quarta-feira, 29 de novembro de 2017

PAUL GOTTFRIED: A Morte do Marxismo Revisitada

PAUL GOTTFRIED: A Morte do Marxismo Revisitada

[*]Por Paul Gottfried
Cerca de dez anos atrás, eu publiquei um livro, A Estranha Morte do Marxismo, que argumentava vigorosamente que a esquerda atual não é marxista, mas pós-marxista. Ao contrário dos marxistas tradicionais e dos socialistas democráticos europeus, o tipo de esquerda que ganhou terreno desde e até mesmo antes da queda do Império Soviético é culturalmente radical, mas apenas secundariamente interessado na mudança econômica.
Nossa esquerda atual faz as pazes com a iniciativa privada e até com as grandes corporações, de forma que ela possa impor sua ideia de transformação social e cultural a cidadãos cada vez mais impotentes e seus filhos cada vez mais doutrinados.
Não que esta esquerda seja particularmente amigável com qualquer coisa que seja privada, incluindo transações econômicas. Mas ela trata a economia como algo que pode influenciar sem ter que nacionalizar, evitando assim aquelas políticas desastrosas que governos socialistas do passado tentaram decretar.
Nossa própria elite intelectual concluiu com sensatez que é melhor permitir que as forças de mercado operem ao mesmo tempo que se asseguram de que a administração pública possa usurpar os lucros, sempre que houver um pretexto. Além disso, a elite intelectual, constantemente intimida o povo a acompanhá-los sob orientações comportamentais cada vez mais complicadas, supostamente destinadas a lutar contra a “discriminação”.
É a cultura, e apenas instrumentalmente o governo, que a esquerda pós-marxista procura dominar; E o tipo de estado administrativo que se expandiu de forma explosiva em todos os países ocidentais desde a década de 1960 é um instrumento eficaz pelo qual engenheiros sociais e comissários da sensibilidade podem fazer o seu trabalho.
Embora eu não tenha mudado minha visão sobre como a esquerda se transformou desde que escrevi meu livro, parece que, de certa forma, tem havido mais continuidade entre o velho e o novo esquerdista, como sugeri.
Os antigos marxistas, aqui e na Europa tornaram-se multiculturalistas quase que da noite para o dia, enquanto nossos esquerdistas atuais ainda admiram comunistas do passado (como Castro) e associam anticomunistas ao fascismo. Além disso, depois de assistir à histeria organizada anti-Trump, que tem cativado a indignação das massas, as autointituladas indústrias de entretenimento, e a mídia desequilibrada, torna-se óbvio que a esquerda multicultural politicamente correta está seguindo a esquerda marxista mais antiga e mais intelectual em três aspectos críticos.
  1. Como os comunistas e também como os fascistas italianos, a esquerda multicultural nunca se vê ocupando posições de autoridade e/ou sendo capaz de forçar a falta de vontade em cumprir com suas exigências. Embora a esquerda compreenda a situação, está sempre se esforçando para tomar o poder. Também quando parece estar chegando a algum lugar (como na América de Obama), ainda corre o risco de ser esmagada por forças hostis. Exatamente como a esquerda, certa vez, argumentou que nenhuma revolução socialista jamais havia sido plenamente realizada e que os países comunistas ainda estavam “no caminho para se tornarem socialistas”, também os regimes politicamente corretos de hoje, como vistos por seus defensores, são apenas os primeiros passos em direção à superação do passado. São os primeiros passos da longa marcha para o poder; mesmo que esses passos tenham sido ameaçados quando Hillary Clinton não conseguiu chegar à presidência.
  2. Não há meios da esquerda abrir mão das mudanças que já implementou na sociedade sem que toda a estrutura de mudança esteja em perigo. Isto corresponde à fórmula de Trotsky de que se a revolução é feita para recuar do estágio D ao estágio C, então toda a marcha para a nova sociedade poderia ser revertida. Por conseguinte, a marcha para fora do passado sombrio e repressivo deve ser seguida incondicionalmente, e qualquer deslize será equivalente a uma contra-revolução — ou em um discurso esquerdista amedrontador, fazendo com que as mulheres sejam forçadas a fazer abortos em becos, re-impondo a segregação racial, e aprisionando homossexuais.Este tipo de pensamento faz todo sentido, se alguém começa a supor que está em uma situação de “tudo ou nada”.Também não importa que o presidente Obama tenha cancelado os voos do Iraque para os EUA em 2011 ou que Bill Clinton tenha falado em um discurso do Estado da União em 1994 sobre a interrupção da presença de ilegais nos EUA. Também não devemos perceber que o predecessor de Donald Trump tenha sido contrário ao Casamento gay na época em que foi eleito para a presidência. É nosso dever proteger qualquer revolução que esteja em andamento em seu estágio mais avançado.
  3. Qualquer um que ameace o processo ainda frágil e reversível de mudança, deve ser desumanizado. Não pode haver desentendimentos honestos com aqueles que por desígnio ou por perigosa ignorância estejam trabalhando contra a “esperança e mudança”. Portanto, é justificado condenar esses reacionários como o mais vil e maligno dos seres. Como os comunistas, a esquerda atual, particularmente na Europa Ocidental, caracteriza seus oponentes como “fascistas”. Note que para a velha esquerda o “fascismo” tinha um significado quase científico. Referia-se aos defensores de uma forma de capitalismo tardio, que já havia atingido um ponto de crise mortal. “Fascistas” reprimiram a revolução socialista criando ditaduras nacionalistas de direita. No processo, os falsos revolucionários “fascistas” expulsaram os verdadeiros revolucionários de esquerda.
Para a esquerda multicultural, em contrapartida, o termo “fascista”, utilizado antigamente pelos marxistas foi reduzido a um borrão. Agora ele diz respeito àqueles que a Esquerda está combatendo, isto é, aqueles que discordam de todos ou de algum aspecto da agenda social da Esquerda. Aqueles que se opõem a essa agenda podem ou talvez devam ser atacados como nazistas e até mesmo negadores do Holocausto (que um conhecido meu recentemente me chamou por votar em Donald Trump). Se as pessoas sob ataque não negarem explicitamente os crimes nazistas, sua visão de “justiça social” será tão irremediavelmente negativa que se presumirá que eles teriam endossado entusiasticamente a Hitler. O que mais deve-se pensar de alguém que está tentando nos empurrar de volta para a idade das trevas, quem sabe para 2008?
[*] Paul Gottfried. “The Death of Marxism Revisited”. The American Thinker, 9 de Fevereiro de 2017.
Tradução: Daiana Neumann
Revisão: Rodrigo Carmo

