quinta-feira, 26 de outubro de 2017

APOLOGIA DA PEDOFILIA: SÓ QUEM É TARADO, PSICOPATA E BURRO NÃO PERCEBE

Depois das desculpas para pinturas, calam-se com a manipulação de adultos nus por crianças: não tentem mais negar que não é arte, é apologia.

Depois do Queermuseu do Santander, com suas obras “retratando” pedofilia e zoofilia, suspendido pelo próprio Santander por um boicote, foi a vez de uma nova “performance”, desta feita financiada pelo Itaú, com uma cena chocante de uma menina manipulando um homem nu no MAM. A “performance” do “cenógrafo” Wagner Schwartz, pelado por uma hora e dez para ser tocado por adultos e crianças, também já foi apresentada no Goethe Institut de São Paulo e da Bahia.
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Em um primeiro momento, apologéticos da pedofilia tentaram tratar tal ação como “arte”, alegando que arte não pode ser “censurada”, do contrário seria nazismo e Inquisição. Curiosamente, em seu pensamento analógico, tais progressistas nunca fazem um paralelo com o controle soviético que fuzilava até artistas favoráveis ao regime – o que já é exageradamente revelador do que está de fato em jogo.
Logo entra uma enxurrada de tergiversações da parte da apologia: o modelo de discussão “não é bem assim”, onde se ataca as supostas intenções ocultas de quem nota a apologia da pedofilia: são “intolerantes”, “fanáticos religiosos”, “obscurantistas”, “não entendem a arte” e, imediatamente, segue-se uma comparação ao nazismo e à Inquisição.
Pode-se usar o vocabulário acadêmico chic (e, na verdade, kitsch) que for preciso para fingir que há complexidade em algo simples, mas a coisa continua simples. Ce n’est pas une œuvre d’art.

Suas definições de arte foram atualizadas

Se é para se discutir o que é a arte, devemos voltar aos gregos, os primeiros a teorizarem o assunto. A arte é mimesis, aquilo que os latinos traduziram como imitatio: não propriamente o que entendemos por “imitação”, mas um segmento do real, emulado em outra linguagem.
O pôr-do-sol no Pireu ou em Copacabana, os Alpes ou a aurora boreal são lindos, mas não são arte, mimesis: são a própria natureza. O Templo de Ártemis, a Antígona e uma música à lira são arte, seja boa ou ruim: fazem um recorte e não apenas imitam algo da realidade, como uma onomatopéia, mas demoram-se em regras, possuem uma unidade de sentido, atingem uma significação perceptível tanto pelos sentidos quanto pela intelecção humana.
Pode-se não apreender imediatamente as equações geométricas que davam beleza ao Templo de Ártemis, mas era possível apreender sua beleza imediatamente. A unidade de sentido da Antígona, que faz a peça não ser um monte de palavras, nem um documento e nem uma notícia de jornal, é estudada por milênios. A estrutura musical, o que o Quadrivium classificou como a organização temporal da matemática, é percebida mesmo numa música ruim. A mimesis o que diferencia um bloco de concreto de um bloco de concreto quebrado em alguns pontos do Moisés de Michelangelo, tão avançado na imitatio que seu próprio autor, vendo a estátua de mármore, teria exclamado: “Parla!”
MimesisDesde pelo menos Platão tal obviedade é conhecida até por intelectuais – a classe de seres humanos mais incapaz de perceber obviedades, mesmo que lhes caia na moringa. A mimesis é o que permite separar um documento histórico de um poema como a Odisséia (não são os ciclopes nem as sereias, inexistentes n’A Montanha Mágica ou Em Busca do Tempo Perdido), ou um poema de um bilhete ou de uma lista de compras. Absolutamente simples: em pouco mais de uma década lendo da Poética de Aristóteles até Anatomia da Crítica de Northrop Frye e já teremos dominado quase 70% do conceito.
Um homem pelado não é arte. Não está imitando nada. Criando nada. Na verdade, não está sequer fazendo algo. Não possui unidade de sentido. Não significa nada, ainda que abstratamente ou incocebível de ser colocado em palavras pelo logos – como um filme de David Lynch ou um poema de Georg Trakl.
Isto não é uma definição modelo “Essa é sua concepção de arte, e arte não pode ser censurada” – isto foi o que disseram todos os artistas e teóricos da arte até o mictório de Duchamp. Que era para ser um chiste: suas formas, afinal, não são simples, e têm geometria. Duchamp apenas mostra se tal tékhne (palavra traduzida menos como “técnica” e mais como “arte”) usada para sua estruturação não seria apreciada em um museu.

