizagem mais eficazes.
“A neurociência busca estudar temas sobre o sistema nervoso que contribuem para entender como aprendemos e como podemos potencializar o ensino. Por exemplo: para compreender como funciona o sono nas crianças e como ele pode impactar na sua aprendizagem”, explica o professor.
Franco destaca que o papel da neurociência não é produzir metodologias para facilitar o aprendizado, o que cabe a outros profissionais, como pedagogos, mas sim levantar informações e conhecimentos que embasem esses processos.

Múltiplas inteligências e tecnologia

Um exemplo dos benefícios proporcionados pela neurociência à educação pode ser visualizado tomando como base as chamadas múltiplas inteligências.
Esse conceito, desenvolvido na década de 1980 por uma equipe da Universidade Harvard liderada pelo psicólogo Howard Gardner, classifica as habilidades como intrapessoal, interpessoal, corporal-sinestésica, espacial, linguística verbal, musical, naturalista e lógico-matemática (veja imagem ao final do bloco).
Para Franco, professores, coordenadores e outros profissionais da educação têm de reconhecer e entender essas habilidades dos estudantes para saber como potencializá-las. E é neste ponto que a neurociência pode ser de grande utilidade, já que auxilia no entendimento sobre o que são tais características.
“Uma criança com alta habilidade sinestésica (de fazer associações entre sentidos e estímulos) poderá ter um controle motor muito mais desenvolvido. Já no caso de uma criança com desenvoltura em matemática, é preciso ter a sensibilidade de saber que ela não é uma calculadora e que ela não pode ser tratada como tal”, diz.
Essa mesma função pode ser cumprida pela neurociência no que diz respeito ao uso de tecnologias na educação, pois ela oferece a possibilidade de se conhecer melhor o funcionamento da relação entre inovações tecnológicas e aprendizagem. “A tecnologia possui um fator atrativo muito forte, principalmente para os jovens. Mídias ou sistemas que são lidos originalmente como entretenimento ou redes sociais têm papel fundamental para a educação, desde que bem usados”.
As múltiplas inteligências Existencial Capacidade de abordar questões profundas sobre a existência humana Intrapessoal Capacidade de usar o entendimento sobre si mesmo e se controlar internamente para alcançar certos fins Interpessoal Capacidade de compreender intenções, palavras, gestos, desejos dos outros e, assim, de se relacionar bem em sociedade Corporal-sinestésica Potencial para usar o corpo para resolver problemas, expressar sentimentos, fabricar produtos Espacial Capacidade de observar o mundo, objetos, espaços e projetos em diferentes perspectivas Linguística Ter domínio da linguagem e expressão, como comunicação oral, escrita e gestual Lógico-matemática Capacidade de criar e entender padrões, fazer sistematizações e resolver problemas matemáticos Musical Capacidade de tocar instrumentos, identificar, ler e compor peças musicais com facilidade Naturalista Capacidade de detectar, diferenciar e categorizar questões como espécies animais e vegetais, fenômenos climáticos ou naturais e geografia

Formação de docentes e multidisciplinaridade da neurociência

Alfred Sholl Franco adverte, porém, que não se pode achar que a neurociência é a solução para todos os problemas da educação. Além disso, o especialista destaca que, para que ela seja utilizada nos processos de aprendizagem, é essencial a existência de uma formação qualificada e continuada de docentes e profissionais da educação.
“Não adianta só pesquisadores quererem contribuir com trabalhos na área. Tem que haver a participação de alunos e professores do ensino básico. Também é muito importante dar aos alunos orientações sobre como lidar com as informações”, diz.
Outro ponto salientado pelo professor trata da possibilidade de se trabalhar o tema em várias áreas do conhecimento. “De certa forma, o conteúdo de neurociência até está mesclado em algumas disciplinas escolares, como a Biologia. Contudo, pode ser trabalhada também no ensino de Linguagens, de Matemática (cognição e lógica), na parte de Artes (criatividade e imaginação), por exemplo”.

Neurociência e educação fora da escola

A ideia de expandir a abordagem do tema para as diversas áreas de conhecimento reflete outra preocupação do pesquisador: a importância de que a relação entre neurociência e educação extrapole os limites escolares e atinja a toda a sociedade.
“Pensa-se muito a educação apenas na criança, na escola. Mas, na verdade, aprendemos a vida inteira. O processo de ensino-aprendizagem está inserido na sociedade. Assim, é urgente a conscientização pública sobre a importância da neurociência, que a sociedade a veja como importante para ela mesma e para a escola”, aponta.
O professor Franco destaca iniciativas que visam propagar o conhecimento e a formação em neurociência para além da sala de aula, como acontece na Universidade Federal de Grande Dourados, no Museu Itinerante de Neurociência, no Instituto do Cérebro e na Rede Nacional de Ciência para Educação. Além disso, atualmente a Universidade Federal do Rio de Janeiro está com inscrições abertas para cursos em 2018, assim como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Esta bióloga está empenhada na melhoria da qualidade de vida

Esta bióloga está empenhada na melhoria da qualidade de vida

Publicado em: 24/11/2017 



Como parte da campanha do Conselho Federal de Biologia para promover a profissão do Biólogo, matéria publicada no site da revista VEJA nesta quinta-feira, dia 23 de novembro de 2017, conta a história da Professora Doutora Regina Mingroni Netto, que descobriu importantes aspectos genéticos em populações afro-brasileiras de remanescentes de quilombos.

