terça-feira, 14 de novembro de 2017

Há 128 anos, a jornalista Nellie Bly embarcava para tentar a volta ao mundo em 80 dias

Há 128 anos, a jornalista Nellie Bly embarcava para tentar a volta ao mundo em 80 dias

Ela buscou repetir a viagem criada por Júlio Verne, inclusive encontrando o autor no caminho

Marina Ribeiro

Montagem com a jornalista na saída de sua viagem | <i>Crédito: Wikimedia Commons
Montagem com a jornalista na saída de sua viagem | Crédito: Wikimedia Commons

ZORRA TOTAL TENTA RIDICULARIZAR ESCOLA SEM PARTIDO, MAS CAI NO RIDÍCULO



ZORRA TOTAL TENTA RIDICULARIZAR ESCOLA SEM PARTIDO, MAS CAI NO RIDÍCULO




A estratégia é antiga e manjada: tratar como paranoia de maluco qualquer denúncia de doutrinação esquerdista nas escolas e universidades. Faz tempo que a esquerda não consegue debater ideias com liberais e conservadores, restando apenas essas táticas patéticas de “debater” com espantalhos, de ridicularizar o adversário ideológico ou de rotular todos de “fascistas” logo de um vez.
Qualquer pessoa minimamente honesta vai reconhecer que há uma hegemonia de esquerda nas escolas e universidades brasileiras. Flávio Gordon explicou o fenômeno muito bem em A corrupção da inteligência, que já está indo para sua quinta edição. Não se trata de uma questão de opinião, mas de fatos observáveis, e comprovados pelas estatísticas.
Mesmo nos Estados Unidos o viés esquerdista é enorme, e demonstrado pelo apoio maciço dos professores ao Partido Democrata. Em pesquisas, aqueles que assumem ter uma visão de mundo “liberal” (para padrões americanos) são sempre muito mais do que os que alegam ter uma visão mais conservadora. Não resta a menor dúvida: a academia está tomada por esquerdistas.
No Brasil, são marxistas mesmo, aos montes. E o PSOL e companhia começam a praticar lavagem cerebral desde cedo, em crianças novas. Depois, quando chega no mestrado e no doutorado, já há um filtro que só permite vermelhos, e basta comparar a quantidade de teses sobre pensadores marxistas com aquelas sobre conservadores para não deixar margem a dúvidas. Recomendo o podcast Ideias desta semana, que foi justamente sobre o ambiente de censura à direita nas universidades:
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Mas, diante desse quadro inegável de viés esquerdista, o que faz a esquerda? Apresenta argumentos? Dados, fatos, estatísticas? Claro que não! Apela para o “Zorra Total”, um programa supostamente de humor, que apresentou um esquete sofrível e sem graça do que seria a paranoia dos reacionários do Escola Sem Partido.
No quadro, a professora de matemática que manda Joãozinho dividir igualmente morangos é a prova do comunismo em sala de aula, não só pelo “dividir igualmente”, como pelos morangos, que são vermelhos (nossa, que engraçado!). Em seguida, um arco-íris desenhado prova o viés LGBT, e mais não consegui ver, porque acabou o estoque de Engov em casa.
É essa a visão que a turma quer passar para o público, inclusive com crianças na sala de aula do próprio programa. Quem condena a doutrinação esquerdista nas escolas está vendo pelo em ovo, fantasmas, comunistas que não existem mais por toda parte, claro. Não há nada parecido com doutrinação esquerdista no mundo real, não é mesmo?
Alguns ainda tentam bancar os “isentões” e admitem, vejam só!, a existência dessa doutrinação socialista, mas na mesma proporção que aquela religiosa. Que imparciais, esses sujeitos! É por isso que Dom Lourenço de Almeida Prado, e não o comunista Paulo Freire, é o “patrono” da educação brasileira, não é mesmo? Ops!
Negar uma obviedade, qual seja, a existência de um grave problema de doutrinação ideológica no ensino brasileiro, é algo que só mesmo a esquerda canalha poderia fazer. Divergir sobre como resolver o problema tudo bem, é legítimo, faz parte do jogo, e ninguém é obrigado a concordar com a receita do Escola Sem Partido. Mas daí a sequer reconhecer a existência do problema vai uma longa distância, aquela que separa as pessoas sérias dos embusteiros que querem só continuar doutrinando, cada vez mais cedo…
Rodrigo Constantino

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Números desmentem discurso de Dilma de proteção aos programas sociais

Números desmentem discurso de Dilma de proteção aos programas sociais


Todos os programas sociais do governo federal sofreram cortes este ano em comparação com o Orçamento de 2015. 
Reforma agrária, creches, combate às drogas e até o Bolsa Família.
A queda, na realidade, começou a ocorrer nos últimos dois anos, com o agravamento da crise.
Somente o ‘Minha Casa Minha Vida’ teve uma redução de R$ 8,6 bilhões.
O ‘Minha Casa Melhor’, que oferecia crédito para compra de móveis e eletrodomésticos, criado antes da reeleição da presidente, foi suspenso, logo após o pleito.
O ‘Bolsa Família’, grande orgulho dos petistas, não ficou ileso. Também recebeu cortes na ordem de R$ 1,7 bilhão.
A reforma agrária perdeu cerca de 30% em verbas, sem que houvesse qualquer manifestação do MST
Nem sequer a Educação deixou de sofrer abalos e corte de recursos. Para um governo que adotou como slogan a frase ‘Pátria Educadora’, era de se esperar, pelo menos neste setor, um tratamento diferenciado.
Além da redução de recursos para a construção de creches e para o Pronatec, programas de apelo social, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), diminuíram. No caso do Fies, a queda foi menor, de 5%.
Na Saúde, a situação não é diferente. O programa Unidades Básicas de Saúde, estratégico para desafogar os hospitais, perdeu 23,7% dos recursos. Iniciado em 2011, o programa ‘Crack, é possível vencer’, está com orçamento de R$ 395,2 milhões, ante R$ 786 milhões de 2015, uma redução de 49,7%.
Os números, que são oficiais e, portanto, incontestáveis, dão clara demonstração de que as manifestações da presidente com relação aos programas sociais, são mero engodo e pura falácia.
da Redação
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da Redação