Esquerda em Fúria! Psiquiatra chefe do Johns Hopkins diz: transgênero é um “transtorno mental”

Esquerda em Fúria! Psiquiatra chefe do Johns Hopkins diz: transgênero é um “transtorno mental”

Por Scott Osborn [*]
Um psiquiatra proeminente no Hospital Johns Hopkins, Dr. Paul R McHugh, afirma que os indivíduos transexuais sofrem de uma forma de doença mental e que a transferência de gênero é “biologicamente impossível”.
Seguindo a decisão da Faculdade Americana de Pediatria de que o Transgenerismo das Crianças é um Abuso Infantil, os snowflakes estão surtando!
Dr. McHugh também afirma que as pessoas que endossam a transferência de gênero estão, na verdade,apoiando um transtorno mental.
De acordo com o CNS News:
O Dr. Paul R. McHugh, ex-psiquiatra chefe do Hospital Johns Hopkins e seu atual Professor Ilustre de Psiquiatria, disse que o transgenerismo é um “transtorno mental” que merece tratamento, que a mudança de sexo é “biologicamente impossível” e que as pessoas que promovem a cirurgia de mudança sexual estão colaborando para e promovendo um transtorno mental.
O Dr. McHugh, autor de seis livros e de pelo menos 125 artigos médicos revisados por pares, fez suas observações em um comentário recente no Wall Street Journal, onde explicou que a cirurgia transexual não é a solução para pessoas que sofrem de “transtorno de ‘suposições’” – a noção de que sua masculinidade ou feminilidade é diferente do que a natureza lhes atribuiu biologicamente.
Ele também relatou um novo estudo mostrando que a taxa de suicídio entre transgêneros que passaram pela cirurgia de mudança de sexo é 20 vezes maior do que a taxa de suicídio entre pessoas não-transgêneras. O Dr. McHugh salientou ainda estudos da Universidade de Vanderbilt e da Clínica de Portman, em Londres, sobre crianças que expressaram sentimentos transexuais, mas que 70% a 80%, delas “perderam espontaneamente esses sentimentos” ao longo do tempo.
O Dr. McHugh conclui seu texto afirmando que aqueles que apoiam a mudança de gênero apoiam um transtorno mental:
No coração do problema está a confusão sobre a natureza do transexual. A “mudança de sexo” é biologicamente impossível. As pessoas que se submetem a uma cirurgia de mudança de sexo não mudam de homens para mulheres ou vice-versa. Em vez disso, eles se tornam homens feminizados ou mulheres masculinizadas. Afirmar que isso é matéria de direitos civis e encorajar a intervenção cirúrgica é, na realidade, promover e colaborar com um transtorno mental.
E para enfurecer os esquerdistas ainda mais, ele acredita que se você entrar na prisão como um homem, você deve esperar sair para ter uma transferência de gênero!
Existem subgrupos de transexuais e, para nenhum, a “transferência” parece adequada. Um grupo inclui prisioneiros masculinos como o recruta Bradley Manning, o vazador de segurança nacional que agora deseja ser chamado de Chelsea. Diante de sentenças longas e dos rigores de uma prisão masculina, eles têm um motivo óbvio para querer mudar seu sexo e, conseqüentemente, sua prisão. Dado que eles cometem seus crimes como machos, eles devem ser punidos como tal; depois de cumprir a pena, eles serão livres para reconsiderar seu gênero.
A esquerda, como se poderia esperar, reagiu rapidamente com garras totalmente para fora.
O Think Progress descreveu a Faculdade Americana de Pediatras como um “grupo de ódio disfarçado de pediatras”.