=> Leia mais: CFBio lança campanha do Dia do Biólogo de 2017

Apresentado por CFBio
Por Abril Branded Content

Ao aprofundar pesquisas genéticas em quilombos, a bióloga brasileira Regina Mingroni Netto (CRBio 010238/01-D), 55 anos, revelou processos da miscigenação brasileira e resgatou a história genética de populações afro-brasileiras. Esse feito faz parte de um sonho antigo: Regina sempre soube que queria ser cientista. “Com 16 anos, eu decidi ser bióloga. Tinha muito interesse na área e já me enxergava em laboratórios desenvolvendo pesquisas”, conta.

Hoje, ela é pesquisadora, orientadora e professora-associada do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), onde trabalha desde 1995, além de atuar como conselheira do Conselho Regional de Biologia da 1ª Região (CRBio-01).

Desde a graduação, Regina desenvolveu grande afinidade com os estudos de genética molecular. Tanto que estagiou na área de genética humana e, posteriormente, especializou-se em investigar a síndrome do cromossomo X frágil, causa importante do retardo mental.

“Dediquei-me a estudar os aspectos cromossômicos dessa doença genética, e os desdobramentos do meu trabalho culminaram na criação de uma metodologia para estudá-la.” A partir daí, a bióloga passou a investigar a variabilidade molecular no gene dessa síndrome em populações brasileiras de diferentes origens.



Quilombos paulistas

Highsexual: Nova categoria de gays, que só são gays quando fumam maconha

Highsexual: Nova categoria de gays, que só são gays quando fumam maconha



A cada dia que se passa, aparece uma nova categoria sexual. A mais nova é a chamada HighSexual, que na teoria, são homens que se tornam gays quando fumam maconha.




O termo é composto de “high”, uma denominação para pessoas drogadas, e “Sexual”, a parte do homossexualismo. A definição mais aceita está sendo a de ”súbita reversão de sua orientação sexual depois de fumar maconha”.
Na internet, claro, o assunto tinha que virar piada. Veja:

VALE A PENA LER, É SURPREENDENTE!

Marcos Roberto D. Crepaldi compartilhou uma lembrança.
11 h
VALE A PENA LER, É SURPREENDENTE!
Naquela noite,enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Porquê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha
envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela.
Por uns segundos,cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo.
Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras:"Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher compartilhar para alguém, talvez salve um casamento. Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.
Rubens Lima ©
Fotógrafo Carlos Azevedo ©
Valorize quem realmente te ama ... Pense nisso!!!

10 fotos inspiradoras que mostram como a paternidade melhora os homens

10 fotos inspiradoras que mostram como a paternidade melhora os homens

A chegada de um filho transforma a vida de um homem e, às vezes, a fotografia consegue captar a mudança


O nascimento de um filho traz grandes responsabilidades e mudanças na vida de um homem. Tomar ciência de que, querendo ou não, todos os seus atos serão observados pelo pequeno com um exemplo a ser seguido faz com que, naturalmente, o esforço para ser uma pessoa melhor aumente. Desde quando ainda cabem nas palmas das mãos, até quando já estão mais crescidos, os filhos vêm nos pais fortes referências de como viver e o que pensar. Separamos algumas imagens que demonstram por gestos ou olhares, o quanto a paternidade pode ser impactante nos homens.



1- Ashley Marston Birth Photography
Crédito: Ashley Marston Birth Photography

1) A emoção de vê-lo pela primeira vez.





Colby Elizabeth Photography
Colby Elizabeth Photography

2) Estou aqui para te proteger e amar.



Crédito: Junebug Phoography
Crédito: Junebug Phoography

3) O mundo em suas mãos.



Crédito: Wheeland Photography
Crédito: Wheeland Photography

4) “Juntos somos sempre mais fortes!”



Crédito: Nikidisini Tumblr
Crédito: Nikidisini Tumblr

5) Ser pai é adquirir habilidades que você nunca imaginou que teria.



Crédito: A-joyfulljourney
Crédito: A-joyfulljourney

6) O amor é tanto que já não cabe em palavras.



JillVZ Photography
JillVZ Photography

7) “Nos seus ombros eu vejo mais longe”.



Kylene and Ryan Studios
Kylene and Ryan Studios

8) “Eu te protejo em qualquer luta” .



9-“Podemos conhecer lugares incríveis juntos, mesmo sem sair do lugar”
Crédito: Jagger Bachar

9) “Podemos conhecer lugares incríveis juntos, mesmo sem sair do lugar”



Crédito: Heather Durham Photography
Crédito: Heather Durham Photography

10) O ombro amigo.