Mulher negra e homossexual detona “homens brancos” e recebe resposta do pai, branco e hetero

Mulher negra e homossexual detona “homens brancos” e recebe resposta do pai, branco e hetero


As redes sociais por vezes proporcionam histórias fantásticas e inusitadas.

Quando menos se espera nos deparamos com situações que merecem uma análise apurada. 

Pessoas no afã de conseguir algumas curtidas se esquecem de sua verdadeira origem e comumente tentam demonstrar o que não são. Duro é quando a máscara cai.

Em um grupo do Facebook denominado  ‘Direitos Humanos Brasil’, uma jovem negra e homossexual – filha de uma mulher negra com um homem branco – resolveu tripudiar sobre todos os ‘homens brancos’ de maneira generalizada, ignorando sua paternidade, que é inclusive o homem que a sustenta e paga suas contas. 

Veja o que a moça postou:

 


A resposta do pai veio fulminante. 

Veja:


O comentário final e fatal foi o seguinte:

FONTE https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/7588/mulher-negra-e-homossexual-detona-homens-brancos-e-recebe-resposta-do-pai-branco-e-hetero

Editor-executivo da Folha admite que jornal é formado pela “elite de esquerda”








Editor-executivo da Folha admite que jornal é formado pela “elite de esquerda”


De acordo com o texto “Haddad hostiliza imprensa por não admitir crítica“, o ex-prefeito petista de São Paulo “governou para uma jovem elite intelectual progressista de esquerda e as redações são formadas em sua maioria por uma elite intelectual de jovens progressistas de esquerda”.
Sérgio continua: “Posso falar com mais embasamento desta Folha. Em 2014, no segundo ano de governo Haddad, censo interno realizado pelo Datafolha atestou que 55% dos jornalistas da casa se consideravam de esquerda, e 23%, de centro. (…) Naquela ocasião, outubro de 2014, foram ouvidos 321 profissionais, numa pesquisa com margem de erro de dois pontos percentuais”.
O editor também comparou a cobertura do jornal dos seis primeiros meses de gestão do petista Fernando Haddad com a cobertura de igual período da administração do tucano João Doria, mostrando que o jornal foi tendencioso a favor do ex-prefeito do PT: “Em seu semestre inicial, o petista teve 619 menções no jornal. Delas, 443 podem ser consideradas de efeito neutro (72%), 83 de efeito positivo (13%) e 93 (15%) de efeito negativo. O tucano, por sua vez, teve 1.027 menções em seus 180 dias inaugurais, das quais 683 (67%) neutras, 54 (5%) positivas e 290 (28%) negativas. (…) Impressiona como os percentuais de menções negativas e positivas se invertem: a proporção de textos de leitura negativa em relação ao tucano (28%) é quase o dobro da do petista (15%), enquanto a proporção de textos de leitura positiva em relação ao petista (13%) é quase o triplo da do tucano (5%)”.

Número de sindicatos no Brasil chega a 16,7 mil com arrecadação de 3,54 bilhões




Número de sindicatos no Brasil chega a 16,7 mil com arrecadação de 3,54 bilhões

Em um país com as relações trabalhistas e sindicais fortemente controladas pelo estado – reflexo do fascismo de Getúlio Vargas, criador da Lei da Sindicalização (1931) e da CLT (1943) – a criação de sindicatos aumentou continuamente nos últimos anos.
De acordo com o Ministério do Trabalho, há neste momento no Brasil um total de 16720 sindicatos com registro ativo, sendo 11478 de trabalhadores e 5242 de empregadores, fora confederações, federações e centrais sindicais. Foram abertos 289 novos sindicatos no país somente em 2017.
Esse excessivo volume de sindicatos foi sustentado pela “contribuição” (imposto) sindical, recolhida obrigatoriamente pelos empregadores no mês de janeiro e pelos trabalhadores no mês de abril de cada ano – e extinta pela reforma trabalhista que entrou em vigor no último dia 11 de novembro. Em 2016, os sindicatos receberam R$ 3,5 bilhões dos trabalhadores. Em 2017, a soma chegou a R$ 3,54 bilhões.

Número de sindicatos com registro ativo no Brasil. Fonte: MTE

O número de sindicatos saiu tanto do controle que há casos esdrúxulos como o “Sindicato dos Empregados em Entidades Sindicais do Estado de São Paulo“, o “Sindicato das Indústrias de Camisas para Homens e Roupas Brancas de Confecção e Chapéus de Senhoras do Município do Rio de Janeiro” e o “Sindicato da Indústria de Guarda Chuvas e Bengalas de São Paulo”, posteriormente fechado por falta de associados.
Após a extinção do imposto sindical, as centrais sindicais negociam desde agosto com o governo um nova versão do imposto disfarçada de “contribuição por negociação coletiva” que pode chegar até a 13% do salário de um mês dos trabalhadores, o que triplicaria a arrecadação dos sindicatos.