O Huffington Post disse:
“Mais uma vez, Paul McHugh usou o nome cada vez mais manchado da Johns Hopkins para distorcer a ciência e propagar desinformação transfóbica”.
A Faculdade Americana de Pediatras emitiu uma declaração na semana passada condenando a reclassificação de gênero em crianças, afirmando que o transgenerismo em crianças equivale a abuso infantil.
Há histórias alarmantes de pais tratando seus garotinhos como meninas porque “pensaram que eles haviam se identificado” daquela forma.
Cá entre nós: quando eu estava na segunda série, eu queria ser Cindy do Brady Bunch. Por quê? Não tenho idéia! Eu sei que nunca na minha vida adolescente ou adulta eu quis ser ou me identifiquei como uma mulher. Meus pais nunca souberam. Mas se eles tivessem sabido e fomentado esse faz de conta besta eles poderiam ter me guiado para algo pior. É importante notar que mais de metade da população transgênera considera o suicídio!
Estou certo de que esta é provavelmente uma ocorrência muito comum para crianças pequenas!
Os esquerdistas são assustadores!
[*] Scott Osborn. “Liberals Furious! Johns Hopkins Chief Psychiatrist: Transgender is a ‘Mental Disorder’”. Joe for America, 11 de Setembro de 2017.
Tradução: Cássia H.
Revisão: Yuri Mayal

Iraniana se submete a 50 cirurgias plásticas para ficar parecida com Angelina Jolie

Iraniana se submete a 50 cirurgias plásticas para ficar parecida com Angelina Jolie

POR FERNANDO MOREIRA
Tudo começou neste período, quando foi realizada a primeira intervenção estética no nariz:
Sahar Tabar
Uma iraniana identificada como Sahar Tabar tem obsessão por Angelina Jolie e resolveu fazer de tudo para ficar parecida com a atriz americana.
Mais uma etapa da transformação radical de Sahar
Angelina Jolie e Sahar Tabar: parecidas?
Sahar Tabar
Sahar Tabar
Desde então, Sahar já se submeteu a 50 cirurgias plásticas para moldar o corpo ao da estrela do cinema.
Até na magreza, a iraniana decidiu imitar a atriz. Com o objetivo se se tornar a "Angelina 2.0", ela já perdeu 40 quilos.
(Quer seguir o PAGE NOT FOUND no Twitter? Clique aqui)
Sahar Tabar
Sahar Tabar
Sahar costuma ser chamada de 'aberração' em redes sociais
Chamada muitas vezes de "monstro" e "aberração" nas redes sociais - só no Instagram, ela tem mais de 280 mil seguidores - Sahar dá de ombros. Para ela, o que importa é se olhar no espelho e ver "Angelina".


Bombando no Page:

Comissão da Câmara aprova proposta que põe fim ao foro privilegiado

Comissão da Câmara aprova proposta que põe fim ao foro privilegiado 

CCJ abriu caminho para prosseguimento da PEC, que prevê foro especial apenas para o presidente, vice e chefes do STF, Câmara e Senado; votação se dá apenas um dia antes de o STF retomar julgamento sobre restrição ao foro


Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou texto que restringe o foro privilegiado
Raphael Milagres/Câmara dos Deputados - 22.11.17
Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou texto que restringe o foro privilegiado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) o texto da proposta de emenda à Constituição que restringe o foro privilegiado com o objetivo de reduzir a impunidade a agentes públicos. O texto prevê que apenas o presidente da República, o vice, e os presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) continuem protegidos pelo foro especial. 