Local de fala, local de culto, local de trosoba

Apesar da brincadeira com um local de apreciação em comparação a um de excreção, falta ainda muito para um mictório ser arte. A definição de Oscar Wilde é sobejante: toda arte é necessariamente inútil. Um mictório não é. Até para limpar a retaguarda há uma diferença entre um papel macio folha dupla e a Monalisa, com uma vantagem chocante para o primeiro.
Mas foi justamente a inutilidade que os seguidores de Duchamp, os derridadaístas, como são chamados os pós-modernos (conceito engraçado por si), mais quiseram apresentar como arte. O problema não é que a arte conceitual é “inútil”: é apenas que ela não tem mimesis. É o que diferencia uma arte ruim de uma não-arte. Como Victor Grinbaum escreveu, “por trás de toda arte contemporânea existe uma figura oculta, que é o urinol de Duchamp”.
Não adianta pegar um aspecto não apenas superficial e exterior da arte (como “ser exibida num museu”), além de francamente acessório, não-definidor, acidental e pueril, e usá-lo para definir agora o que é arte e o que não é, seguido, roteiro repetido, de comparações com cenários sanguinários, com carnificina, crianças peladas (até anjos) e amoralidade retratados por Caravaggio, Bosch e afins: é como comparar borboletas com motores de Porsche. Não são objetos com muitos elementos em comum.
Pichação sobre negros na UFABCUma pichação em que se lê “Feminismo é coisa de gorda” ou “Petista não toma banho” não será considerada “arte” (a ausência de mimesis é apreendida instintivamente, e ainda mais rapidamente quando não gostamos do resultado). Não adianta colocá-la em um museu, e usar algum linguajar de curador para falar em “criticar valores”, “trazer reflexão” ou “levantar questões sobre as minorias” (e olha que as questões levantadas estão mais próximas do Bom, do Belo e do Verdadeiro do que muito da “arte” aventada alhures). Nem um poema são, mesmo colocado com rimas (seguindo as regras da prosódia, unidade de sentido e criação de sentido pelo significante que todas as culturas, inclusive as mais ágrafas, conheceram). Por que as exposições com crianças próximas a genitálias seriam arte, e não pedofilia, enquanto ninguém em sã consciência e que não estudou com professores pós-modernos trataria tais atos como algo além de apologia?
Ao trocar o local (mais do que o espaço) do homem nu, de um quarto aliciando crianças para um museu onde mães modernosas levam suas filhas livremente, não se está criando mimesis ou demorando-se nas regras da arte (muito mais dificilmente definida entre arte boa e ruim do que facilmente definida entre o que é arte e o que é o extintor de incêndio do museu).
Pior do que no caso do urinol de Duchamp: aqui a platéia é agredida, e sem a catarse que Aristófanes causava ao formalmente indigitar pessoas na platéia em suas peças para caçoar de sua imoralidade, de sua feiúra, de sua inverdade. Aqui, há tão somente menina e trosoba, inocente e culpado, a criança e o fazedor de crianças.
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GOURMETIZARAM A PEDOFILIA

Tabus como a pedofilia vão sendo dessensibilizados na sociedade atual. A pergunta é: ganhamos algo com isso, ou é o mesmo horror de sempre?

Guten Morgen, Brasilien! Continuando o assunto da semana passada, as ideologias que querem persuadir e manipular a população com opiniões terceirizadas sobre comportamento sexual estão em sexta marcha: e cada vez disfarçam menos as suas ganas de facilitarem a sexualização de crianças, não importando se com isto estarão expondo inocentes à pedofilia ou não.
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Aliás, é exatamente como devemos interpretar as polêmicas envolvendo o Queermuseu do Santander ou o cidadão com o jonjolo de fora “brincando” com crianças no MAM: não observando as, diga-se, “obras” em separado, mas como um constructo, uma cada vez menos lenta e cada vez menos gradual facilitação de comportamentos sexuais – seja a “gracinha” com a sexualidade precoce ou a zoofilia, seja algo que só não é chamado de pedofilia por ocorrer dentro de um museu.
Sem observar tais obras historicamente, vendo um antes e um depois, cada vez mais próximos, todo o azedume da discussão (é arte? é apologia da pedofilia?) se perde, como se falássemos de átomos em separado.
Para analisar a suposta arte flertando com a apologia da pedofilia, ou no mínimo sua normalização, criando uma dessensibilização coletiva nas pessoas, é preciso ter uma visão mais ampla. Entender o que queriam grandes pensadores que revolucionaram a sexualidade, sobretudo a opinião pública (e cada vez mais pública) sobre a sexualidade.
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E também escapar das artimanhas de um discurso que, como já alertamos no último episódio, quer reduzir tudo a “liberem simplesmente tudo ou é preconceito”. Afinal, nem precisamos chegar em casos grotescos como a pedofilia: precisamos de vários tabus na vida, inclusive aqueles derrubados por Freud, Reich, Foucault, Marcuse et caterva.
Reparou como algo absolutamente monstruoso como a pedofilia, que deveria causar repulsa imediata em todo transeunte, hoje é tratada como uma discussão chata de “radicais de extrema-direita”, “obscurantistas”, “retrógrados” e toda sorte de adjetivos aos quais a massa tem medo de se associar, mas que, para evitar a associação, precisam aceitar uma miríade de esquisitices só para parecem descolados em seus posts no Facebook?
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E mais: Samuel Taylor Coleridge, fãs chatos, lingüistica estrutural, Iron Maiden, o Curso Online de Filosofia de Olavo de Carvalho, doutrinação na educação, História do Brasil e muito mais neste episódio do Guten Morgen, o podcast do Senso Incomum.
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A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, e a parte gráfica de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!