O projeto teve origem no Senado, onde foi aprovado em junho, e pode impactar mais de 50 mil autoridades que hoje têm o direito ao chamado foro especial por prerrogativa de função (o foro privilegiado ), conforme os cálculos utilizados pelo relator do texto na CCJ, deputado Efraim Filho (DEM-PB). 
A votação desta quarta-feira foi realizada de maneira simbólica e o texto recebeu o apoio de todos os deputados presentes na sessão da CCJ. O próximo passo agora será a constituição de uma comissão especial para debater a proposta antes de ela ir ao plenário da Câmara. Integrantes da CCJ esperam que esse colegiado seja formado ainda antes do recesso parlamentar, que oficialmente terá início no dia 23 de dezembro.
Atualmente estão em tramitação no Congresso 29 propostas que alteram as normas para a prerrogativa de foro. Pelo texto aprovado nesta quarta-feira, perderiam o direito a julgamento em Cortes especiais por acusação de crimes comuns: deputados, senadores, ministros, governadores, prefeitos, ministros de tribunais superiores, desembargadores, embaixadores, comandantes das Forças Armadas, integrantes de tribunais regionais federais, juízes federais, integrantes do Ministério Público, procurador-geral da República e membros dos conselhos de Justiça e do Ministério Público.
"São vários temas na Casa que acabam provocando essa evolução cidadã que o Brasil precisa enfrentar. Instrumentos como abuso de autoridade e foro privilegiado são resquícios arcaicos e obsoletos no nosso ordenamento e que precisam evoluir. O foro privilegiado, infelizmente, se transformou em uma mensagem de blindagem e de impunidade, que deve ser combatida", disse o relator Efraim Filho.

Julgamento no STF

A decisão da CCJ da Câmara dos Deputados em dar prosseguimento à proposta se dá apenas um dia antes de o Supremo Tribunal Federal retomar o julgamento da ação que discute o alcance do foro especial por prerrogativa de função .
A análise sobre a possibilidade de restringir o foro privilegiado foi iniciada em junho deste ano, mas foi suspensa após pedido de vista apresentado pelo ministro Alexandre de Moraes. Àquele ponto, quatro ministros já haviam se manifestado a favor da restrição do foro: o relator da ação, Luís Roberto Barroso, e os ministros Marco Aurélio, Rosa Weber e a presidente da Corte, Cármen Lúcia.
Na ação que originou o julgamento de hoje, o ex-deputado federal Marcos da Rocha Mendes responde pela prática do crime de compra de votos. O suposto delito teria ocorrido em 2008, durante campanha para as eleições municipais. Como Marcos Mendes foi eleito prefeito, o caso começou a ser julgado no Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), onde a denúncia foi recebida em 2013. 
Com o fim do mandato, o caso foi encaminhado à primeira instância da Justiça Eleitoral. Mas em 2015, como era o primeiro suplente do partido para a Câmara dos Deputados e diante do afastamento de titulares, Marcos Mendes passou a exercer o mandato de deputado federal, levando à remessa dos autos ao STF. Como ele foi eleito novamente prefeito de Cabo Frio, em 2016, renunciou ao mandato de deputado federal quando a ação penal já estava liberada para ser julgada pela Primeira Turma do STF.
Com as mudanças de foro para julgar o processo contra Marcos Mendes e o risco de prescrição da pena, o relator Luís Roberto Barroso decidiu remeter uma questão de ordem ao plenário do Supremo sobre a possibilidade de se restringir a adoção do foro especial por prerrogativa de função aos crimes cometidos em razão do ofício e que digam respeito estritamente ao desempenho daquele cargo.

O voto do relator

Luís Roberto Barroso defendeu em seu voto que a prerrogativa de foro deve ser aplicada aos "crimes cometidos durante o exercício do cargo e relacionados às funções desempenhadas" . Barroso também defendeu que, "após o final da instrução processual, a competência para processar e julgar as ações penais não será mais afetada em razão de o agente público vir a ocupar outro cargo, qualquer que seja o motivo".
"Tudo que faz com que a Justiça funcione mal deve ser revisitado. Nós temos que fazer alguma coisa. Estou aqui propondo que a competência do caso de foro privilegiado seja fixada a partir do final da instrução do processo. Acabou ela, o relator determinou as partes para apresentarem as alegações finais... A partir desse momento perpetuou a jurisdisção. Ali ele será julgado", defendeu Barroso.
*Com informações e reportagem da Agência Câmara Notícias