EU ESTUDEI ARTE. A PAULA LAVIGNE NÃO

Depois de gourmetizar a pedofilia, o #342artes de Paula Lavigne finge que a polêmica é sobre censurar a arte. Que tal discutir com Platão?

Guten Morgen, Brasilien! Como a polêmica da semana passada nunca termina, e como não é possível analisar as notícias e discussões atuais sem notar um continuum de temas forçando uma agenda numa direção, se analisamos a gourmetização da pedofilia nos casos do Queermuseu do Santander e do MAM, resta agora discutir arte – e com nada menos do que três pilares do pensamento ocidental: Platão, Aristóteles e Paula Lavigne!
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Se Paula Lavigne, Caetano Veloso, Fábio Porchat, Fernanda Montenegro, Cláudia Raia e demais outros atores da Globo e outros de igual QI querem tanto dizer que está acontecendo uma perigosíssima, violenta e ditatorial “censura” contra a arte no Brasil (ler fazendo “oohhhh” e com sussurros ao fundo), vamos discutir arte.
Mas vamos discutir arte mesmo. Nada de “ora, é um homem pelado, portanto é arte”. Tem de ser uma discussão sobre arte que vá desde Platão e Aristóteles até Paula Lavigne – três exemplos extremos na história do Ocidente – e entender, afinal, o que raios é arte, e que ela sempre teve relação com a política, e não é de hoje que enfrenta problemas com a censura.
Aliás, antes de fazer seu fracassadíssimo #342artes, produtores culturais sofreram com a censura de… Paula Lavigne, que junto a Caetano Veloso, tentaram censurar biografias “não-autorizadas”. Crianças podem estar perto de jebas, mas nunca adultos podem estar perto de informações que Paula Lavigne e Caetano Veloso não queiram em circulação, porque “é proibido proibir”.
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O próprio Platão parece descrever uma utopia perfeita na República em que os poetas teriam de ser expulsos, mas seus próprios diálogos são cheios de elementos poéticos. Sócrates também interpela o rapsodo Íon, em um diálogo socrático sobre inspiração poética, e discutem arte e como artistas se vêm na sociedade. Para não falar da Poética de Aristóteles: é a partir deste texto do Estagirita que podemos iniciar um estudo sobre filosofia da arte e entender o pensamento aristotélico sobre a mimesis, que será pedra de toque para definir o que é arte. E temos também Paula Lavigne, que contribui ao debate ocidental por… bem, por ter se oferecido em nudez precoce ao Caetano Veloso.
 Afinal, o que impede que um bloco de mármore seja considerado arte, ou um bloco de mármore aleatoriamente esculpido seja considerado arte, mas cinzelado até ser transformado no David de Michelângelo, passe a ser tratado como arte? É fácil obter a resposta de uma criança ou dos maiores intelectuais do mundo – mas será que Paula Lavigne e nossos intelectuerdas de Facebook saberiam responder?
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Vamos até a arte moderna, e não adianta só falar do urinol de Marcel Duchamps – James Joyce, Virginia Woolf, O Grito de Edvard Münch são todas obras modernas que exigem mais conhecimento do que a piadinha do mictório no museu. Vamos discutir arte como gente grande?
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E mais: decadência ocidental, sexo infantil, bicordes de punk rock, o céu da Noruega, crítica literária, teoria das cores, a arte do jazz, Hesíodo e a Odisséia de Homero nesse episódio. (a gente sempre arruma uma desculpa pra falar da Odisséia…)
A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!
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FONTE http://sensoincomum.org/2017/10/14/guten-morgen-47-arte-paula-lavigne/

6 dicas para ler mais

6 


dicas para ler mais
1. Leia diferentes tipos de livro simultaneamente 
Revezar-se entre um romance, um livro de não ficção e outro de poemas, por exemplo, ajuda muito sua lista de leituras a andar mais rápido. Tendo mais de uma opção, você evita postergar a hora de ler por não estar com vontade de um livro específico em determinado momento
2. Flexibilize sua lista de leituras
Seguir à risca uma ordem predeterminada nem sempre é a melhor opção. Pense bem: não vale a pena passar na frente um livro novo que você está louco para começar? Adiar mais um pouco a leitura daquela obra que já está na sua estante há meses (ou tomar a decisão de passar o livro adiante) não faz mal nenhum. 
3. Tenha sempre um livro com você
O tempo gasto diariamente no transporte público ou em filas não precisa ser tempo perdido! Ter sempre um bom livro à mão torna fácil preencher essas lacunas. Se você não gosta de interromper um capítulo na metade, prefira livros de contos, de poemas ou com capítulos curtos.
4. Descubra qual o seu período favorito para ler
Já tentou reparar em qual parte do dia a leitura lhe parece mais agradável? Prefere ler com luz natural ou antes de dormir? Perceber essas sutilezas é essencial na hora de organizar o dia, pois permite separar seus horários favoritos para os livros e o restante do tempo para as demais atividades.
5. Repense o tempo gasto com o celular e com outros dispositivos
Quantas vezes você está com tempo livre e, sem perceber, pega o celular ou fica trocando de canal na televisão, sem estar realmente interessado no conteúdo que está consumindo? Repensar essas atitudes automáticas é o primeiro passo para fazer da leitura um hábito no lugar delas.

6. Participe de um clube de livros
A leitura, por si só, é uma atividade individual e solitária. Os momentos posteriores a ela, entretanto, não precisam e nem devem ser assim! Debater o que você está lendo com pessoas próximas ou grupos de leitores pode ser um grande incentivo para ler, ao menos, o livro que está em pauta no momento. É isso que a TAG - Experiências Literárias proporciona todos os meses aos associados: entregamos kits literários contendo um livro surpresa nas casas dos nossos assinantes. Hoje, carregamos com orgulho o título de primeiro clube de assinatura de livros do Brasil e recebemos de braços abertos todos que se identificam com essa paixão.


HÁ UM ANO, NEW YORK TIMES PREVIA 93% DE CHANCE DE VITÓRIA DE HILLARY CLINTON


Há um ano, o New York Times fazia sua grande previsão eleitoral para 2016: Hillary Clinton tinha 93% de chance de vencer as eleições, segundo o jornal nova-iorquino. O jornal, que até hoje é viciosamente contra Donald Trump, não parece ter conseguido separar sua torcida de sua campanha, e ambas de sua suposta “análise”.
A despeito de ser uma das únicas fontes da mídia brasileira quando se trata de política americana, o New York Times é tão desacreditado pelos americanos que o jornal quase faliu. Os dois últimos andares do seu oprédio são ocupados pelo Snapchat, e os dois primeiros são cupados pela Kushner Companies, de Jared Kushner, ironicamente genro extraordinário de Donald Trump.
Em uma crise de confiança, e inclusive financeira, o atual CEO do New York Times, Arthur Gregg Sulzberger, deu uma entrevista de capa à revista Wired tão logo Trump foi eleito, com o curioso título The news in crisis. A culpa da crise, obviamente, era de supostas fake news que não afetaram em nada os valores, opiniões e crenças americanas, e uma suposta “pós-verdade”, que só existe para editores de mídia desculparem seus erros.
Para salvar o New York Times que fracassava em vendas, Sulzberger explicava que apostava em assinantes, que aumentavam em resposta a Trump. Ou seja, importa mais fazer uma militância de esquerda do que oferecer notícias com credibilidade que vendam.
É a turma do New York Times que quer acusar a mídia independente de fake news, e dizer que Trump foi eleito por uma “pós-verdade”, só porque a verdade e o New York Times parecem estar de mal há muito tempo. E quase tão somente o jornal dos 93% de chance de Hillary que é citado como “fonte confiável” pela mídia brasileira.
Em tempo: nós, da mídia independente, acertamos 48 dos 50 estados, inclusive apontando que Trump decidiria as eleições na Pensilvânia, como fez nosso analista e sub-editor Filipe Martins.